PPC METEOROLOGIA - 2020.pdf
PPC METEOROLOGIA - Versão 2022-06.11.25.pdf
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS
COORDENAÇÃO DO CURSO DE METEOROLOGIA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA
BACHARELADO
PROJETO PEDAGÓGICO
MACEIÓ - AL
JUNHO DE 2022
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS
COORDENAÇÃO DO CURSO DE METEOROLOGIA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA
BACHARELADO
PROJETO PEDAGÓGICO
Reitora
Maria Valéria Costa Correia
Vice-Reitor
José Vieira da Cruz
Pró-Reitoria de Graduação
Profa. Dra. Sandra Regina Paz da Silva - Pró-reitora
Coordenadoria de Cursos de Graduação - CCG
Profa. MSc. Giana Raquel Rosa – Coordenadora
Diretor do Instituto ou Unidade Acadêmica
Prof. Dr. Heliofábio Barros Gomes
Vice-Diretor do Instituto ou Unidade Acadêmica
Profa. Dra. Djane Fonseca da Silva
Responsável pela Revisão do Projeto Pedagógico
Jean Luiz Davino dos Santos
Prof. Dr. Rosiberto Salustiano da Silva Junior
EQUIPE EXECUTORA:
NDE (Núcleo Docente Estruturante)
Maria Cristina Lemos da Silva
Ericka Voss Chagas
Helber Barros Gomes
Maria Luciene Dias de Melo
Glauber Lopes Mariano
Colegiado
Docentes:
Maria Cristina Lemos da Silva
Rosiberto Salustiano da Silva Junior
Djane Fonseca da Silva
Ricardo Ferreira Carlos de Amorim
Heliofábio Barros Gomes
Representante Técnico-Administrativos:
Bruna Cynthia Silva Queiroz Cruz
Representante Discentes:
Lícia Karine Alves Pereira
MACEIÓ - AL
JUNHO DE 2022
3
SUMÁRIO
1.
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
5
1.1 - Contextualização da Instituição de Ensino Superior
5
1.2 - Contextualização do Curso
5
2.
INTRODUÇÃO
7
3.
JUSTIFICATIVA / CONTEXTO EDUCACIONAL
8
4.
OBJETIVOS DO CURSO
10
5.
HISTÓRICO DO CURSO
10
6.
PERFIL DO EGRESSO
11
7.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
12
7.1 - Competências
12
7.2 - Habilidades
13
8.
CAMPO DE ATUAÇÃO
13
9.
METODOLOGIA
14
10.
INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSVERSALIDADE
14
11.
ORGANIZAÇÃO ESTRUTURAL CURRICULAR DO CURSO
15
11.1 - Estrutura da Matriz Curricular do Curso de Meteorologia Bacharelado DIURNO
18
11.2 - Estrutura da Matriz Curricular do Curso de Meteorologia Bacharelado NOTURNO 21
11.3 - Quadro das Disciplinas Eletivas
24
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
26
12.1 - Disciplinas Obrigatórias
26
12.2 - Disciplinas Eletivas
53
ARTICULAÇÃO TEORIA-PRÁTICA
68
13.1 - Integração com as Redes Públicas de Ensino
68
13.2 - Integração com os Sistemas Locais, Regionais de Saúde e SUS
68
14.
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICs
68
15.
ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
69
15.1 - Programa de Extensão da Unidade
72
15.1.1 - Título de Programa
73
15.1.2 - Unidades Envolvidas e Parceiros Institucionais
73
15.1.3 - Justificativa Fundamentada
73
15.1.4 - Abrangência do Programa de Extensão
73
15.1.5 - Público-Alvo
74
15.1.6 - Áreas Temáticas do Programa
74
12.
13.
4
15.1.7 - Linhas de Extensão do Programa
74
15.1.8 - Objetivo do Programa
74
16.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO – TCC
75
17.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
79
18.
POLÍTICA DE INCLUSÃO
80
19.
PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE (PAD)
82
19.1 - Apresentação
82
19.2 - Atribuições
83
19.3 - Serviços Oferecidos
83
19.4 - Apoio Pedagógico
84
19.5 - Apoio Psicopedagógico
84
20.
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
84
21.
COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO
86
22.
AVALIAÇÃO
88
22.1 - Avaliação da Aprendizagem
88
22.2 - Avaliação do Ensino
88
22.3 - Avaliação Externa
89
CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO
89
23.1 - Infraestrutura
89
23.2 - Docentes
91
23.3 - Técnicos Administrativos
92
23.4 - Instalações
92
23.5 - Recursos Materiais
92
24.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
92
25.
DISCIPLINA ELETIVA
94
26.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
95
ANEXO 1: INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO APRENDIZAGEM
98
23.
5
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
1.1 - CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Código: 391
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Denominação da IES: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Rodovia BR 101, Km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária
Maceió/AL - CEP: 57072-970. Fone: (82) 3214-1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Ato Regulatório: Credenciamento
Tipo de Documento: Decreto Federal nº 3867
Data do Documento: 25/01/1961
Data da Publicação: 27/01/1961
CNPJ: 24.464.109/0001-48
Perfil e Missão da IES: A Universidade Federal de Alagoas tem por missão formar
continuamente competências por meio da produção, multiplicação e recriação dos saberes
coletivos e do diálogo com a sociedade.
BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
A Universidade Federal de Alagoas, maior instituição pública de ensino superior do estado,
foi criada em 25 de janeiro de 1961, por ato do então presidente Juscelino Kubitscheck,
reunindo as Faculdades de Direito (1933); Medicina (1951), Filosofia (1952), Economia
(1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957).
1.2 - CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
Denominação: Meteorologia Bacharelado
Modalidade: Presencial
6
Título: Bacharel em Meteorologia
Nome da mantida: Universidade Federal de Alagoas
Endereço de funcionamento do curso: primeiro andar do Bloco 05 do Campus A. C.
Simões rodovia BR 101, Km 14, bairro: Cidade Universitária, Maceió /AL.
Fone: (82) 3214-1669 (Coordenação) / 3214-1367 (S
Portaria de Reconhecimento e Renovações: Portaria Nº 460, de 13 de agosto de 1987,
publicada no DOU de 17 de agosto de 1987 (Reconhecimento), e Portaria Nº 41, de 5 de
fevereiro de 2014, publicada no DOU de 6 de fevereiro de 2014 (Renovação).
Vagas anuais: 60 (30 Matutino e 30 Vespertino), divididas em duas entradas de 30 alunos em
cada turno. Baseado nas Resoluções nº 63/2014-CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de
2014, e Resolução nº 81/2014-CONSUNI/UFAL, de 01 de dezembro de 2014, não estão
sendo ofertadas vagas no curso Noturno.
Turnos de Funcionamento: Dois turnos – Diurno (Matutino e Vespertino) e Noturno.
Formas de acesso no curso: segue a Resolução CONSUNI nº 32/2009 Exame Nacional do
Ensino Médio – ENEM, reopção e transferência de curso, segue o Decreto no 7.824, de 11 de
outubro de 2012, que trata do sistema de cotas (porcentagem de cotas para escolas públicas,
renda, étnico-raciais).
Tabela 01: Carga Horária Total: em horas e hora/aula, para os cursos Diurno e Noturno.
CHT por
Componentes Curriculares
Componente
Disciplinas Obrigatórias
2880
Disciplinas Eletivas
36
Estágio Supervisionado
72
Atividades Curriculares de Extensão
360
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
72
Atividades Complementares
72
Carga Horária Total do Curso
3492
Tabela 02: Tempo de Integralização.
Curso
Duração em Semestres
Carga Horária Semestral
Máxima
Mínima
Meteorologia Bacharelado (Diurno)
Mínimo: 8 Máximo:12
450
291
Meteorologia Bacharelado (Noturno) Mínimo: 10 Máximo: 15
360
232
Duração do curso:
Diurno: Mínima: oito períodos (4 anos) /Máxima: 12 períodos (6 anos)
Noturno: Mínima: dez períodos (5 anos) / Máxima: 15 períodos (7 anos e 6 meses)
Obs.: O curso noturno tem duração maior (5 anos) por conta de menor carga horária
máxima semestral (360 horas), em comparação ao curso diurno (450 horas).
7
Perfil do egresso:
O Bacharel em Meteorologia ou Meteorologista atua na investigação dos
fenômenos atmosféricos, buscando a elaboração de prognósticos meteorológicos. Em sua
atividade, analisa a circulação atmosférica; classifica e quantifica a periodicidade e a
intensidade dos fenômenos meteorológicos; elabora previsões climáticas e meteorológicas de
curto, médio e longo prazo. Formula modelos físicos, matemáticos e estatísticos; analisa
dados experimentais e de simulação; avalia e documenta resultados. Obtém e trata dados
meteorológicos de superfície, de altitude e de sensoriamento remoto. Desenvolve, testa e
valida sistemas e programas computacionais e instrumentos meteorológicos. Coordena e
supervisiona equipes de trabalho; efetua avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em sua
atuação, considera a ética, a segurança e os impactos socioambientais.
Ambientes de atuação:
O Meteorologista pode atuar como pesquisador em Instituições de Ensino Superior,
em empresas e laboratórios de pesquisa científica e tecnológica; em institutos de pesquisas
climatológicas e meteorológicas; em organizações militares e da defesa civil. Também pode
atuar de forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria.
Objetivo do Curso:
Oferecer uma formação em Meteorologia de acordo com as Diretrizes Curriculares
Nacionais (DCN) do Curso de Graduação em Meteorologia, Bacharelado, e que atenda a
demanda da sociedade, a nível local, regional e nacional.
2. INTRODUÇÃO
A Meteorologia é a ciência que estuda os fenômenos que ocorrem na atmosfera,
relacionados à física, dinâmica, química e às suas interações entre o ar e a superfície terrestre.
Sua principal função é compreender os fenômenos atmosféricos e suas intervenções nas
diversas atividades tais como: agricultura, transporte, pesca, indústria, turismo, segurança de
navegação marítima e aérea, saúde, comércio, meio ambiente, entre outros.
As ocorrências de fortes chuvas têm provocado enchentes e inundações,
principalmente nas cidades ribeirinhas e próximas aos mananciais de água. Em contrapartida,
períodos de longa estiagem nas cidades do sertão alagoano, têm influenciado fortemente na
8
situação de pobreza e consequentemente, favorecido um baixíssimo Índice de
Desenvolvimento Humano - IDH, chegando, em algumas cidades, aos menores valores do
país.
Por outro lado, o uso de novas técnicas, novas aplicações e teorias surgem devido à
dinâmica mundial, alterando a maneira tradicional de focar os problemas. A saturação de
informações propiciada pelas novas formas de adquirirem dados seja por redes telemétricas,
seja por sensoriamento remoto, demandam novas técnicas de processamento e análise.
Este Projeto Pedagógico visa proporcionar à formação de graduando em Meteorologia
para enfrentar desafios ‒ sobretudo das adversidades do clima ‒ com novas tecnologias
capazes de atenuar os problemas provocados por fenômenos atmosféricos, nas condições
socioeconômicas das cidades, na saúde e qualidade de vida dos seus cidadãos.
Ressalta-se ainda que, nos últimos 30 anos, a crescente demanda por profissionais
nesta área de conhecimento em nosso país, assumiu tal magnitude que o número de cursos
hoje, chegou ao dobro do número que existia na década de 1980.
3. JUSTIFICATIVA / CONTEXTO EDUCACIONAL
O Curso de Graduação em Meteorologia da UFAL está inserido num país e região que
apresenta grandes variações de tempo e clima como no caso do Brasil e a região Nordeste.
Vale destacar que apesar das dimensões continentais do Brasil, são apenas 14 cursos de
Meteorologia (Universidade de São Paulo - USP, Universidade Estadual Paulista Júlio de
Mesquita Filho - UNESP, Universidade do Rio de Janeiro - UFRJ, Universidade Federal de
Alagoas - UFAL; Universidade do Estado do Amazonas - UEA; Universidade Federal do
Pará - UFPA; Universidade Federal de Campina Grande - UFCG; Universidade Federal do
Rio Grande do Norte, Universidade Federal de Pelotas - UFPel, Universidade Federal de
Santa Maria - UFSM, Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, Universidade
Federal de Santa Catarina - UFSC, Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI, Universidade
Federal do Oeste do Pará - UFOPA), sendo para a região Nordeste apenas 3 cursos (UFAL,
UFCG e UFRN).
Logo, num contexto nacional e regional, a UFAL desempenha um importante papel
estratégico para os brasileiros no sentido de analisar e estudar os diferentes fenômenos
atmosféricos que influenciam diretamente ou indiretamente a sociedade. O curso de
meteorologia da UFAL conta com diversos laboratórios, como é o caso do Laboratório do
9
Grupo de Pesquisa Estatística Aplicada à Meteorologia (UFAL/CNPQ), Laboratório de
Micrometeorologia de HOTSPOT, Laboratório de Meteorologia Física e Sinótica (LMFS),
Laboratório de Meio Ambiente e Meteorologia Aplicada (LAMMA), Laboratório Dinâmica
da Atmosfera e Clima (DINAC), Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento
Aplicados (SENSORGEO), Laboratório de Oceanografia Física (LOCF), Laboratório de
Análise e Processamento de Imagens por Satélite (LAPSI). Além de se beneficiar de toda a
estrutura do RADAR Meteorológico (SIRMAL – Sistema de Radar Meteorológico de
Alagoas), disponível para aulas teóricas e práticas, e projetos de extensão em benefício da
sociedade, um marco para Alagoas. Em um contexto institucional, ressalta-se a importância
da existência do curso de meteorologia, para oferecer disciplinas e pesquisas nas áreas
relacionadas a ciências atmosféricas para outros cursos e alunos interessados, como no caso
nas atividades interdisciplinares desenvolvidas com outros cursos como os de ciências
agrárias, engenharia ambiental, cartografia, geografia, entre outros.
De maneira geral, as alterações que ocorrem em elementos meteorológicos exercem
uma grande influência sobre seres vivos e matéria inanimada. Quando essa influência é
direcionada para os seres vivos, pode prejudicar a saúde e até destruir completamente plantas,
animais e o próprio homem. Quando é direcionada para seres inanimados, danifica
eletrodomésticos, estátuas, obras de artes, veículos, móveis, rochas e diversos tipos de
minerais que são utilizados pela construção civil, tendo como consequência sérios prejuízos
para as condições de vida da sociedade. Variações atmosféricas podem determinar o tipo de
projeto arquitetônico a ser utilizado em edificações, influenciar os costumes, a maneira de se
vestir e de se alimentar de determinadas populações, como também, destruir vidas humanas
através de enchentes e escorregamentos de barreiras, que tanto influenciam as condições
socioeconômicas de cidades, estados e nações.
Neste sentido, é urgente a adoção de políticas públicas que, interagindo com a
sociedade alagoana e os resultados dos trabalhos e das pesquisas científicas realizadas nesta
área de conhecimento, possam auxiliar na solução dos problemas supramencionados.
4. OBJETIVOS DO CURSO
Objetivo Geral
●
Oferecer formação em Meteorologia de acordo com as Diretrizes Curriculares
Nacionais (DCN) do curso de graduação em Meteorologia, bacharelado, e que atenda a
demanda da sociedade a nível local, regional e nacional;
10
Objetivos específicos
●
Formar profissionais Meteorologistas capazes de: desempenhar as atribuições, previstas
na lei de regulamentação da profissão (Lei nº 6.385, de 14 de outubro de 1980); atender às
exigências que caracterizam o mundo contemporâneo; compreender a atual dinâmica das
transformações atmosféricas, buscando soluções para a mitigação dos problemas ambientais
desfavoráveis às condições socioeconômicas e de saúde que mais afligem as populações;
●
Propiciar ao alunado condições de atualização constante em relação ao conhecimento da
ciência Meteorologia, usufruindo da dinâmica do processo ensino-aprendizagem, em
particular, no atendimento da demanda do mercado de trabalho a nível local, regional,
nacional e internacional, favorecendo a sua intervenção nos diversos campos das atividades
humanas que utilizem como ferramenta de trabalho, variáveis meteorológicas;
●
Fomentar o ensino, a pesquisa e a extensão na Universidade Federal de Alagoas, na área
de Meteorologia;
●
Acompanhar as tendências atuais da formação profissional em nível superior, tais como,
preocupação com a valorização do ser humano, preservação do meio ambiente, integração
sociopolítica e capacidade de articulação direta com a pós-graduação.
5. HISTÓRICO DO CURSO
Nacionalmente, o primeiro Curso de Graduação, Bacharelado em Meteorologia,
iniciou-se em 1964, na Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ. Após a criação de
outros cursos em outras universidades (tais como, USP, UFPA e UFPB), dois projetos
elaborados pelo professor José de Lima Filho – alagoano nascido no município de Maragogi
– deram origem à criação de mais dois Cursos de Graduação, Bacharelado em Meteorologia
no Brasil: um na Universidade Federal de Pelotas-UFPel/RS, e outro na Universidade Federal
de Alagoas-UFAL.
O curso da UFAL, criado no dia 09 de agosto de 1978, somente começou a funcionar
no segundo semestre de 1979, quando se iniciaram as aulas para a sua primeira turma de
discentes, e teve sua primeira turma de alunos concluintes em dezembro de 1984. Em 13 de
agosto de 1987, foi emitida a Portaria nº 460, por meio da qual houve o Reconhecimento do
Curso pelo Conselho Federal de Educação/MEC, publicada no Diário Oficial da União/DOU
de 17 de agosto desse mesmo ano.
11
A primeira reforma curricular aconteceu pouco mais da metade da década de 1980,
durante um seminário intitulado “Seminário de redefinição do Currículo do Curso de
Meteorologia da UFAL”. Desde então aconteceram várias reformas.
No âmbito institucional, administrativamente, o curso executou suas atividades junto
aos seguintes setores da UFAL: Departamento de Geociências-GEO (antigo prédio de
Geociências – 1979), Departamento de Geografia e Meteorologia-GEM (antigo prédio de
Geociências na década de 80), Departamento de Meteorologia-MET (antigo prédio do CCEN
na década de 90), e atualmente ( 2022), integra o Instituto de Ciências Atmosféricas-ICAT
(antigo prédio do CCEN).
Na esfera da qualificação docente, o curso contou com professores graduados e
especialistas, em seguida, compuseram o corpo docente mestres e doutores contanto
atualmente, com 19 docentes (17 doutores, 2 mestres). Registre-se ainda que, posteriormente
(na década de 1990), foi implantada a pós-graduação, com o programa de mestrado.
6. PERFIL DO EGRESSO
Em âmbito nacional e regional, o Bacharel em Meteorologia, formado pela
Universidade Federal de Alagoas, é um profissional capaz de desenvolver novas tecnologias
que o possibilite gerar, analisar, e interpretar produtos meteorológicos para aplicação nos
diversos ramos da ciência, face às demandas sociais, com visão crítica, criativa, que o permite
executar os objetivos do curso. Esse profissional está apto a desenvolver atividades em
setores públicos e privados na área de Meteorologia ou nas áreas de interface desta ciência,
de acordo com o nível de escolaridade de sua formação.
O profissional Meteorologista deve ter a capacidade de dirigir órgãos e serviços da
Meteorologia em instituições públicas ou privadas: estudar e pesquisar os fenômenos
atmosféricos e suas modificações para solucionar problemas relacionados com o tempo;
pesquisar e avaliar recursos naturais na atmosfera; introduzir técnicas e métodos em trabalhos
de Meteorologia; emitir pareceres técnicos em Meteorologia relacionados com outras
ciências; elaborar estudos e relatórios de impacto ambiental; interpretar as interações entre o
oceano e a atmosfera nas diversas escalas de tempo e de espaço; gerar e interpretar
informações meteorológicas e climatológicas para auxiliarem as atividades agropecuárias;
pesquisar, planejar e dirigir a aplicação da Meteorologia nos diversos campos de atividades
humanas.
12
7. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O documento “Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do Curso de Graduação em
Meteorologia, Bacharelado” – Parecer CNE/CES Nº 4/2008, aprovado em 06/08/2008,
estabelece que deve possibilitar formação profissional que revele, pelo menos, as seguintes
competências e habilidades:
7.1 – Competências:
a) desenvolver métodos e elaborar previsões do tempo;
b) elaborar diagnósticos e projeções climáticas;
c) elaborar estudos e relatórios de impacto ambiental;
d) diagnosticar a poluição do ar e prever a dispersão de poluentes atmosféricos;
e) desenvolver e empregar técnicas de sensoriamento remoto para gerar informações de
interesse meteorológico;
f) gerar e interpretar informações meteorológicas e climatológicas para finalidade agrícola e
turismo/lazer;
g) instalar e aferir instrumentos meteorológicos, gerenciar redes observacionais e bancos de
dados meteorológicos;
h) interpretar e modelar o acoplamento entre os ramos atmosférico e terrestre do ciclo
hidrológico e biogeoquímico;
i) interpretar e modelar as interações entre oceano/atmosfera e biosfera/atmosfera nas
diversas escalas de espaço e tempo;
j) contribuir no planejamento, execução e apoio das atividades de transporte aéreo, marítimo
e terrestre, objetivando a sua segurança e economia;
k) apoiar as atividades da Defesa Civil, principalmente as de caráter preventivo;
l) estimar índices de conforto ambiental;
m) exercer atividades de ensino e pesquisa em Meteorologia e suas aplicações ao Meio
Ambiente;
n) produzir e divulgar as informações meteorológicas nos meios de comunicação;
o) prestar consultoria, assessoria e emitir laudos técnicos em assuntos pertinentes à
Meteorologia.
7.2 – Habilidades:
a) estudar e interpretar os fenômenos atmosféricos e as ciências relacionadas;
13
b) discernir sobre as diversas aplicações, bem como adaptar, absorver e desenvolver novas
tecnologias e ferramentas colocadas à disposição da Meteorologia, visando a subsidiar
diversas atividades humanas;
c) desenvolver postura crítica e criativa na identificação de problemas, com visão ética e
humanista em atendimento às demandas da sociedade.
8. CAMPO DE ATUAÇÃO
* Empresas de televisão que utilizam boletins ou informações meteorológicas;
*Serviços meteorológicos de setores de Segurança Nacional (Exército, Marinha e
Aeronáutica);
*Órgãos ou empresas que trabalham com Sensoriamento remoto;
*Empresas ou instituições agrícolas públicas ou privadas;
*Órgãos municipais, estaduais e nacionais de Meio Ambiente;
*Empresas privadas ou órgãos públicos que trabalham com diagnósticos ou monitoramento
da poluição do ar;
*Setores públicos que trabalham com previsão ou monitoramento de desastres naturais;
*Instituições que desenvolvem serviços de Meteorologia, como por exemplo: Centro de
Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CEPTEC ), Companhia de Tecnologia e
Saneamento Ambiental (CETESB), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a
Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO) e o Instituto Nacional de
Meteorologia (INMET), o Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM), empresas do mercado
financeiro, em que lidam com simulações para tomadas de decisão. Além dessas instituições
que gozam de destaque nacional, há ainda outras em nível regional e local.
9. METODOLOGIA
Durante os semestres letivos, as disciplinas serão desenvolvidas a partir de uma
metodologia que busca enfatizar a relação teoria-prática, numa perspectiva interdisciplinar,
baseada nos processos físicos e na sua interpretação matemática, quando necessária,
adquiridos ao longo do curso. As aulas serão expositivas, com a possibilidade de utilização de
projetores de multimídia (data show) e lousa, além de aulas de campo e em laboratórios,
quando for o caso. Algumas disciplinas poderão utilizar seminários como forma de avaliação.
As avaliações fazem parte de um processo contínuo em que o aluno será acompanhado em
14
todo o seu percurso, utilizando exercícios extraclasse, discussão de artigos técnicos e
científicos em sala de aula, prova em sala de aula, entre outros métodos de avaliação.
10. INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSVERSALIDADE
O Curso de Meteorologia na grande maioria de suas competências trata do assunto
educação ambiental de forma transversal nas disciplinas: Meteorologia Ambiental,
Legislação Ambiental, Análise Ambiental e Geoprocessamento, e Avaliação de Impactos
Ambientais, disciplinas obrigatórias e eletivas que tratam diretamente o assunto de educação
ambiental, pois além de atender a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, e ao Decreto nº 4.281,
de 25 de junho de 2002, da Presidência da República, fica estabelecido que é competência do
Meteorologista elaborar estudos e relatórios de impacto ambiental, exercer atividades de
ensino e pesquisa em Meteorologia e suas aplicações ao Meio Ambiente, entre outras.
Seguindo a Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, a Educação em Direitos Humanos
de forma transversal estar presente na formação do Bacharel em Meteorologia nas diferentes
áreas do conhecimento, em seus processos de promoção, proteção, defesa e aplicação na vida
cotidiana e cidadã de sujeitos de direitos e de responsabilidades individuais e coletivas.
Como parte integrante de sua política de ensino e em consonância com a Constituição
Federal em seus Art. 5º, I, Art. 210, Art. 206, I, §1º do Art. 242, Art. 215 e Art. 216 e os Art.
26, 26A e 79B da Lei nº 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que asseguram
o direito à igualdade de condições de vida e de cidadania, assim como garantem igual direito
às histórias e cultural que compõem a nação brasileira, além do direito de acesso às diferentes
fontes da cultura nacional a todos os brasileiros. Ainda, em cumprimento às determinações
legais e visando atender à Indicação CNE/CP 3/2004, que regulamenta a alteração
introduzida pela Lei nº 9131/95, que estabelece a obrigatoriedade de seu ensino, a
Universidade Federal de Alagoas institui a disciplina de História Afro-Brasileira e Africana
na Educação Brasileira, de oferta optativa para os Bacharelados, com carga horária de
36
horas/aula. Assunto este tratado em disciplinas obrigatórias e eletivas como História Afro
Brasileira, Biometeorologia Humana e História da Meteorologia.
A referida disciplina faz parte das disciplinas
nde serão incluídos em seus
conteúdos questões como reconhecimento e valorização da identidade, história e cultura dos
afro-brasileiros, bem como a garantia de reconhecimento e igualdade de valorização das
raízes africanas da nação brasileira, ao lado das indígenas, europeias, asiáticas.
15
Já tendo em vista a interdisciplinaridade e transversalidade, nota-se uma grande
dependência de outras aéreas (conhecimento e aplicação) das condições meteorológicas, o
Curso adota como linha de trabalho disciplinas cuja abordagem é eminentemente
interdisciplinar, assim como disciplinas vinculadas à relação teoria e prática.
Nesse sentido, as disciplinas que se destacam no trabalho interdisciplinar são:
Micrometeorologia (Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Química, Energias
Renováveis etc), Biometeorologia (Saúde, Ciências Agronômicas e Zoológicas etc) e
Modelos de Previsão do Tempo e Clima (Geografia, Química, Engenharias, Transporte,
Saúde etc).
Já as disciplinas que se destacam na relação teoria e prática são: Agrometeorologia
(medições de variáveis meteorológicas nas culturas agrícolas), Meteorologia Sinótica (auxílio
à Aeronáutica e Marinha), Meteorologia Ambiental (monitoramento da poluição, chuva
ácida), Meteorologia Operacional (previsão e monitoramento do tempo meteorológico),
Meteorologia por Radar (monitoramento do tempo) e Sensoriamento Remoto (satélites
meteorológicos).
11. ORGANIZAÇÃO ESTRUTURAL CURRICULAR DO CURSO
A estrutura curricular do curso encontra-se distribuída em 3 (três) eixos distintos, sendo 2
(dois) destes eixos formados por disciplinas e 1 (um) por atividades obrigatórias. O primeiro
eixo comporta o bloco de disciplinas básicas, o segundo, o bloco de disciplinas
profissionalizantes e o terceiro é constituído pelas atividades obrigatórias, como Trabalho de
Conclusão de Curso - TCC, parte flexível e estágio supervisionado. O aluno pode optar por
cursar disciplinas eletivas que contribuem na melhoria da qualificação profissional. Há ainda
um conjunto de atividades complementares (extensão, pesquisa, monitoria) que capacitam o
aluno para realizar pesquisa científica, utilizar os conhecimentos acadêmicos em benefício da
sociedade e introduzi-la na vida profissional. Essa sequência lógica dos eixos é seguida na
distribuição das disciplinas na matriz curricular (disciplinas básicas, profissionalizantes,
eletivas e demais atividades), com a inclusão dos pré-requisitos de modo a garantir que a
sequência na aprendizagem seja cumprida.
Para demonstrar como se dá a distribuição percentual de acordo com os eixos da
matriz curricular do curso de Meteorologia Bacharelado, ver Quadro 01.
16
Quadro 01: Comparação qualitativa das disciplinas e tópicos apresentados de acordo com os
eixos da estrutura curricular.
Núcleo
Tópico
Matemática
Estatística
Básicas
Física
Informática
Comunicação e
Expressão
Fundamentais
Aplicadas
Profissionalizantes
Região de Estudo
Dinâmica
Sinótica
Operacionais
Cartografia
Planejamento
Ambiental
Eletivas
Disciplina
Fundamentos de Matemática
Matemática 1 para Meteorologia
Matemática 2 para Meteorologia
Matemática 3 para Meteorologia
Matemática 4 para Meteorologia
Álgebra Linear
Geometria Analítica
Estatística 1 para Meteorologia
Estatística 2 para Meteorologia
Fundamentos de Física
Física 1 para Meteorologia
Física 2 para Meteorologia
Física 3 para Meteorologia
Física 4 para Meteorologia
Física Experimental 1
Física Experimental 2
Física Experimental 3
Física Experimental 4
Introdução a Computação
Técnicas de Mídia e Investigação
Científica
Fundamentos da Meteorologia
Instrumento e Métodos de
Observação Meteorológicos
Radiação Solar
Biometeorologia
Meteorologia Agrícola
Meteorologia por Radar
Hidrometeorologia
Meteorologia Ambiental
Meteorologia Física
Oceanografia Física
Meteorologia Tropical
Micrometeorologia
Climatologia
Meteorologia Dinâmica 1
Meteorologia Dinâmica 2
Meteorologia Sinótica 1
Meteorologia Sinótica 2
Meteorologia Operacional
Modelos de Previsão do Tempo e
Clima
Sensoriamento Remoto
Elementos de Cartografia e
Astronomia
Avaliação de Impactos Ambientais
Legislação Ambiental
Disciplinas
% Carga Horária
Total
37.11%
45.36%
1.03%
17
Projeto de Extensão 1 - Parte I ACE1
Projeto de Extensão 1 - Parte II ACE2
Projeto de Extensão 2 - Parte I Projeto Extensão
ACE3
Projeto de Extensão 2 - Parte II ACE4
Evento
Evento ou Curso de Extensão - ACE5
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
Estágio Supervisionado
Parte Flexível
Disciplina
Extensão
Atividades
Complementares
10.31%
6.19%
A figura 1 mostra a distribuição percentual da carga horária por semestres e das
componentes curriculares, onde fica evidente distribuição homogênea da carga horária do
curso com a evolução do aluno durante os semestres cursados, figuras 1a e 1b. Pode-se com
o auxílio da figura 1c, ter uma ideia geral das Componentes Curriculares do curso, para
dimensionar como é feita a distribuição das atividades ao longo do curso.
Figura 1: Distribuição Percentual da Carga Horária Semestral .
(a) Diurno
(b) Noturno
18
(c)
11.1 - Estrutura da Matriz Curricular do Curso de Meteorologia Bacharelado DIURNO
Na tabela 03, estão sendo apresentadas a distribuição da Carga Horária Total do Curso
(CHTC) diurno, de acordo com as componentes curriculares necessárias para a formação do
aluno no Curso de Bacharel em Meteorologia.
Tabela 03: Distribuição da carga horária do Curso Diurno.
Componentes Curriculares
CHT por
Componente
Disciplinas Obrigatórias
2880
Disciplinas Eletivas
36
Estágio Supervisionado
72
Atividades Curriculares de Extensão
360
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
72
Atividades Complementares
72
Carga Horária Total do Curso
3492
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: Mínima: 291 horas Máxima: 450 horas
DURAÇÃO DO CURSO: 8 semestres
Mínima: 8 semestres Máxima: 12 semestres;
VAGAS: 60 vagas anuais
PARTE FIXA (DIURNO)
1º SEMESTRE
CHTS
CÓDIGO
METR094
DISCIPLINA
INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO
ELEMENTOS DE CARTOGRAFIA E
METR095
ASTRONOMIA
METR096 FUNDAMENTOS DA METEOROLOGIA
INSTRUMENTO E MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO
METR097
METEOROLÓGICOS
TÉCNICAS DE MÍDIA E INVESTIGAÇÃO
METR098
CIENTÍFICA
Prática
Total
PRÉREQUISITOS
18
72
-----
54
18
72
-----
54
18
72
-----
54
18
72
-----
54
18
72
-----
Teori
a
54
19
METR099
FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA
54
18
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
2º SEMESTRE
CÓDIGO
DISCIPLINA
METR100
METR101
METR102
METR103
METR104
MATEMÁTICA 1 PARA METEOROLOGIA
OCEANOGRAFIA FÍSICA
FUNDAMENTOS DA FÍSICA
ESTATÍSTICA 1 PARA METEOROLOGIA
GEOMETRIA ANALÍTICA
METR105
PROJETO DE EXTENSÃO 1 - PARTE I - ACE1
DISCIPLINA
METR106
METR107
METR108
METR109
METR110
METR111
Teoria
54
54
54
54
54
CHTS
Prática
18
18
18
18
18
Total
72
72
72
72
72
54
18
72
DISCIPLINA
METR112
METR113
METR114
METR115
METR116
METR117
METR118
Teoria
54
54
54
54
54
18
CHTS
Prática
18
18
18
18
18
54
Teoria
54
54
0
54
54
36
18
CHTS
Prática
18
18
36
18
18
0
54
Teoria
54
54
54
54
0
18
0
CHTS
Prática
18
18
18
18
36
18
72
METEOROLOGIA DINÂMICA 1
HIDROMETEOROLOGIA
FÍSICA EXPERIMENTAL 1
FÍSICA 2 PARA METEOROLOGIA
MATEMÁTICA 3 PARA METEOROLOGIA
LEGISLAÇÃO E DIREITO AMBIENTAL
PROJETO DE EXTENSÃO 2 - PARTE I - ACE3
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
5 º SEMESTRE
CÓDIGO
METR119
METR120
METR121
METR122
METR123
METR124
METR125
DISCIPLINA
METEOROLOGIA FÍSICA
METEOROLOGIA DINÂMICA 2
MATEMÁTICA 4 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA 3 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA EXPERIMENTAL 2
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
PROJETO DE EXTENSÃO 2 - PARTE II - ACE4
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
6º SEMESTRE
CÓDIGO
DISCIPLINA
PRÉREQUISITOS
METR099
------------METR099
METR097
METR098
432
MATEMÁTICA 2 PARA METEOROLOGIA
BIOMETEOROLOGIA
ÁLGEBRA LINEAR
FÍSICA 1 PARA METEOROLOGIA
ESTATÍSTICA 2 PARA METEOROLOGIA
PROJETO DE EXTENSÃO 1 - PARTE II - ACE2
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
4º SEMESTRE
CÓDIGO
-----
432
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
3º SEMESTRE
CÓDIGO
72
CHTS
Total
72
72
72
72
72
72
432
Total
72
72
36
72
72
36
72
432
Total
72
72
72
72
36
36
72
432
PRÉREQUISITOS
METR100
--------METR102
METR103
METR105
PRÉREQUISITOS
METR109
----METR109
METR109
METR106
------METR111
PRÉREQUISITOS
METR115
METR112
METR116
METR115
METR115
METR117
METR118
20
Teoria
METR126
METR127
METR128
METR129
METR130
METR131
RADIAÇÃO SOLAR
54
METEOROLOGIA AMBIENTAL
54
METEOROLOGIA SINÓTICA 1
54
FÍSICA 4 PARA METEOROLOGIA
54
FÍSICA EXPERIMENTAL 3
0
EVENTO OU CURSO DE EXTENSÃO - ACE5
0
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
7º SEMESTRE
CÓDIGO
DISCIPLINA
METR132
METR133
METR134
METR135
METR136
METR137
Teoria
54
54
54
0
54
0
METEOROLOGIA AGRÍCOLA
METEOROLOGIA SINÓTICA 2
CLIMATOLOGIA
FÍSICA EXPERIMENTAL 4
METEOROLOGIA TROPICAL
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
8º SEMESTRE
CÓDIGO
DISCIPLINA
Teoria
METR138
METR139
METR140
METR141
METR142
METEOROLOGIA OPERACIONAL
54
SENSORIAMENTO REMOTO
54
MODELOS DE PREVISÃO DE TEMPO E CLIMA
54
MICROMETEOROLOGIA
54
METEOROLOGIA POR RADAR
54
36
DISCIPLINA ELETIVA
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
COMPONENTE CURRICULAR OBRIGATÓRIO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
Prátic
a
18
18
18
18
36
72
CHTS
Prática
18
18
18
36
18
72
CHTS
Prátic
a
18
18
18
18
18
0
CHTS
72
72
Total
72
72
72
72
36
72
396
Total
72
72
72
36
72
72
396
Total
72
72
72
72
72
36
396
PRÉREQUISITOS
METR119
METR124
METR120
METR122
METR122
METR125
PRÉREQUISITOS
METR126
METR128
----METR129
METR128
METR128
PRÉREQUISITOS
METR120
METR126
METR128
METR126
METR132
-----
PRÉREQUISITOS
7º SEMESTRE
-----
11.2 - Estrutura da Matriz Curricular do Curso de Meteorologia Bacharelado
NOTURNO
Na tabela 04, está apresentada a distribuição da Carga Horária Total do Curso (CHTC)
, de acordo com as componentes curriculares necessárias para a formação do aluno
no Curso de Bacharel em Meteorologia.
Tabela 04: Distribuição da carga horária do Curso Noturno.
Componentes Curriculares
Disciplinas Obrigatórias
CHT por
Componente
2880
21
Disciplinas Eletivas
Estágio Supervisionado
Atividades Curriculares de Extensão
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Atividades Complementares
Carga Horária Total do Curso
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: Mínima: 232 horas
DURAÇÃO DO CURSO: 10 semestres
Mínima: 10 semestres
Máxima: 15 semestres
VAGAS: 0 vagas anuais
36
72
360
72
72
3492
Máxima: 360 horas
PARTE FIXA NOTURNO
1º SEMESTRE
CÓDIGO
METR094
METR095
METR096
METR098
METR099
DISCIPLINA
INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO
ELEMENTOS DE CARTOGRAFIA E
ASTRONOMIA
FUNDAMENTOS DA METEOROLOGIA
TÉCNICAS DE MÍDIA E INVESTIGAÇÃO
CIENTÍFICA
FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA
CHTS
Teoria
Prática
Total
PRÉREQUISITOS
54
18
72
-----
54
18
72
-----
54
18
72
-----
54
18
72
-----
54
18
72
-----
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
360
2º SEMESTRE
Teoria
54
CHTS
Prática
18
Total
72
PRÉREQUISITOS
METR099
54
18
72
-----
54
18
72
-----
FUNDAMENTOS DA FÍSICA
54
GEOMETRIA ANALÍTICA
54
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
18
18
72
72
360
----METR099
CÓDIGO
DISCIPLINA
METR100
MATEMÁTICA 1 PARA METEOROLOGIA
INSTRUMENTOS E MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO
METEOROLÓGICOS
BIOMETEOROLOGIA
METR097
METR107
METR102
METR104
3º SEMESTRE
CÓDIGO
DISCIPLINA
METR106
METR108
METR103
METR109
MATEMÁTICA 2 PARA METEOROLOGIA
ÁLGEBRA LINEAR
ESTATÍSTICA 1 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA 1 PARA METEOROLOGIA
Teoria
54
54
54
54
METR105
PROJETO DE EXTENSÃO - PARTE I - ACE1
54
TOTAL DA PARTE FIXA
CHTS
Prática
18
18
18
18
Total
72
72
72
72
18
72
360
PRÉREQUISITOS
METR003
--------METR102
METR097
METR098
22
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
4º SEMESTRE
CÓDIGO
DISCIPLINA
METR110
METR114
METR115
METR116
METR111
ESTATÍSTICA 2 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA EXPERIMENTAL 1
FÍSICA 2 PARA METEOROLOGIA
MATEMÁTICA 3 PARA METEOROLOGIA
PROJETO DE EXTENSÃO 1 - PARTE II - ACE2
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTA (CARGA HORÁRIA TOTAL ANUAL)
5 º SEMESTRE
CÓDIGO
DISCIPLINA
METR112
METR121
METR122
METR123
METR118
METEOROLOGIA DINÂMICA 1
MATEMÁTICA 4 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA 3 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA EXPERIMENTAL 2
PROJETO DE EXTENSÃO 2 - PARTE I - ACE3
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
6º SEMESTRE
CÓDIGO
DISCIPLINA
METR120
METR117
METR129
METR130
METR125
METEOROLOGIA DINÂMICA 2
LEGISLAÇÃO E DIREITO AMBIENTAL
FÍSICA 4 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA EXPERIMENTAL 3
PROJETO DE EXTENSÃO 2 - PARTE II - ACE4
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
7ºSEMESTRE
CÓDIGO
DISCIPLINA
METR119
METR113
METR128
METR135
METR131
METR124
METEOROLOGIA FÍSICA
HIDROMETEOROLOGIA
METEOROLOGIA SINÓTICA 1
FÍSICA EXPERIMENTAL 4
EVENTO OU CURSO DE EXTENSÃO - ACE5
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
8º SEMESTRE
CÓDIGO
METR101
METR126
METR127
METR133
METR137
DISCIPLINA
OCE ANOGRAFIA FÍSICA
RADIAÇÃO SOLAR
METEOROLOGIA AMBIENTAL
METEOROLOGIA SINÓTICA 2
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
9º SEMESTRE
Teoria
54
0
54
54
18
CHTS
Prática
18
36
18
18
54
Teoria
54
54
54
0
18
CHTS
Prática
18
18
18
36
54
Teoria
54
36
54
0
18
CHTS
Prática
18
0
18
36
54
Teoria
54
54
54
0
0
18
CHTS
Prática
18
18
18
36
72
18
Teoria
54
54
54
54
0
CHTS
Prática
18
18
18
18
72
Total
72
36
72
72
72
324
Total
72
72
72
36
72
324
Total
72
36
72
36
72
288
Total
72
72
72
36
72
36
360
Total
72
72
72
72
72
360
PRÉREQUISITOS
METR103
METR109
METR109
METR106
METR105
PRÉREQUISITOS
METR109
METR116
METR115
METR115
METR111
PRÉREQUISITOS
METR112
------METR122
METR122
METR118
PRÉREQUISITOS
METR115
----METR120
METR129
METR125
METR117
PRÉREQUISITOS
----METR119
METR124
METR128
METR128
23
CHTS
CÓDIGO
DISCIPLINA
METR132
METR139
METR134
METR136
METEOROLOGIA AGRÍCOLA
SENSORIAMENTO REMOTO
CLIMATOLOGIA
METEOROLOGIA TROPICAL
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
10º SEMESTRE
CÓDIGO
DISCIPLINA
METR138
METR140
METR141
METR142
METEOROLOGIA OPERACIONAL
MODELOS DE PREVISÃO DE TEMPO E CLIMA
MICROMETEOROLOGIA
METEOROLOGIA POR RADAR
DISCIPLINA ELETIVA
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
COMPONENTE CURRICULAR OBRIGATÓRIO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
Teori
a
54
54
54
54
Teoria
54
54
54
54
36
Prática
Total
18
18
18
18
72
72
72
72
288
CHTS
Prática
18
18
18
18
0
CHTS
72
72
Total
72
72
72
72
36
324
PRÉREQUISITOS
METR126
METR126
----METR128
PRÉREQUISITOS
METR120
METR128
METR126
METR132
-----
PRÉREQUISITOS
9º SEMESTRE
-----
11.3 - Quadro das disciplinas eletivas
Tabela 05: Disciplinas eletivas (Diurno e Noturno).
CÓDIGO
DISCIPLINA
CHT
S
PRÉREQUISITOS
METR
ATMOSFERA PLANETÁRIA
54
-----
BIOMETEOROLOGIA HUMANA
36
BIOMETEOROLO
GIA
BOTÂNICA
54
-----
CONFORTO AMBIENTAL
54
RADIAÇÃO
SOLAR
METR
ECOLOGIA
36
-----
METR
EDUCAÇÃO FÍSICA
72
-----
ELEMENTOS DE GEOLOGIA
72
-----
72
METEOROLOGIA
AGRÍCOLA
72
-----
METR156
METR
METR152
METR144
METR
METR
EXPERIMENTAÇÃO EM
METEOROLOGIA AGRÍCOLA
FUNDAMENTOS DE TOPOGRAFIA E
AEROFOTOGRAMETRIA
METR
HIDRODINÂMICA AVANÇADA
72
METEOROLOGIA
DINÂMICA 2
METR149
HISTÓRIA DA METEOROLOGIA
36
-----
PALEOCLIMATOLOGIA
54
DINÂMICA DO
CLIMA
METR
24
METR154
PROFISSÃO DOCENTE
54
-----
METR
TÓPICOS ESPECIAIS DE MATEMÁTICA
APLICADA
54
ESTATISTICA 2
METR
BIOMETEOROLOGIA ZOOLÓGICA
36
-----
METR
BIOMETEOROLOGIA FITOLÓGICA
36
-----
METR151
COMPUTAÇÃO APLICADA À
METEOROLOGIA
72
-----
METR143
ENERGIA EÓLICA
54
-----
METR
ENERGIA SOLAR
54
-----
METR155
METEOROLOGIA
SATÉLITE
54
------
SINÓTICA
POR
METR
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
36
------
METR
HISTÓRIA AFRO BRASILEIRA
36
------
ANÁLISE AMBIENTAL E
GEOPROCESSAMENTO
72
METEOROLOGIA
AMBIENTAL
METR
FRANCÊS TÉCNICO
54
-----
METR146
GEOGRAFIA FÍSICA
54
-----
METR150
INGLÊS TÉCNICO
54
-----
METR145
QUÍMICA FUNDAMENTAL
54
-----
METR147
LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE
SINAIS
54
------
METR148
MODELAGEM ATMOSFÉRICA
54
------
EMPREENDEDORISMO
54
------
ATMOSFERAS PLANETÁRIAS
36
------
METR153
METR
METR157
Legenda:
CHTA = Carga Horária Total Semestral
DISCIPLINAS EQUIVALENTES
MATEMÁTICA 1 PARA METEOROLOGIA
=
CÁLCULO 1
MATEMÁTICA 2 PARA METEOROLOGIA
=
CÁLCULO 2
MATEMÁTICA 3 PARA METEOROLOGIA
=
CÁLCULO 3
MATEMÁTICA 4 PARA METEOROLOGIA
=
CÁLCULO 4
FÍSICA 1 PARA METEOROLOGIA
=
FÍSICA 1
FÍSICA 2 PARA METEOROLOGIA
=
FÍSICA 2
FÍSICA 3 PARA METEOROLOGIA
=
FÍSICA 3
FÍSICA 4 PARA METEOROLOGIA
=
FÍSICA 4
ESTATÍSTICA 1 PARA METEOROLOGIA
=
ESTATÍSTICA 1
ESTATÍSTICA 2 PARA METEOROLOGIA
=
ESTATÍSTICA 2
25
CLIMATOLOGIA
=
DINÂMICA DO CLIMA
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
=
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS 1
12. EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
12.1 - Disciplinas Obrigatórias
Código: METR094
Disciplina: INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 1º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Tópicos de linguagem de programação e sistemas operacionais. Introdução de ferramentas
gráficas. Aplicativos para visualização. Processamento de dados em geral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
FORBELLONE, André L. V.; EBESRPACHER, Henri F. Lógica de programação a
construção de algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2012.
●
MACHADO, F. B.; MAIA, L. P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4. Ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2007.
●
SIPSER, M; Introdução à teoria da computação. São Paulo: Thomson Learning,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
CORMEN, Thomas H. et al. (...). Algoritmos: teoria e pratica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2002.
●
EVARISTO, Jaime. Aprendendo a programar – programando em Turbo Pascal.
Rio de Janeiro: Book Express, 2002.
●
HANSELMAN, D.; LITTLEFIELD, B. Matlab 5: versão do estudante: guia do
usuário. São Paulo: Makron Books, 1999.
●
HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. Matlab 6: curso completo. São
Paulo: Prentice-Hall, 2003.
●
FORBELLONE, André Luiz Villar; EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de
programação. 2. ed. Makron Books, 2000.
Disciplina: ELEMENTOS DE CARTOGRAFIA E
Código: METR095
ASTRONOMIA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 1º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Noções de Geografia. Cartografia. Noções de Cosmografia. O Universo. Satélites artificiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
DUARTE, P. A. Fundamentos de cartografia – 2. Ed. rev. e ampl.. Florianópolis: Ed.
da UFSC, 2002.
●
FITZ, Paulo Roberto. Cartografia básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008.
●
OLIVEIRA FILHO, Kepler de Souza; SARAIVA, Maria de Fátima
Oliveira. Astronomia e astrofísica. 2. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BAKULIN, Pavel Ivanovich; KONONOVICH, E. V; MOROZ, V. I. Curso de
astronomia general. [S.l.]: Mir, c1987. 567 p
●
DENT, Borden D.; TORGUSON, Jeffrey S.; HOLDLER, Thomas
W. Cartography: thematic map design. 6th. ed. Boston: McGraw-Hill : Higher Education,
2009.
●
DUARTE, P.A. Cartografia temática (série didática). Florianópolis: Ed. da UFSC,
26
1991.
●
JOLY, F. A cartografia. 14 ed. São Paulo, SP: Papirus, 2011.
●
NOGUEIRA, Ruth E. Cartografia: representação, comunicação e visualização de
dados espaciais. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2009.
Código: METR096
Disciplina: FUNDAMENTOS DA METEOROLOGIA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 1º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Introdução à Meteorologia: estrutura meteorológica e organização dos serviços
meteorológicos. Composição e estrutura da atmosfera. Temperatura do ar. Pressão
atmosférica. Umidade. Condensação, Nuvens e precipitação. Vento. Circulação geral da
atmosfera e estabilidade atmosférica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
OMETTO, A. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Ceres, 1981.
●
SILVA, M. A. Varejão. Meteorologia e climatologia. INMET 2005, versão eletrônica.
●
VIANELLO, R. L. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: Universidade Federal
de Viçosa, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
TRIPLET, J. P.; ROCHE, G. Méteorologie génerale. École Nationale de
Météorologie, 1977.
●
LUTGENS, F. K.; EDWARD J. T. The atmosphere: an introduction to
meteorology.
Englewood
Clifs
(USA):
Prentice-Hall,
1986.
●
MEDINA, Mariano; MEDINA, Mariano. Iniciación a la meteorología: panorama
actual de la ciencia del tiempo. 5. ed. Madrid: 1980. 252 p. ISBN 8428303444 (broch.).
●
MENDONÇA, Francisco et al. Clima urbano. São Paulo: Contexto, 2003. 192 p. :
ISBN 8572442391 : (Broch.)
●
AHRENS, C. D. Meteorology today. St. Paul (MN): West Pub. Co., 1994.
●
WORLD
METEOROLOGICAL ORGANIZATION
(WMO).
Guide
to
meteorological instruments and methods of observation. 7. ed. Geneva 2: WMO. 2008.
ISBN
978-9263-100085.
Disponível
em:
https://www.wmo.int/pages/prog/gcos/documents/gruanmanuals/
CIMO/CIMO_Guide7th_Edition-2008.pdf.
Código: METR099
Disciplina: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 1º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Equações do 1º, 2° e 3°graus a uma incógnita. Funções elementares: linear, afim, quadrática,
modular e polinomial. Sistemas de Equações Lineares. Fatoração. Frações Algébricas.
Polinômios. Noções básicas de Matrizes e Determinantes. Álgebra de números complexos:
trigonometria circular e hiperbólica. Funções exponenciais, logarítmicas e trigonométricas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
ÁVILA, Geraldo. Análise matemática para licenciatura. São Paulo: Edgard
Blücher, 2006.
●
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5.ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S. A., 2001.
●
ÁVILA, Geraldo. Introdução à análise matemática. 2. ed. rev. São Paulo: Edgard
Blücher, c1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BOULOS, Paulo. Pré-Cálculo. São Paulo: Pearson Makron Books, X, 101p. 2001.
●
DEMANA, Franklin D. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson/Addison-Wesley, xviii, 380p.
2009.
27
●
LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C.; WAGNER, E. & MORGADO, A. C. Temas e
Problemas Elementares. Coleção do Professor de Matemática. SBM, 2006.
●
DO CARMO, M. P. Trigonometria e Números Complexos. Coleção do Professor de
Matemática. SBM, 2005.
Código: METR102
Disciplina: FUNDAMENTOS DA FÍSICA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 2º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Historia da Física. Método científico. Medidas e erros. Grandezas físicas. Vetores.
Fundamentos de Mecânica e Termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: gravitação,
ondas e termodinâmica. 7. Ed. Rio de Janeiro: LTC, c2007.
●
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. 8. Ed. Rio de
Janeiro: LTC, c2009.
●
EISBERG, R. M.; LERNER, L. S. Física: Fundamentos e Aplicações. São Paulo:
McGraw-Hill, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
EISBERG, R. M. Fundamentos da Física Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1979.
●
TIPLER, P. A.; LLEWELLYN, R. A. Física Moderna. 5. Ed. Rio de Janeiro: LTC,
c2010.
●
RAMALHO JÚNIOR, F.; FERRARO, N. G.; SOARES, P. A. T. Os fundamentos da
física: mecânica. 9. Ed. São Paulo: Moderna, 2007.
●
HEWITT, P. G. Fundamentos de Física Conceitual. Porto Alegre: Bookman, 2009.
●
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física, volume 1:
mecânica. 9. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Código: METR101
Disciplina: OCEANOGRAFIA FÍSICA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 2º (Diurno) / 8º (Noturno)
EMENTA:
Bacias oceânicas. Composição da água do mar. Parâmetros físicos do oceano. Massas de
água. Circulação dos oceanos. Ondas. Marés. Interações oceano-atmosfera.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
GARRISON, Tom. Fundamentos de oceanografia. São Paulo: CENGAGE Learning,
c2010. 426 p.
●
PICKARD, George L; EMERY, William J. Descriptive physical oceanography: an
introduction. 5th.ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, c1990. 320p.
●
ESTUDOS oceanográficos: do instrumental ao prático. Pelotas, RS: Textos, 2011.
461.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
LEMES, Marco Antonio Maringolo; MOURA, Antonio Divino. Fundamentos de
dinâmica aplicados à meteorologia e oceanografia. São José dos Campos, SP: Univap,
1998. 484p.
●
MIRANDA, Luiz Bruner de; CASTRO, Belmiro Mendes de; KJERFVE, Björn.
Princípios de oceanografia física de estuários. 2. ed. São Paulo, SP: EDUSP, 2002. 414p.
●
TUREKIAN, Karl K. Oceanos. São Paulo: Edgard Blucher, 1996. 151 p.
●
SIEDLER, Gerold; CHURCH, John; GOULD, John (editor). Ocean circulation and
climate: observing and modelling the global ocean. San Diego: Academic Press, c2001.
xix, 715 p. : v. 77).
●
OCEANOGRAFIA por satélites. São Paulo: Oficina de Textos, 2005. 336 p.
28
Código: METR100
Disciplina: MATEMÁTICA 1 PARA METEOROLOGIA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 2º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Limites e continuidade. A derivada e a derivação. Valores extremos das funções.
Técnicas de construção de gráficos e a diferencial. Integração e a integração definida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
●
AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
3V, 2003.
●
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L., 1940. Cálculo: um curso
moderno e suas aplicações. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A.,
10. 2010.
●
STEWART, James. Cálculo. 5. ed. . vol. 1. São Paulo, SP: CENGAGE Learning,
2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
MUNEM, Mustafá A.; CORDEIRO, André Lima (Trad.). Cálculo. Rio de Janeiro:
LTC, 2v., 1982.
●
ROCHA, Luiz Mauro. Cálculo 1: limites, derivadas, integrais, exercícios resolvidos,
670 exercícios com respostas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 250 p., 1994.
●
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. Vol. 1. São
Paulo: Makron Books, 1994.
●
THOMAS, George Brinton. Cálculo. 12. ed. Rio de Janeiro: Pearson Education do
Brasil, 2v, 2013.
Código: METR103
Disciplina: ESTATÍSTICA 1 PARA METEOROLOGIA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 2º (Diurno) / 3º (Noturno)
EMENTA:
Estatística Descritiva Aplicada às Variáveis Meteorológicas. Parâmetros Estatísticos
Descritivos. Noções de Amostragem. Distribuição de Frequência com Variáveis
Meteorológicas. Séries temporais. Regressão e correlação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
BUSSAB, W. O. Estatística Básica. 4. Ed. São Paulo: Atual, 1990.
●
SPIEGEL, M.R; STEPHENS, L. J. Estatística. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.
●
MORETTIN, P. A; BUSSAB, W. de O. Estatística básica.6. ed. São Paulo: Saraiva,
2010
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BONINI, E. E.; BONINI, S. E. Estatística: Teoria e Exercícios. São Paulo: Loyola,
1972.
●
NAZARETH, H. R. S. Curso Básico de Estatística. 12. Ed. Ática, 1999.
●
BERQUO, E. S.; SOUZA, J. M. P.; GOTLIEB, S. L. D. Bioestatística. 2. Ed. Rev.
São Paulo: Ed. Pedagógica e Universitária, c1981.
●
COSTA NETO, Pedro Luiz de O. Estatística. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.
Código: METR107
Disciplina: BIOMETEOROLOGIA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 3º (Diurno) e 2º (Noturno)
EMENTA:
Introdução à Biometeorologia: definições, classificações, desenvolvimento histórico,
influência do tempo e do clima nas atividades humanas, o conceito de clima em
biometeorologia. A influência das alterações atmosféricas sobre homens, animais e plantas:
abordagens teóricas básicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
BERGAMASCHI, H. Desenvolvimento de déficit hídrico em culturas. In:
29
BERGAMASCHI, H. (Coord.). Agrometeorologia aplicada à irrigação. Porto Alegre:
UFRGS, 1992.
●
MUNN, R.E. Biometeorology methods. New York: Academic Press, 1970.
●
OLIVEIRA, José Clênio Ferreira de. Biometeorologia: estudo de casos em Maceió,
Alagoas: efeitos de elementos meteorológicos na qualidade de vida urbana e na saúde
humana. Maceió: Fundação Manoel Lisboa: Secretaria de Planejamento do Estado de
Alagoas, 2005.
●
OMETTO, J. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Editora Agronômica Ceres
Ltda., 1981.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR:
●
LINS JR., E. M. de F. Avaliação climatológica de regiões de Alagoas aplicada à
criação animal. Maceió, 2001. 50p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) –
Departamento de Meteorologia, Centro de Ciências Exatas e Naturais, Universidade Federal
de Alagoas, Maceió, 1993.
●
MONTEITH, J. L. Vegetation and the atmosphere. New York: Academic Press,
1975.
●
VIANELLO, R. L. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: Universidade Federal
de Viçosa, 1991.
●
SILVA, R. G. da. Introdução a Bioclimatologia animal. São Paulo: Nobel, 2000.
●
TROMP, S. W. Biometeorology: the impact of the weather and climate on humans
and their environment. London, Heyden, 346p., 1980.
Código: METR104
Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 2º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Reta, Segmentos e Ângulos. Vetores. Produto escalar e vetorial. Retas. Plano. Distâncias.
Parábola. Elipse. Hipérbole. Cônicas. Quádricas. Cilíndricas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
EDWARDS, C. H; PENNEY, D. E. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio de
Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1997.
●
THOMAS, G. B. Cálculo e geometria analítica. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos Editora S. A., c1988. 974 p.
●
LOPES, J. B. Cônicas: história e aplicações. Maceió, AL, 2013. 46 f. Monografia
(Licenciatura em Matemática) - Universidade Federal de Alagoas, Instituto de Matemática,
Maceió, AL, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
MOURA, J. R. de. Medida e forma em geometria. Maceió, AL, 2014. 62 f.
Monografia (Licenciatura em Matemática) - Universidade Federal de Alagoas, Instituto de
Matemática, Maceió, AL, 2014.
●
NASCIMENTO, W. F. S. Secções cônicas: prova por construção. geométrica. Maceió,
AL, 2012. 48 f. TCC (graduação em Matemática) – Universidade Federal de Alagoas.
Maceió, 2012.
●
NEVES, A. X. Cônicas: rotação e translação. Maceió, AL, 2013. 43 f. Monografia
Licenciatura em Matemática) - Universidade Federal de Alagoas, Instituto de Matemática,
Maceió, AL, 2013.
●
CATTONY, C. Matemática: álgebra e geometria: 1.grau - 8.série. São Paulo:
IBRASA, 1979. 330 p.
●
SANTOS, Nathan Moreira dos. Vetores e matrizes. 3.ed.rev. e ampliada. Rio de
Janeiro , Ex:1. RJ: LTC, c1988.. 188 p.
Código: METR106
Disciplina: MATEMÁTICA 2 PARA METEOROLOGIA
30
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 3º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Aplicação da integral definida. Função inversa, logarítmicas e exponenciais. Funções
trigonométricas inversas e funções hiperbólicas. Técnicas de integração. Formas
indeterminadas e integrais impróprias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
3v, 2003.
●
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L., 1940. Cálculo: um curso
moderno e suas aplicações. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A.,
10. 2010.
●
STEWART, James. Cálculo. 7. ed. vol. 2. São Paulo, SP: CENGAGE Learning, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
MUNEM, Mustafá A.; CORDEIRO, André Lima (Trad.). Cálculo. Rio de Janeiro:
LTC,
2v.,
1982.
●
ROCHA, Luiz Mauro. Cálculo 1: limites, derivadas, integrais, exercícios resolvidos,
670 exercícios com respostas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 250 p., 1994.
●
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. vol. 1. São
Paulo: Makron Books, 1995.
●
THOMAS, George Brinton. Cálculo. 12. ed. Rio de Janeiro: Pearson Education do
Brasil, 2v, 2013.
Código: METR109
Disciplina: FÍSICA 1 PARA METEOROLOGIA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 3º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Estudo da Mecânica das massas pontuais, dos Corpos Rígidos e dos Meios Contínuos.
Movimento translacional e rotacional. Conservação da Energia. Oscilações e ondas
Mecânicas com ênfase aos tópicos específicos da Meteorologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
KELLER, Frederick J.; SKOVE, Malcolm J. Física. V.1 São Paulo: Makron Books,
c1999.
●
ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. 1972.
●
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física.
Rio
de
Janeiro:
LTC
Livros
Técnicos
e
Científicos,
c2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2009.
●
FEYNMAN, Richard Phillips. O que é uma lei física. Lisboa: Gradiva, 1989.
●
FEYNMAN, Richard Philips. The Feynman lectures on physics. San Francisco,
Calif.: Ex:3 Pearson Addison Wesley, c2006.
●
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física. 2009.
●
SOUZA, Ronaldo E. de. Introdução à cosmologia. São Paulo, SP: EDUSP, 2004.
Código: METR114
Disciplina: FÍSICA EXPERIMENTAL 1
Carga Horária Semestral: 36h Semestre: 4º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Teoria e experimentos envolvendo elementos da teoria de erros. Traçados de curvas.
Formulações de equações. Conteúdos de mecânica. Termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
KITTEL, Charles; KNIGHT, Walter D; RUDERMAN, Malvin A. Curso de física de
31
Berkeley. São Paulo: Edgard Blücher, 1970. 455 p.
●
TIPLER, Paul Allen; LLEWELLYN, Ralph A. Física moderna. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC, c2010. xii, 478 p.
●
KITTEL, Charles; KNIGHT, Walter D; RUDERMAN, Malvin A. Mecánica. 2. ed.
Barcelona, España: Reverte, 2005. 430 p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
Demonstrações em ciências: explorando fenômenos da pressão do ar e dos
líquidos: através de experimentos simples / 2005.
●
NUSSENZVEIG, H. Moyses (Herc Moyses). Curso de física básica: mecânica. 4.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002. v. 1
●
LUIZ, Aldir Moysés. Física 1 - mecânica: teoria e problemas resolvidos. 2. ed. São
Paulo: Livraria da Física, 2012. 1 v.
Disciplina: INSTRUMENTOS E MÉTODOS DE
Código: METR097
OBSERVAÇÃO METEOROLÓGICOS
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 1º (Diurno) e 2º (Noturno)
EMENTA:
Observações Meteorológicas de Superfície. Estações e Rede de Estações. Instrumentos
Meteorológicos Convencionais para Estações de Superfície. Estações Meteorológicas
Automáticas. Sondagens na Baixa Troposfera. Controle de Qualidade das Observações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
AHRENS, C. Donald. Meteorology today: an introduction to weather, climate, and
the environment. 9th ed. Belmont, CA: BROOKS/COLE, 2009.
●
BROCK, F. V.; RICHARDSON, S. J. Meteorological measurement systems.
London: Oxford Press, 2001.
●
SILVA, M. A. Varejão. Meteorologia e climatologia. INMET 2005, versão eletrônica.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
DEFELICE, Stephen L. An introduction to meteorological instrumentation and
measurement. New York: Prentice-Hall, 2000.
●
LUTGENS, Frederick K.; TARBUCK, Edward J. The atmosphere: an introduction to
meteorology. 10th ed. Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall, 2007.
●
TRIPLET, J. P.; ROCHE, G. Méteorologie génerale. École Nationale de
Météorologie, 1977.
●
VIANELLO, Rubens Leite; ALVES, Adil Rainier. Meteorologia básica e aplicações.
Viçosa, MG: Ed. da UFV, 1991.
●
WALLACE, John M.; HOBBS, Peter V. Atmospheric science: an introductory
survey. 2nd ed. Amsterdam: Academic Press, 2006
Código: METR108
Disciplina: ÁLGEBRA LINEAR
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 3º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Vetores no R2 e no R3. Produtos de Vetores. Vetores Próprios e Valores Próprios. Matriz.
Sistemas de Equações Lineares. Espaços Vetoriais. Espaços Vetoriais Euclidianos.
Transformações Lineares. Formas Quadráticas. Superfícies.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
●
STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Introdução à álgebra linear. São
Paulo: Makron Books, 1990.
●
__________. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1987.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica 2. 3. ed. São Paulo: Harbra, 2
32
V, 1994.
●
BOULOS, Paulo; CAMARGO, Ivan de. Geometria analítica: um tratamento
vetorial. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 2005.
●
STEINBRUCH, Alfredo; BASSO, Delmar. Geometria analítica plana. São Paulo:
Makron Books, 1991.
Código: METR110
Disciplina: ESTATÍSTICA 2 PARA METEOROLOGIA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 3º (Diurno) / 4º (Noturno)
EMENTA:
Probabilidade Discreta. Probabilidade Contínua. Análise de Inferência Estatística. Análise
espectral. Análise multivariada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
MORETTIN, P. A; BUSSAB, W. O. Estatística básica. 8. ed. São
Paulo: Saraiva,2014. 548 p.
●
SPIEGEL, M. R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1994, 643 p.
●
SPIEGEL, M. R. Probabilidade e estatística. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2004, 518 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
FONSECA, J. S. da; MARTINS, G. de A.; TOLEDO, G. L. Estatística aplicada. 2.
ed.,reimpr. São Paulo: Atlas, 2013. 267 p.
●
LAPPONI, J. C. Estatística usando excel. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus,
2005., 476 p.
●
MORETTIN, L. G. Estatística básica. 7. ed. São Paulo: Makron Books, Pearson
Education do Brasil, 1999.
●
MARTINS, G. de A.; DONAIRE, D. Princípios de estatística. 4. ed. São Ex:36
Paulo: Atlas, 1990. 255 p.
●
FÁVERO, L. P. (... [et al.].) Análise de dados: modelagem multivariada para
tomada de decisões. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 646p.
Código: METR115
Disciplina: FÍSICA 2 PARA METEOROLOGIA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 4º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Estudo da Mecânica dos Fluidos. Temperatura e Calor. Teoria cinética dos gases. Leis da
Termodinâmica. Termodinâmica da Atmosfera com ênfase aos tópicos específicos da
Meteorologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
KELLER, Frederick J.; SKOVE, Malcolm J. Física. V.1 São Paulo: Makron Books,
c1999.
●
ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. 1972.
●
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física.
Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2009.
●
FEYNMAN, Richard Phillips. O que é uma lei física. Lisboa: Gradiva, 1989.
●
IRIBARNE,
J.
V.
Atmospheric
physics.
●
WALLECE, John M.; HOBBS, Peter V. Atmospheric science: an introductory survey.
2nd Ex:5 ed. Amsterdam: Academic Press, 2006.
●
HOUGHTON, Henry G. Physical meteorology.
Código: METR123
Disciplina: FÍSICA EXPERIMENTAL 2
Carga Horária Semestral: 36h Semestre: 5º (Diurno e Noturno)
33
EMENTA:
Experimentos envolvendo os conteúdos presentes em oscilações e ondas, fluidos e
termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
Fundamentos de Física – 2 Halliday – Resnick, (Editora Livros Tecnicos e
Cientificos), 2009.
●
Física para Cientistas e Engenheiros, Vol II ,Paul A. Tipler, Editora Guanabara
Koogan S.A., 1995.
●
Curso de Física de Berkeley, Vol. II Ondas, Crawford, McGraw-Hill, 1968.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
Fisica Mais que Divertida : inventos eletrizantes baseados em materiais
reciclados e de baixo custo / 2000
●
CHAVES, Alaor Silverio. Física: curso básico para estudantes de ciências físicas e
engenharia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001 4v.
●
FLIEBBACH, Torsten. Curso de física estatística. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 2000. 395 p.
Código: METR116
Disciplina: MATEMÁTICA 3 PARA METEOROLOGIA
Carga Horária Semestral: 72h Semestre: 4º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Sequências e série infinitas de termos constantes. Séries de potências. Funções vetoriais.
Curvas parametrizadas. Comprimentos de arco, curvatura. Limite e continuidade. Derivadas
parciais. Aplicações diferenciais. Matriz Jacobiano. Derivadas direcionais. Gradiente. Regra
da cadeia. Função inversa e implícita. Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:
●
AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003.
●
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L., 1940. Cálculo: um curso
moderno e suas aplicações. Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.
2010.
●
STEWART, James. Cálculo. 7. ed. vol. 2. São Paulo, SP: CENGAGE Learning, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
MUNEM, Mustafá A.; CORDEIRO, André Lima (Trad.). Cálculo. Rio de Janeiro:
LTC, 2v., 1982.
●
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. vol. 1. São
Paulo: Makron Books, 1994.
●
THOMAS, George Brinton. Cálculo. 12. ed. Rio de Janeiro: Pearson Education do
Brasil, 2v, 2013.
●
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
v.2., 1994.
Código: METR119
DISCIPLINA: METEOROLOGIA FÍSICA
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 4º (Diurno) / 7º (Noturno)
EMENTA:
Propriedades Físicas dos Líquidos e Gases. Equilíbrio hidrostático. Leis e funções
termodinâmicas. Processos adiabáticos nas atmosferas seca e úmida. Diagramas
termodinâmicos e aplicações. Estabilidade hidrostática. Níveis de condensação e convecção.
Física das nuvens e precipitação. Ótica atmosférica. Eletricidade atmosférica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
ATKINSON, B. W. Dynamical meteorology: an introduction selection. New York:
Ex:1 Methuen, 1981.
34
●
HOLTON, James R. An introduction to dynamic meteorology. 4th ed. Amsterdam:
Ex:2 Elsevier, 2004.
●
HOUGHTON, Henry G. Physical meteorology. London: MIT, 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BLUESTEIN, Howard B. Synoptic-dynamic meteorology in midlatitudes. New
York: Ex:2 Oxford University Press, 1992.
●
HAURWITZ, Bernhard. Dynamic meteorology. 1. ed. Estados Unidos da America:
Ex:2 Mcgraw-Hill, 1941.
●
FEDOROVA, Natalia. Sinótica: material didático: sinopses, figuras, equações.
Maceió: Ex:16 EDUFAL, 2008.
●
FORSDYKE, A. G. Previsão do tempo e clima. 2.ed. São Paulo: Melhoramentos,
1978. .
●
SAUCIER, Walter J. Princípios de análise meteorológica. Rio de Janeiro: Ao Livro
Ex:12 Técnico S.A., 1969.
Código: METR112
DISCIPLINA: METEOROLOGIA DINÂMICA 1
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 4º (Diurno) / 5º (Noturno)
EMENTA:
Revisão de Cálculo Vetorial: operações e operadores vetoriais. Descrição Lagrangiana e
Euleriana de movimentos dos fluidos: derivada material e aplicações. Segunda Lei de Newton
e forças reais (gradiente de pressão, gravidade e atrito). Sistemas em rotação: reformulação da
2ª lei: forças de Carolis e centrífuga. Balanços geostrófico e hidrostático; aplicações: equação
da espessura, vento térmico e corrente de jato. Equação da continuidade e a primeira lei da
Termodinâmica: conceitos de temperatura potencial e entropia; frequência de Brunt-Väisällä.
Soluções especiais: coordenadas naturais, vento gradiente; conceito de cristas e cavados e
familiarização com cartas sinóticas. Vorticidade e circulação: equação da vorticidade
(derivação e interpretação); aplicação à situações sinóticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
HOLTON, James R. An introduction to dynamic meteorology. 4th ed. Amsterdam:
Ex:2 Elsevier, 2004.
●
HOLTON, James R. An introduction to dynamic meteorology. New York:
Academic Ex:1 Press, c1972. London.
●
ATKINSON, B. W. Dynamical meteorology: an introduction selection. New York:
Ex:1 Methuen, 1981.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BLUESTEIN, Howard B. Synoptic-dynamic meteorology in midlatitudes. New
York: Ex:2 Oxford University Press, 1992.
●
HAURWITZ, Bernhard. Dynamic meteorology. 1. ed. Estados Unidos da America:
Ex:2 Mcgraw-Hill, 1941.
●
FEDOROVA, Natalia. Sinótica: material didático: sinopses, figuras, equações.
Maceió: Ex:16 EDUFAL, 2008.
●
FORSDYKE, A. G. Previsão do tempo e clima. 2.ed. São Paulo: Melhoramentos,
1978.
●
SAUCIER, Walter J. Princípios de análise meteorológica. Rio de Janeiro: Ao Livro
Ex:12 Técnico S.A., 1969.
Código: METR124
Disciplina: AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAIS
Carga Horária Semanal: 36h Semestre: 6º (Diurno) / 7º (Noturno)
EMENTA:
Estudo de Avaliação de Impactos Ambientais: histórico; conceitos e definições; métodos de
AIA e análise de relatórios de impactos ambientais; fatores e indicadores ambientais;
planejamento e gestão ambiental. Riscos, e Desastres Naturais: conceitos, definições, tipos,
35
consequências e formas de mitigação; estudo de casos locais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da (Orgs.) Impactos
ambientais urbanos no Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
●
VALLE, Cyro Eyer do; LAGE, Henrique. Meio ambiente: acidentes, lições, soluções.
2. ed. São Paulo: SENAC São Paulo, 2003.
●
TAUK, Samia Maria; GOBBI, Nivar; FOWLER, Harold Gordon. Análise
ambiental: uma visão multidisciplinar. 2. ed. São Paulo: Ed. da UNESP, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005.
●
BRANCO, S.M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio
ambiente. São Paulo: Editora Blücher. 1989.
●
DIAS, Marilza do Carmo Oliveira. Manual de impactos ambientais: orientações
básicas sobre aspectos ambientais de atividades produtivas. Fortaleza, CE: Banco do Nordeste
do
Brasil,
1999.
●
MULLER-PLANTENBERG, Clarita; AB'SABER, Aziz Nacib ((org.)). Previsão de
impactos: o estudo de impacto ambiental no leste, oeste e sul : experiências no Brasil, na
Rússia e na Alemanha. São Paulo: EDUSP, 1998..
●
ROCCO, Rogério. Estudo de impacto de vizinhança: instrumento de garantia do
direito às cidades sustentáveis. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006.
Código: METR121
Disciplina: MATEMÁTICA 4 PARA METEOROLOGIA
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 5º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Integrais iteradas e integrais múltiplas. Mudança de variáveis em integrais múltiplas. Integrais
de superfícies. Teorema de Stokes. Equações diferenciais parciais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003.
●
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L., 1940. Cálculo: um curso
moderno e suas aplicações. Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.
2010.
●
STEWART, James. Cálculo. 7. ed. vol. 2. São Paulo, SP: CENGAGE Learning, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
MUNEM, Mustafá A.; CORDEIRO, André Lima (Trad.). Cálculo. Rio de Janeiro:
LTC, 2v., 1982.
●
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. vol. 1. São
Paulo: Makron Books, 1994.
●
THOMAS, George Brinton. Cálculo. 12. ed. Rio de Janeiro: Pearson Education do
Brasil, 2v, 2013.
●
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
v.2., 1994.
Código: METR122
Disciplina: FÍSICA 3 PARA METEOROLOGIA
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 5º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Eletricidade e Magnetismo com ênfase aos tópicos específicos da Meteorologia. Eletricidade
da Atmosfera. Magnetismo Terrestre.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
KELLER, Frederick J.; SKOVE, Malcolm J. Física. V.2 São Paulo: Makron Books,
36
c1999.
●
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2009.
●
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de
física: eletromagnetismo. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2012..
375 p.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR:
●
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física. 2009.
●
ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. 1972.
●
FEYNMAN, Richard Phillips. O que é uma lei física. Lisboa: Gradiva, 1989.
●
WALLECE, John M.; HOBBS, Peter V. Atmospheric science: an introductory survey.
2nd Ex:5 ed. Amsterdam: Academic Press, 2006.
●
HOUGHTON, Henry G. Physical meteorology.
Código: METR130
Disciplina: FÍSICA EXPERIMENTAL 3
Carga Horária Semanal: 36h Semestre: 6º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Praticas experimentos envolvendo os conteúdos de Eletricidade e Magnetismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
Fundamentos de Física – 2 Halliday – Resnick, (Editora Livros Tecnicos e
Cientificos), 2009.
●
Física para Cientistas e Engenheiros, Vol II, Paul A. Tipler, Editora Guanabara
Koogan S.A., 1995.
●
Curso de Física de Berkeley, Vol II Ondas, Crawford, McGraw-Hill, 1968.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
NUSSENZVEIG, H. Moyses (Herc Moyses). Curso de física básica. São Paulo:
Edgard Blucher, 2015. 3 v. ISBN 8521201346
●
Grupo de Reelaboração do Ensino de Fisica. Física 3: eletromagnetismo. São Paulo:
Edusp, 2005. 438 p. ISBN 8531401151
●
GASPAR, Alberto. Física. : Ática, 2000-2004. 3v. (Atlas) ISBN v. 1 8508075243
●
HAYT, William Hart. Eletromagnetismo. 3. ed. Sao Paulo: Livros Tecnicos e
Cientificos, 1983. 403 p. ISBN 8521602782
Disciplina: TÉCNICAS DE MÍDIA E INVESTIGAÇÃO
Código: METR098
CIENTÍFICA
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 1º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Definição e tipos de mídia digital e analógica. Atos e processos de comunicação.da
Meteorologia, Ciências exatas e tecnológicas. Conhecimentos empíricos, filosóficos e
científicos. A pesquisa científica: conceitos, tipos e redação de trabalhos científicos. O Padrão
UFAL de Normalização
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
ERBOLATO, M. L. Jornalismo gráfico: técnicas de produção. São Paulo: Loyola,
1981.
●
MAGALHÃES, M. V. de. Produção e difusão da notícia. São Paulo: Atlas, 1979.
●
PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar .
Rio de Janeiro , RJ: Guanabara Koogan, c2012. x, 383 p. ISBN 9788527719285 - 08
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
Aprendendo a aprender : introdução à metodologia científica - 18. ed / 2005
●
GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisa: como fazer pesquisa qualitativa em
37
ciências sociais. Rio de Janeiro: Record, c1997. 107 p. ISBN 8501049654
●
COSTA, Marisa C. Vorraber. Caminhos investigativos II: outros modos de pensar e
fazer pesquisa em educação. 2. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. 157 p. ISBN
9788598271392
●
TACHIZAWA, Takeshy; MENDES, Gildásio. Como fazer monografia na prática.
12. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006.. 150 p. (Coleção FGV prática ; 4) ISBN 8522502609
Código: METR120
Disciplina: METEOROLOGIA DINÂMICA 2
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 5º (Diurno) / 6º (Noturno)
EMENTA:
Vorticidade potencial: caso especial de um escoamento barotrópico com ou sem divergência
horizontal. Ondas de gravidade e ondas de gravidade inerciais (introduzindo conceitos básicos
de velocidades de fase e grupo). Ondas de gravidade internas: relação de dispersão e
consideração das ondas topográficas. Ondas de Rossby barotrópicas divergentes e não
divergentes. Ondas de vorticidade potencial: generalização do conceito de vorticidade
potencial. Ondas de Rossby baroclínicas. Introdução à instabilidade hidrodinâmica:
instabilidades baroclínicas e barotrópicas, energética e aplicação à atmosfera real.
Fundamentos de previsão numérica de tempo: modelos de previsão e tratamento de
observações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
HOLTON, James R. An introduction to dynamic meteorology. 4th ed. Amsterdam:
Ex:2 Elsevier, 2004.
●
ATKINSON, B. W. Dynamical meteorology: an introduction selection. New York:
Ex:1 Methuen, 1981.
●
BLUESTEIN, Howard B. Synoptic-dynamic meteorology in midlatitudes. New
York: Ex:2 Oxford University Press, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMLEMENTAR:
●
HAURWITZ, Bernhard. Dynamic meteorology. 1. ed. Estados Unidos da America:
Ex:2 Mcgraw-Hill, 1941.
●
FEDOROVA, Natalia. Sinótica: material didático: sinopses, figuras, equações.
Maceió: Ex:16 EDUFAL, 2008.
●
FORSDYKE, A. G. Previsão do tempo e clima. 2.ed. São Paulo: Melhoramentos,
1978.
●
SAUCIER, Walter J. Princípios de análise meteorológica. Rio de Janeiro: Ao Livro
Ex:12 Técnico S.A., 1969.
●
MARUYAMA, Shigenori. Aquecimento global?. São Paulo, SP: Oficina de Textos
2009.
Código: METR127
Disciplina: METEOROLOGIA AMBIENTAL
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 6º (Diurno) / 8º (Noturno)
EMENTA:
Composição química da atmosfera. Aspectos gerais da poluição do ar. Classificação dos
poluentes. Principais fontes de elementos químicos atmosféricos. Aerossóis. Reações
químicas e fotoquímicas. Transporte e difusão atmosférica. Climatologia da poluição. Efeitos
da poluição. Instrumentos e monitoramento da poluição do ar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
CONTI, José Bueno. Clima e meio ambiente. São Paulo: Atual, c1998.
●
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. Meteorologia e poluição
atmosférica: teoria, experimentos e simulação. Santa Maria, RS: FACOS/UFSM, 2010.
●
WALLACE, John M.; HOBBS, Peter V. Atmospheric science: an introductory
survey. 2nd ed. Amsterdam: Academic Press, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
38
●
ANGELO, Claudio. O aquecimento global. São Paulo: Publifolha, 2008.
●
ARYA, S. Pal. Introduction to micrometeorology. 2nd ed. San Diego: Academic
Press, 2001.
●
BARRY, R. G; CHORLEY, Richard J. Atmosphere, weather and climate. 4th ed.
London: Methuen, c1982.
●
OLIVEIRA, José Clênio Ferreira de. Biometeorologia: estudo de casos em Maceió,
Alagoas: efeitos de elementos meteorológicos na qualidade de vida urbana e na saúde
humana. Maceió: Fundação Manoel Lisboa: 2005. Secretaria do Planejamento do Estado de
Alagoas.
●
TÓPICOS em turbulência e modelagem da dispersão de poluentes na camada limite
planetária. Porto Alegre, RS: Ed. da UFRGS, 2005. 207 p. ISBN 8570258429
Código: METR117
Disciplina: LEGISLAÇÃO E DIREITO AMBIENTAL
Carga Horária Semanal: 54h Semestre: 4º (Diurno) / 6º (Noturno)
EMENTA:
Origem e desenvolvimento da legislação ambiental. Política e Legislação Ambiental. Política
Nacional de Meio Ambiente(Lei 6938/81). Lei de Crime Ambiental(Lei 9605/95). Legislação
Ambiental na Constituição Federal e Estadual. Diretrizes internacionais de meio ambiente.
Meios administrativos e judiciais de proteção ambiental. Legislação específica: unidades de
conservação, poluição e licenciamento ambiental. Resoluções do CONAMA. Princípio de
Desenvolvimento Sustentável. Lei de Política Nacional do Meio Ambiente. Licenciamento
Ambiental. Estudo de Impacto Ambiental. Relatório de Impacto Ambiental. Pontos de conflito
da legislação ambiental e sua aplicação na prática social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
ANTUNES, Paulo de Bessa. Política nacional do meio ambiente: PNMA
(comentários à lei nº 6.938 de 31 de agosto de 1981). Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
●
ALVES, Sérgio Luis Mendonça. Estado poluidor. Juarez de Oliveira, 2003.
●
MIRRA, Alvaro Luiz Valery. Ação civil pública e a reparação do dano ao meio
ambiente. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
FREITAS, Vladimir Passos de; GRAF, Ana Cláudia Bento (Colab.) Águas: aspectos
jurídicos e ambientais. 2. ed. Curitiba: Juruá, 2002. 277p. ISBN 8536200499
●
PIVA, Rui Carvalho. Bem ambiental. São Paulo: Max Limonad, 2000.
●
ROCCO, Rogério. Estudo de impacto de vizinhança: instrumento de garantia do
direito às cidades sustentáveis. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006.
●
ROCCO, R. Legislação Brasileira do Meio Ambiente. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
●
WAINER, Ann Helen. Legislação ambiental brasileira: subsídios para a história do
direito ambiental. Rio de Janeiro: Forense, 1991.
●
BRASIL. [Constituição da República Federativa do Brasil. Constituição da
República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Brasília: Senado
Federal, 2006.
●
Leis e Resoluções relacionadas com o meio ambiente, disponíveis no sítio do
Ministério do Meio Ambiente em: http://www.mma.gov.br.
●
Leis relacionadas com o meio ambiente, disponíveis no sítio do Ministério das
Cidades em: www.cidades.gov.br.
●
Leis e Resoluções relacionadas com o meio ambiente, disponíveis no sítio do Instituto
do Meio Ambiente do Estado de Alagoas em: http://www.ima.al.gov.br/
Código: METR129
Disciplina: FÍSICA 4 PARA METEOROLOGIA
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 6º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Ondas eletromagnéticas. Processos Radiativos da atmosfera e Ótica com ênfase aos tópicos
39
específicos da Meteorologia. Teoria da relatividade. Noções da Física moderna.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
KELLER, Frederick J.; SKOVE, Malcolm J. Física. V.2 São Paulo: Makron Books,
c1999.
●
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física. 2009.
●
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física . 6.
ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2003. 4 v.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2009.
●
FEYNMAN, Richard Phillips. O que é uma lei física. Lisboa: Gradiva, 1989.
●
SAUVAGEOT, Henri. Radar meteorology. London: Artech House, 1992.
●
ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. 1972.
●
SOUZA, Ronaldo E. de. Introdução à cosmologia. São Paulo, SP: EDUSP, 2004.
Código: METR135
Disciplina: FÍSICA EXPERIMENTAL 4
Carga Horária Semanal: 36h Semestre: 7º (Diurno e Noturno)
EMENTA:
Experimentos envolvendo os conteúdos de Óptica Geométrica e Ondulatória.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
Fundamentos de Física – 2. Halliday – Resnick, (Editora Livros Técnicos e
Científicos), 2009.
●
Física para Cientistas e Engenheiros, Vol II, Paul A. Tipler, Editora Guanabara
Koogan S.A., 1995.
●
Curso de Física de Berkeley, Vol II Ondas, Crawford, McGraw-Hill, 1968.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
FERENCE, Michael; LEMON, Harvey Brace; STEPHENSON, Reginald J. Curso de
física: ondas (som e luz). São Paulo: E. Blucher: EDUSP, [19- ]. 224 p.
●
NUSSENZVEIG, H. Moyses (Herc Moyses). Curso de física básica: ótica,
relatividade, física quântica. São Paulo: Edgard Blucher, c1998. v. 4
●
TREFIL, James S.; HAZEN, Robert M. Física viva: uma introdução à física
conceitual. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 3 v.
Código: METR128
Disciplina: METEOROLOGIA SINÓTICA 1
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 6º (Diurno) e 7º (Noturno)
EMENTA:
Observação e dados Sinóticos. Fenômenos atmosféricos. Instabilidade e Interpretação de
seções verticais. Massa de Ar. Conceitos básicos de cinemática e de Dinâmica da atmosfera.
Análise das imagens de satélite e campos meteorológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
PETTERSSEN, S. Weather analysis and Forecasting. vols. 1 e 2. New York:
McGraw-Hill, 1956.
●
FEDOROVA, N. Sinótica I: FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS, DADOS
SINÓTICOS E MASSAS DE AR. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió:
Ed. Universitária/ UFAL, 2008, 175 p.
●
FEDOROVA, N. Sinótica II: CONCEITOS BÁSICOS DE CINEMÁTICA E DE
DINÂMICA
DA
ATMOSFERA
E
ANÁLISE
DOS
CAMPOS
METEOROLÓGICOS. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed.
Universitária/ UFAL, 2008, 180 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BLUESTEIN, Howard B. Synoptic-dynamic meteorology in midlatitudes. New
40
York: Ex:2 Oxford University Press, 1992 2 v.
●
HOLTON, James R. An introduction to dynamic meteorology. Elsevier, 2004, 535
p.
●
KIDDER, Stanley Q.; HAAR, Thomas H. Vonder. Satellite meteorology: an
introduction. San Diego, California: Academic Press, 1995. 466 p.
●
SAUCIER, Walter J. Principles of meteorological analysis. 2003 438 p.
●
VIANELLO, Rubens Leite; ALVES, Adil Rainier. Meteorologia básica e aplicações.
Viçosa, MG: Ed. da UFV, 1991. 449 p
Código: METR132
Disciplina: METEOROLOGIA AGRÍCOLA
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 7º (Diurno) / 9º (Noturno)
EMENTA:
Meteorologia Agrícola. Elementos e observações da Meteorologia Agrícola. Aplicação de
dados meteorológicos em práticas agrícolas. Balanço de energia e água em cultivos agrícolas.
Métodos em Meteorologia Agrícola.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:
●
MOTA, F. S. Meteorologia Agrícola. São Paulo: Nobel-SP, 1979. 376p.
●
TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F. J. L. Meteorologia descritiva: Fundamentos e
Aplicações Brasileiras, Nobel-SP, 1983, 374p.
●
MONTEITRO, J.E.B.A. Agrometeorologia dos Cultivos – O fator meteorológico
na produção agrícola. Brasília-DF: INMET, 2009. 530P.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
OMETO, J. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Agronômica Ceres, 1981.
●
VIANELLO, R. L.; ALVES, A. R. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa:
Imprensa Universitária, 1991. 448p.
●
PEREIRA, A.R.; VILLA NOVA, N.;SEDIYAMA, G.C. Evapo(transpi)ração,
Piracicaba-SP-FEALQ, 1997, 183p.
●
EICHARDT, K.; TIMM, L.C. Solo, Planta e Atmosfera-Conceitos, Processos e
Aplicações. Manole, 2004. 478p.
●
TORRES, F. T. P; MACHADO, P. J. O. Introdução à climatologia. São Paulo:
Cengage Learning, 2012. 256p.
Código: METR134
Disciplina: CLIMATOLOGIA
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 7º (Diurno) / 9º (Noturno)
EMENTA:
Introdução a Climatologia, Fatores e elementos climáticos, classificações climáticas,
circulações atmosféricas (ênfase para a América do Sul), variabilidades intrasazonal e
interanual, problemas climáticos atuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
AYOADE, J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. DIFEL, c1983.
●
MENDONÇA, Francisco; DANNI-OLIVEIRA, Inês Moresco. Climatologia: noções
básicas e climas do Brasil. São Paulo, SP: Oficina de Textos, c2007.
●
TORRES, Fillipe Tamiozzo Pereira; MACHADO, Pedro José de Oliveira. Introdução
à climatologia. São Paulo: Cengage Learning, c2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
MARIN, Fábio Ricardo; ASSAD, Eduardo Delgado; PILAU, Felipe Gustavo. Clima e
ambiente: introdução à climatologia para ciências ambientais. Campinas, SP: Embrapa,
2008.
●
MENDONÇA, Francisco et al. Clima urbano. São Paulo: Contexto, 2003.
●
NIEUWOLT, S. Tropical climatology: an introduction to the climates of the low
41
latitudes.
●
RIEHL, Herbert. Climate and weather in the tropics. Londres: Academic Press,
1979.
●
STEINKE, Ercília Torres. Climatologia fácil. São Paulo, SP: Oficina de Textos,
c2012.
Código: METR126
Disciplina: RADIAÇÃO SOLAR
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 6º (Diurno) / 8º (Noturno)
EMENTA:
Fundamentos físicos. Sistemas de coordenadas astronômicas. Radiação eletromagnética. Leis
fundamentais da radiação. Medição e estimativa do fluxo radiativo. Características espectrais
da radiação solar. Interação radiação solar–atmosfera. Balanço de radiação solar.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:
●
IQBAL, Muhammad. An introduction to solar radiation. New York: Academic
Press, 1983.
●
LIOU, K. N. An introduction to atmospheric radiation. 2nd ed. Califórnia:
Academic Press, 2002.
●
VIANELLO, Rubens Leite; ALVES, Adil Rainier. Meteorologia básica e
aplicações.Viçosa, MG: Ed. da UFV, 1991.
●
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
●
Processos de transferência no sistema solo-planta-atmosfera - 4a ed., rev. e ampl. /
1985.
●
Geometria da isolação / 2004.
●
Proteccion solar, La - 3. ed. / 1999.
●
FROTA, Anésia Barros; SCHIFFER, Sueli Terezinha Ramos. Manual de conforto
térmico: Arquitetura, Urbanismo .8. ed. São Paulo: Nobel, 2007.
●
Leonardo. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos.4. ed., rev. e ampl.
Maceió: EDUFAL, 2004.
Código: METR113
Disciplina: HIDROMETEOROLOGIA
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 4º Diurno e 7º Noturno
EMENTA:
Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Precipitação Pluviométrica. Interceptação. Escoamento
superficial e Subterrâneo. Infiltração de Água. Evaporação e Evapotranspiração. Hidrograma.
Métodos de Medição de Vazão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
CHOW, V. T. Handbook of Aplied Hydrology. Mc. Graw-.Hill. New York, 1964.
●
TUCCI, C. E. M. Hidrologia. Ciências e Aplicações. Porto Alegre: Ed. da
Universidade: ABRH:EDUSP, 1993.
●
VILLELA, Swami. M.; MATTOS, Arthur. Hidrologia Aplicada. São Paulo. McGrawHill, 1975.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
REICHARDT, K. A água em sistemas agrícolas. São Paulo: Ed. Monole, 1987.
●
PINTO, Nelson L. de Souza et al. Hidrologia básica. São Paulo: Edgar Blucher, 1976.
Código: METR142
Disciplina: METEOROLOGIA POR RADAR
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 8º (Diurno) / 10º (Noturno)
EMENTA:
Introdução ao sistema radar; fundamentação teórica. A equação radar. Parâmetros de sistemas
radar (comprimento de onda, polarização, resolução, geometria de radar), parâmetros de
42
alvos. Resolução, alcance dinâmico, processamento de sinal, calibração. Processamento
digital de dados de radar e técnicas de análise de imagens: processamento. Introdução à
polarimétria. Práticas de Observação de Imagens de Radar. Processamento e filtragem,
interpretação de imagens de radar. Aplicações em Oceanografia. Aplicações em Hidrologia.
Aplicações em Agronomia. Técnicas de interpretação visual de imagens de radar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
SAUVAGEOT, Henri. Radar meteorology. London: Artech House, 1992. 366p. ISBN
0890063184
●
LEMES, Marco Antonio Maringolo; TENÓRIO, Ricardo Sarmento. Elementos de
análise Fourier: aplicações em ciências de radar. Maceió: EDUFAL, 2000 76 p. (Coletânea
Meteorológica ;1) ISBN 8571770808
●
R.J. DOVIAK, D.S. ZRNIC. 1993. Doppler Radar and Weather Observations,
Academic Press. 2.ª ed. San Diego Cal. pp. 562.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
ATLAS, David. Radar in meteorolog: Battan memorial and 40th anniversarys
radar meteorology conference. Boston: American Meteorological Society, 1990. xvii, 806p.
ISBN 0933876866
●
QUEVEDO, Carlos Peres; QUEVEDO-LODI, Cláudia. Ondas eletromagnéticas:
eletromagnetismo, aterramento, antenas, guias, radar, ionosfera. São Paulo: Pearson
Education, 2010. 383 p. ISBN 9788576053699
●
K.L.S. GUNN, T.W.R. EAST. 1954. Las propiedades de microondas de las
partículas de precipitación. Quart. J. Royal Meteorological Society.
●
RONALD E. RINEHART. 1997. Radar for Meteorologist, Nevada, MO. Rinehart
Publ. 3.ª ed.
●
YVES BLANCHARD. 2004. Le radar, 1904-2004: histoire d'un siècle d'innovations
techniques et opérationnelles , editor Ellipses, París, Francia.
Código: METR133
Disciplina: METEOROLOGIA SINÓTICA 2
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 7º (Diurno) / 8º (Noturno)
EMENTA:
Frentes. Correntes de Jato. Ciclones e Anticiclones, Frontogênese e Ciclogênese. Ondas
Meteorológicas. Sistemas de mesoescala. Circulação geral. Sistemas e processos sinóticos
atuantes na América do Sul. Análise e previsão do tempo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
PETTERSSEN, S. Weather analysis and Forecasting. vols. 1 e 2. New York:
McGraw-Hill, 1956.
●
FEDOROVA, N. Sinótica III: FRENTES, CORRENTES DE JATO, CICLONES
E ANTICICLONES. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed.
Universitária/ UFAL, 2008, 192 p.
●
FEDOROVA, N. Sinótica IV: SISTEMAS E PROCESSOS SINÓTICOS
ATUANTES NA AMÉRICA DO SUL. Material didático: sinopses, figuras, equações
Maceió: Ed. Universitária/ UFAL, 2008, 192 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BLUESTEIN, Howard B. Synoptic-dynamic meteorology in midlatitudes. New
York: Ex:2 Oxford University Press, 1992 2 v.
●
HOLTON, James R. An introduction to dynamic meteorology. Elsevier, 2004, 535 p.
●
FEDOROVA, N. Meteorologia Sinótica II. Pelotas: Ed. Universitária/UFPel, 2001.
●
PALMÉN, E. Atmospheric circulation systems: their structure and physical
interpretation.
●
RIEHL, Herbert. Tropical meteorology.
Código: METR136
Disciplina: METEOROLOGIA TROPICAL
43
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 7º (Diurno) / 9º (Noturno)
EMENTA:
Circulações tropicais. Ondas de leste. Perturbações transiente/linhas de instabilidade. Zonas
de convergência. Intertropical. Monções. Interação oceano-atmosfera. Influência dos oceanos
no clima da América do Sul.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
RIEHL, H. Climate and weather in the tropics. New York: Academic Press, 1979.
●
AYOADE, J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. DIFEL, c1983
●
IRIBARNE, J. V.; GODSON, W. L. Atmospheric thermodynamics. Boston: Reidel,
1973.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
HESS, S. L. Introduction to theoretical meteorology. New York: Holt, 1959.
●
BYERS, H. R. General meteorology: Synoptic and aeronautical meteorology. New
York: McGraw-Hill, 1959.
●
HASTERNRATH, Stefan. Climate and circulation of the tropics. New York:
Atmospheric Sciences Library, [s.d].
●
OLIVEIRA, G. S. O Niño e Você: O fenômeno Climático. São José dos Campos,
SP: TRANSTEC, 1999.
Código: METR141
Disciplina: MICROMETEOROLOGIA
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 8º (Diurno) / 10º (Noturno)
EMENTA:
Micrometeorologia aspectos gerais. Escoamento do ar em pequena escala e sua interação com
a superfície. Balanço de energia em superfície. Estabilidade atmosférica. Camada limite
atmosférica (CLA). Turbulência na CLA. Poluição atmosférica na CLA. Teoria da Similitude.
Climatologia urbana.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA:
●
ARYA, S. P. Introduction to Micrometeorology. USA: ELSEVIER ISE, 2nd Ed.,
420p, 2000.
●
GEIGER, R. The climate near of ground. Cambridge: Havard University, 1965.
●
OKE, T. R. Boundary layer climates. Methuem & Co., 1978.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BRUTSAERT, W. Evaporation into the atmosphere, theory, history and
applications. Netherlands: Reidel Publ., 198.
●
FOKEN, T. Micrometeorology. Springer-Verlag,Berlin, 2008.
●
KAIMAL, J. C.; FINNIGAN, J. J. Atmospheric boundary layer flows: their
structure and measurement. New York: Oxford University Press, 199.
●
STULL, R. B. An introduction to boundary layer meteorology. Dordrecht: Kluwer
Acadm. Publishers, 1988.
●
SUTTON O.G., Micrometeorology: a study of physical process in the lowest layers
of the earth’s atmosphere. McGraw-Hill, 195.
Disciplina: MODELOS DE PREVISÃO DE TEMPO E
Código: METR140
CLIMA
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 8º (Diurno) / 10º (Noturno)
EMENTA:
Revisão das equações fundamentais. Outras coordenadas verticais e as novas formas das
equações fundamentais. Métodos de diferenças finitas. Equações protótipos da advecção,
difusão e da onda. Produtos de modelos numéricos. Uso do GrADS na visualização de
campos meteorológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
44
●
FERREIRA, Artur Gonçalves. Meteorologia Prática. São Paulo: Oficina de Textos,
2006.
●
HALTINER, G. J. Numerical weather prediction.New York, 1971.
●
HOLTON, J. R. An introduction to dynamic meteorology. 4rd Ed. Amsterdam
Elsevier: 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
PETTERSSEN, S. Weather analysis and Forecasting. vols. 1 e 2. New York:
McGraw-Hill, 1956.
●
WALLECE, John M.; HOBBS, Peter V. Atmospheric science: an introductory survey.
2nd ed. Amsterdam: Academic Press, 2006.
●
W.M.O - Lectures on Numerical Short-Range Weather Prediction, 1965.
●
WMO Regional Training Seminar – Leningrad, 1969
●
PALMER, E and NEWTON, C. W - Atmospheric Circulation Systems – Academic
Press
New
York,
1981.
●
RIEHL, H. Climate and weather in the tropics. New York: Academic Press, 1979.
Código: METR139
Disciplina: SENSORIAMENTO REMOTO
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 8º (Diurno) / 9º (Noturno)
EMENTA:
Fundamentos do Sensoriamento Remoto. Radiometria e propagação da radiação
eletromagnética. Movimentos teóricos dos movimentos dos satélites artificiais. Satélites.
Sistemas sensores. Tratamento de imagens.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
NOVO, Evlyn Márcia Leão de Moraes. Sensoriamento remoto: princípios e
aplicações. 3. ed. São Paulo: E. Blucher, 363p. 2008.
●
RCHARDS, J. A; JIA, X. Remote sensing digital image analysis: na introduction. 4th
ed. New Yor: Springer, 439p. 2000.
●
FLORENZANO, Teresa Gallotti. Iniciação em sensoriamento remoto-imagens de
satélite para estudos ambientais. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 101p. 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
JENSEN, John R. Introductory digital image processing: a remote sensing
perspective. 3rd ed. Upper Saddle River [Estados Unidos]: Prentice Hall, c2005.
●
BLASCHKE, Thomas; KUX, Hermann ((org.)). Sensoriamento remoto e SIG
avançados:novos sistemas sensores, métodos inovadores. São Paulo: Oficina de Textos, c
2007.
●
LANG, Stefan; BLASCHKE, Thomas. Análise da paisagem com SIG. São Paulo:
Oficina de Textos, 2009.
●
Remote sensing digital image analysis: an introduction - 4th ed. / 2000.
●
SILVA, Jorge Xavier da; ZAIDAN, Ricardo Tavares (Org). Geoprocessamento &
meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.
Código: METR138
Disciplina: METEOROLOGIA OPERACIONAL
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 8º (Diurno) / 10º (Noturno)
EMENTA:
Serviços Meteorológicos aeronáuticos e marítimo: Tratamento de dados para estudos e
projetos e operações de portos e Aeroportos. Elementos de meteorologia marítima e
aeronáutica e previsões para navegação marítima e aérea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
●
PETTERSSEN, S. Weather analysis and Forecasting. vols. 1 e 2. New York:
McGraw-Hill, 1956.
●
BLUESTEIN, Howard B. Synoptic-dynamic meteorology in midlatitudes. New
45
York: Ex:2 Oxford University Press, 1992 2 v.
●
FEDOROVA, N. Sinótica IV: SISTEMAS E PROCESSOS SINÓTICOS ATUANTES
NA AMÉRICA DO SUL. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed.
Universitária/ UFAL, 2008, 192 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
●
PALMÉN, E. Atmospheric circulation systems: their structure and physical
interpretation.
●
PALMÉN, E. Atmospheric circulation systems: their structure and physical
interpretation.
●
RIEHL, Herbert. Tropical meteorology.
●
FEDOROVA, N. Meteorologia Sinótica II. Pelotas: Ed. Universitária/UFPel, 2001.
●
FEDOROVA, N. Sinótica III: FRENTES, CORRENTES DE JATO, CICLONES E
ANTICICLONES. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed. Universitária/
UFAL, 2008, 192 p.
Disciplina: PROJETO DE EXTENSÃO 1 - PARTE I Código: METR105
ACE1
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 2º (Diurno) / 3º (Noturno)
EMENTA: Introduzir conceitos básicos de extensão universitária.
PÚBLICO ALVO: Alunos das escolas públicas/privadas.
OBJETIVOS: Mostrar e Ensinar aos alunos do curso de meteorologia os conceitos básicos de
extensão universitária.
METODOLOGIA: Alunos do curso de graduação em meteorologia terão aulas sobres
extensão universitária, com elaboração de projetos que visão as três atividades de extensão
(planejamento 30%, execução 50%, avaliação 20%).
INDICADORES: Serão elaborados e apresentados projetos de extensão, com o foco sobre os
possíveis indicadores de avaliação do público alvo envolvido.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
EXTENSÃO e políticas públicas: o agir integrado para o desenvolvimento social. Rio de
Janeiro, RJ: UFRJ, 2015. FAPERJ. 356 p. (Coleção Pesquisa, Ação e Tecnologia). ISBN
9788571083899
●
CORREIA, Ovídio Valois.; CRUZ, Marta Vieira.; CRUZ, Maria Elisa da. A extensão
universitária no Brasil: um resgate histórico. São Cristóvão, SE: Ed. UFS : Fundação
Oviêdo Teixeira, 2000. 417p ISBN 8587110098
●
FRANTZ, Walter; SILVA, Enio Waldir da. As funções sociais da universidade: o papel
da extensão e a questão das comunitárias. Ijuí: Ed. UNIJUI, 2002. 248 p. ISBN 8574292397
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
RISTOFF, Dilvo I.; MOLL, Jaqueline.; SEVEGNANI, Palmira (Org). Universidade e
compromisso social. Brasília: INEP/MEC, 2006. 244 p. (Educação superior em debate ; 4).
ISBN 9788586260390
Disciplina: PROJETO DE EXTENSÃO 1 - PARTE II Código: METR111
ACE2
Carga Horária Semanal: 72h Semestre: 3º (Diurno) / 4º (Noturno)
EMENTA: Ensinar conceitos básicos de Meteorologia
PÚBLICO ALVO: Alunos das escolas públicas/privadas.
OBJETIVOS: Mostrar e Ensinar ao público alvo conceitos básicos de meteorologia.
METODOLOGIA: Alunos do curso de graduação em meteorologia com a supervisão do
professor irão visitar ou receber alunos de escolas públicas/privadas visando as três atividades
de extensão (planejamento 30%, execução 50%, avaliação 20%).
INDICADORES: Serão elaborados relatórios e serão aplicados formulários para dimensionar
a quantidade de alunos/participantes envolvidos.
46
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
EXTENSÃO e políticas públicas: o agir integrado para o desenvolvimento social. Rio de
Janeiro, RJ: UFRJ, 2015. FAPERJ. 356 p. (Coleção Pesquisa, Ação e Tecnologia). ISBN
9788571083899
●
CORREIA, Ovídio Valois.; CRUZ, Marta Vieira.; CRUZ, Maria Elisa da. A extensão
universitária no Brasil: um resgate histórico. São Cristóvão, SE: Ed. UFS : Fundação
Oviêdo Teixeira, 2000. 417p ISBN 8587110098
●
FRANTZ, Walter; SILVA, Enio Waldir da. As funções sociais da universidade: o papel
da extensão e a questão das comunitárias. Ijuí: Ed. UNIJUI, 2002. 248 p. ISBN 8574292397
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
RISTOFF, Dilvo I.; MOLL, Jaqueline.; SEVEGNANI, Palmira (Org). Universidade e
compromisso social. Brasília: INEP/MEC, 2006. 244 p. (Educação superior em debate ; 4).
ISBN 9788586260390
Disciplina: PROJETO DE EXTENSÃO 2 - PARTE I Código: METR118
ACE3
Carga Horária Semanal: 72h
Semestre: 4º (Diurno) / 5º (Noturno)
EMENTA: Conhecer e Interpretar de Dados Meteorológicos.
PÚBLICO ALVO: Alunos das escolas públicas/privadas, comunidade civil, e gestores de
instituições públicas.
OBJETIVOS: Mostrar e Ensinar ao público alvo como trabalhar os dados meteorológicos.
METODOLOGIA: Alunos do curso de graduação em meteorologia com a supervisão do
professor irão trabalhar as três atividades inerentes a extensão (planejamento 30%, execução
50%, avaliação 20%).
INDICADORES: Serão elaborados relatórios e serão aplicados formulários para dimensionar
a quantidade de alunos/participantes envolvidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
EXTENSÃO e políticas públicas: o agir integrado para o desenvolvimento social. Rio de
Janeiro, RJ: UFRJ, 2015. FAPERJ. 356 p. (Coleção Pesquisa, Ação e Tecnologia). ISBN
9788571083899
●
CORREIA, Ovídio Valois.; CRUZ, Marta Vieira.; CRUZ, Maria Elisa da. A extensão
universitária no Brasil: um resgate histórico. São Cristóvão, SE: Ed. UFS : Fundação
Oviêdo Teixeira, 2000. 417p ISBN 8587110098
●
FRANTZ, Walter; SILVA, Enio Waldir da. As funções sociais da universidade: o papel
da extensão e a questão das comunitárias. Ijuí: Ed. UNIJUI, 2002. 248 p. ISBN 8574292397
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
RISTOFF, Dilvo I.; MOLL, Jaqueline.; SEVEGNANI, Palmira (Org). Universidade e
compromisso social. Brasília: INEP/MEC, 2006. 244 p. (Educação superior em debate ; 4).
ISBN 9788586260390
Disciplina: PROJETO DE EXTENSÃO 2 - PARTE II Código: METR125
ACE4
Carga Horária Semanal: 72h
Semestre: 4º (Diurno) / 5º (Noturno)
EMENTA: Usar Ferramentas de Visualização em Plataformas Gratuítas (Mapas, Chuvas,
Temperatura, etc).
PÚBLICO ALVO: Alunos das escolas públicas/privadas, comunidade civil, e gestores de
instituições públicas.
OBJETIVOS: Ensinar ao público alvo a trabalhar com ferramentas de visualização
meteorológica.
METODOLOGIA: Alunos do curso de graduação em meteorologia com a supervisão do
professor irão trabalhando as três atividades (planejamento 30%, execução 50%, avaliação
20%).
47
INDICADORES: Serão elaborados relatórios e serão aplicados formulários para dimensionar
a quantidade de alunos/participantes envolvidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
EXTENSÃO e políticas públicas: o agir integrado para o desenvolvimento social. Rio de
Janeiro, RJ: UFRJ, 2015. FAPERJ. 356 p. (Coleção Pesquisa, Ação e Tecnologia). ISBN
9788571083899
●
CORREIA, Ovídio Valois.; CRUZ, Marta Vieira.; CRUZ, Maria Elisa da. A extensão
universitária no Brasil: um resgate histórico. São Cristóvão, SE: Ed. UFS : Fundação
Oviêdo Teixeira, 2000. 417p ISBN 8587110098
●
FRANTZ, Walter; SILVA, Enio Waldir da. As funções sociais da universidade: o papel
da extensão e a questão das comunitárias. Ijuí: Ed. UNIJUI, 2002. 248 p. ISBN 8574292397
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
RISTOFF, Dilvo I.; MOLL, Jaqueline.; SEVEGNANI, Palmira (Org). Universidade e
compromisso social. Brasília: INEP/MEC, 2006. 244 p. (Educação superior em debate ; 4).
ISBN 9788586260390
Disciplina: EVENTO OU CURSO DE EXTENSÃO Código: METR131
ACE5
Carga Horária Semanal: 72h
Semestre: 5º (Diurno) / 6º (Noturno)
EMENTA: Organizar o evento ou curso ATMOSFERA & SOCIEDADE.
PÚBLICO ALVO: Alunos das escolas públicas/privadas, comunidade civil, e gestores de
instituições públicas, profissionais de meteorologia, estudantes de meteorologia e áreas afins.
OBJETIVOS: Divulgação da ACE1-4 e pesquisas científicas para o público alvo.
METODOLOGIA: Alunos do curso de graduação em meteorologia com a supervisão do
professor irão organizar um evento ou curso da interação entre Atmosfera & Sociedade,
trabalhando as três atividades (planejamento 30%, execução 50%, avaliação 20%).
INDICADORES: Serão elaborados relatórios e serão aplicados formulários para dimensionar
a quantidade de alunos/participantes envolvidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
EXTENSÃO e políticas públicas: o agir integrado para o desenvolvimento social. Rio de
Janeiro, RJ: UFRJ, 2015. FAPERJ. 356 p. (Coleção Pesquisa, Ação e Tecnologia). ISBN
9788571083899
●
CORREIA, Ovídio Valois.; CRUZ, Marta Vieira.; CRUZ, Maria Elisa da. A extensão
universitária no Brasil: um resgate histórico. São Cristóvão, SE: Ed. UFS : Fundação
Oviêdo Teixeira, 2000. 417p ISBN 8587110098
●
FRANTZ, Walter; SILVA, Enio Waldir da. As funções sociais da universidade: o papel
da extensão e a questão das comunitárias. Ijuí: Ed. UNIJUI, 2002. 248 p. ISBN 8574292397
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
RISTOFF, Dilvo I.; MOLL, Jaqueline.; SEVEGNANI, Palmira (Org). Universidade e
compromisso social. Brasília: INEP/MEC, 2006. 244 p. (Educação superior em debate ; 4).
ISBN 9788586260390
Código: METR137
Disciplina: Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Carga Horária Semanal: 72h
Semestre: 7º (Diurno) / 7º (Noturno)
EMENTA: Observação, desenvolvimento e execução de atividades relativas ao contexto
profissional do Bacharel em Meteorologia. Vivência da prática profissional de Meteorologia.
Elaboração de relatório com a apresentação das atividades desenvolvidas durante o estágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Nota: bibliografia adotada conforme as necessidades.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Nota: bibliografia adotada conforme as necessidades.
12.2 - Disciplinas Eletivas
48
Código: METR037
Disciplina: ATMOSFERA PLANETÁRIA
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Sistema solar; Atmosferas planetárias; Magnetosferas planetárias e o meio interplanetário;
Meteoritos; Asteróides; Cometas; Formação planetária.
BIBLIOGRAFIA:
●
De Pater, I., Lissauer, J.J. Planetary Sciences, Cambridge University Press, 2001.
●
Encrenaz, T., Bibring, J.-P., Blanc, M. The Solar System, Springer-Verlag, 1995.
●
Morrison, D., Owen, T. The Planetary System, Addison-Wesley Publishing
Company, 1940.
Código: METR038
Disciplina: BIOMETEOROLOGIA HUMANA
Carga Horária Semanal: 36h
EMENTA:
A Biometeorologia Humana: conceito e classificação. Abordagem Teórica sobre temas ligados
a cada uma das ciências geradas pela biometeorologia humana. A pesquisa científica em
Biometeorologia Humana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
TROMP, S. W. Biometeorology - the impact of the weather and climate on Human
and their environment (animals and plants). Editor L.C. Thomas, Heyden & Son Ltd.
1980.TROMP, S. W. Biometeorology. London: Heyden, 1980. ISBN 0855014539.
●
OLIVEIRA, J.C.F. de. Biometeorologia: estudo de casos em Maceió, Alagoas:
efeitos de elementos meteorológicos na qualidade de vida urbana e na saúde humana.
Fundação Manoel Lisboa e Secretaria de Planejamento do Estado de Alagoas, 2005, 145 p.
●
AMORIM, Ricardo (org.). Previsão do tempo, radioatividade e saúde: ciclo de
discussão sobre biometeorologia. Maceió: Governo do Estado de Alagoas: Secretaria
Executiva de Planejamento e Orçamento, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
OLIVEIRA, José Clênio Ferreira de. (org.). Atmosfera e Sociedade: a ação da
atmosfera sobre os seres vivos e a qualidade de vida humana / organizador. Maceió,
EDUFAL, 2010,. v.I.
●
OLIVEIRA, José Clênio Ferreira de. (org.). Atmosfera e Sociedade: aspectos multi e
interdisciplinares da Meteorologia . Maceió, EDUFAL, 2011. v.II.
●
OLIVEIRA, José Clênio Ferreira de. (org.). Atmosfera e Sociedade: impactos
ambientais, climáticos e saúde humana. Maceió: EDUFAL, 2013. v.3;
●
OLIVEIRA, José Clênio Ferreira de. (org.). Atmosfera e Sociedade: meio ambiente
e elementos meteorológicos. Maceió: EDUFAL, 2015 v.4
●
MALETTA, C. H. M. Bioestatística - saúde pública. 3 ed. Editora Independente,
2000. 228 p.
Código: METR039
Disciplina: BOTÂNICA
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Organização interna do corpo vegetal: sumário dos tecidos e células; Embriologia: do embrião
à planta adulta; Raiz (morfologia externa e interna); Caule (morfologia externa e interna);
Folha (morfologia externa e interna); Flor (morfologia externa); Inflorescência (morfologia
externa); Fruto (morfologia externa); Semente (morfologia externa). Sistemas Filogenéticos
Principais; Nomenclatura Botânica; Unidades de um Sistema de Classificação; Caracterização
de Famílias e Espécies Vegetais de Interesse Econômico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo, Edgardh Blucher, 1974.
49
●
JOLY, A.B. Botânica : Introdução a taxonomia vegetal. São Paulo. Cia. Editora
Nacional, 1983.
●
LIMA,MCB. Guia Didático de Botânica Morfológica. 2.a. ed. , EDUFAL, 1985.
●
PEREIRA, C. Botânica: taxônomia e organografia dos anagiospermae,
●
chaves para identificação de famílias. Rio de Janeiro, Interamericana, 1980.
●
RAVEN,P.; EVERT, T & EICHORN, S.E. Biologia Vegetal. 5.a. ed. São Paulo,
Guanabara Koogan, 1996.
Código: METR040
Disciplina: CONFORTO AMBIENTAL
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Definição de conforto; O organismo humano e a termorregulação; Índices de Conforto; Stress
Térmico; Variáveis meteorológicas que interferem no conforto ambiental. Vento (ventilação e
transporte horizontal de gases e poluentes); Radiação (aspectos térmicos, iluminação natural e
sombreamento); Relação entre os ambientes natural e construído, considerando a fisiologia
humana; Clima e microclima com ênfase em climas urbanos; Conforto ambiental e eficiência
energética.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
CORBELLA, Oscar Daniel; YANNAS, Simos. Em busca de uma arquitetura
sustentavel para os tropicos: conforto ambiental. Segunda Edicão. Rio de Janeiro: Revan,
2010.
●
FROTA, Anésia Barros; SCHIFFER, Sueli Terezinha Ramos. Manual de conforto
térmico: Arquitetura, Urbanismo . 8. ed. São Paulo: Nobel, 2007. 243 p. ISBN
9788585445393
(broch.).
●
COSTA, Ennio Cruz da. Fisica aplicada a construcão: conforto térmico. Quarta
Edição rev. São Paulo, Edgard Blucher, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
CROWLEY, John E. The invention of comfort: sensibilities & design in early
modern Britain & early America. Baltimore, Md.: Johns Hopkins University Press, 2001.
●
DE ALENCAR NÃÃS, Irenilza. Princípios de conforto térmico na produção
animal. Ícone Editora, 1989.
●
PARSONS, Ken. Human Thermal Environments: The Effects of Hot, Moderate,
and Cold Environments on Human Health, Comfort, and Performance. CRC Press, Third
Edition, 2014.
●
SCHMID, Aloisio Leoni. A ideia de conforto, reflexões sobre o ambiente
construído. Editora Pacto Ambiental, 1ª ed. 2005.
●
NICOL, F. Standards for thermal comfor: indoor air temperature standards for
the 21st century. London, E & FN Spon, 1995.
Código: METR041
Disciplina: ECOLOGIA
Carga Horária Semanal: 36h
EMENTA:
Introdução a hidrometeorologia; importância dos reservatórios e seu gerenciamento;
gerenciamento sustentado da qualidade da água; estudo de impacto ambiental; reservatórios
como ecossistemas; meio ambiente e os recursos hídricos; reuso de água.
BIBLIOGRAFIA:
●
CHOW, V. T. Handbook of Aplied Hydrology. Mc. GRAW-.HILL. New York, 1964.
●
ESTEVES, F. A. 1988. Fundamentos de limnologia. Interciência, Rio de Janeiro.
602p.
●
GARCEZ, L. N. 1967. Hidrologia. Edgard Blucher. São Paulo. 249p.
●
RIGHETTO, A. M. 1998. Hidrologia e Recurso Hídricos. EESC/USP. São Carlos.
●
TUCCI, C. E. M. Hidrologia. Ciências e Aplicações. Porto Alegre: ed. da
50
Universidade: ABRH:EDUSP, 1993. 943P.
●
VILLELA, Swami. M.; MATTOS, Arthur. Hidrologia Aplicada. São Paulo.
McGRAW-HILL, 1975. 245P.
Código: METR042
Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA
Carga Horária Semanal: 36h
EMENTA:
Aprendizado de práticas esportivas oferecidas à comunidade universitária, através dos
fundamentos dos esportes, noções de treinamento e orientação para os cuidados com a saúde.
BIBLIOGRAFIA:
●
A bibliografia será de acordo com a modalidade esportiva ofertada.
Código: METR144
Disciplina: ELEMENTOS DE GEOLOGIA
Carga Horária Semanal: 72h
EMENTA:
Introdução ao estudo de geologia e mineralogia. Intemperismo e formação dos solos.
Ambientes: fluvial, lacustre e estuário. Praias. Plataformas continentais. Taludes. latôs
marginais. Mapas geológicos. Tectônicas de placas. Introdução à Física e Fertilidade de solos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
POPP, J.H. Geologia geral. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995.
376p.
●
RESENDE, M., CURI, N., REZENDE, S.B., CORRÊA, G.F. Pedologia: base para
distinção de ambientes. Viçosa: NEPUT, 1995. 304p.
●
HOLMES, A. Principles of Physical Geology. Nelson, Middlesex, 1978. 730p.
●
KELLER, E.A. Environmental geology. Eduard A. Kelle - 7 th Ed. New Jersey,
1996.
●
SGARBI, G.N.C.; CARDOSO, R.N. Prática de Geologia Introdutória. Belo
Horizonte: Editora UFMG/PROED, 1987. 151p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
SKINNER, B.J. PORTER, S.C. Physical Geology. New York: John Wiley Sons, 1987.
750p
●
TARBUCK, E.J.; LUTGENS, F.K. 1991. Earth Science. New York: Macmillan
Publishing Company, 1991. 755p.
●
TEIXEIRA, WILSON et al. Decifrando a Terra. 1°ed. São Paulo: Oficina de Textos,
2000. 568p.
Código: METR044
Disciplina: EXPERIMENTAÇÃO EM
METEOROLOGIA AGRÍCOLA
Carga Horária Semanal: 72h
EMENTA:
Fundamentos e métodos estatísticos utilizados na experimentação: testes de hipótese, análise
de variância, testes de comparação de médias. Delineamentos experimentais básicos.
Experimentos fatoriais. Técnicas experimentais e ensaios nas diversas áreas da Agronomia.
Elaboração de Projetos de pesquisa. Organização da experimentação agrícola.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
● BANZATTO, D. A. e KRONKA, S.N. Experimentação agrícola. Jaboticabal, FUNEP,
1989.
● FERREIRA, P.V. Estatística experimental aplicada à Agronomia. Maceió, 1989.
51
● GOMES, F.P. A estatística moderna na pesquisa agropecuária. Piracicaba, POTAFÓS,
1984.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
● VIEIRA, S. e HOFFMANN, R. Estatística experimental. São Paulo, Atlas, 1989.
● MONTEIRO, J.E.B. Agrometeorologia dos cultivos: o fator meteorológico na produção
agrícola. Brasília, DF; INMET, 2009.
● MOTA, F.S. Meteorologia agrícola. 7 ed., São Paulo, Nobel, 1989.
Código: METR046
Disciplina: FUNDAMENTOS DE TOPOGRAFIA E
AEROFOTOGRAMETRIA
Carga Horária Semanal: 72h
EMENTA:
Estudo das características geométricas da Terra. Medidas e orientação das Plantas
Topográficas. Reconhecimento e Representação do Relevo. Desenho e Perfis. Escalas e
precisão gráfica da Representação. Instrumentos de Medição. Noções de Fotogrametria e
Fotointerpretação.
BIBLIOGRAFIA:
●
BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de Topografia. 3ª Edição. São Paulo: Ed.
Edgard Blucher Ltda, 1975.
●
BORGES, Alberto de Campos. Topografia Aplicada à Engenharia Civil. 2º Edição.
São Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda, 1977.
●
FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de Topografia. São Paulo: Ed. McGraw-Hill
do Brasil Ltda.
●
LOCH, Carlos; ÉDIS. Elementos básicos de fotogrametria e sua utilização
prática. Florianópolis: EUFSC, 1997.
●
SEIXAS, José Jorge. Topografia. Recife: Departamento de Engenharia Cartográfica
da UFPE, 1981.
Código: METR048
Disciplina: HIDRODINÂMICA AVANÇADA
Carga Horária Semanal: 72h
EMENTA:
Noções fundamentais. Fundamentos de análise de escoamento. Estática de fluidos. Análise
dimensional e semelhança. Escoamento incompressível e irrotacional. Escoamento viscoso e
incompressível. Escoamento compressível.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
VENNARD, John K; STREET, Robert L. Elementos de mecânica dos fluídos. 5. ed.
Rio de Janeiro , RJ: Guanabara Dois, 1978. 687 p.
●
ROMA, Woodrow Nelson Lopes. Fênomenos de transporte para engenharia. 2. ed.
rev. São Carlos, SP: RiMa, 2006.. xii, 276 p.
●
LEMES, Marco Antonio Maringolo; MOURA, Antonio Divino. Fundamentos de
dinâmica aplicados à meteorologia e oceanografia. 2. ed. Ribeirão Preto, SP: Holos,. 296 p.
ISBN
8586699330.
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BIRD, R. Byron (Robert Byron); STEWART, Warren E; LIGHTFOOT, Edwin N.
Fenômenos de transporte. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A.,
2004. 838 p.
●
WELTY, James R; WICKS, Charles E; WILSON, Robert E. (Robert Elliot).
Fundamentals of momentum, heat and mass transfer. 3rd. ed. New York: John Wiley,
c1984. xxii, 803p.
52
●
FOX, Robert W; MCDONALD, Alan T. Introdução à mecânica dos fluidos. 3. ed.
Rio de Janeiro: LTC, c1988. 632 p
●
WALLECE, John M.; HOBBS, Peter V. Atmospheric science: an introductory
survey. 2nd ed. Amsterdam: Academic Press, 2006.. 483 p.
●
BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluídos. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
c2008. 431 p.
Código: METR049
Disciplina: HISTÓRIA DA METEOROLOGIA
Carga Horária Semanal: 36h
EMENTA:
Relato dos personagens existentes na história das civilizações, especificamente de suas ideias,
descobertas, conhecimentos popular e científico sobre o tempo e o clima, e evoluções
científicas até a época contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
FRISINGER, H. Howard. The history of meteorology: to 1800. New York: Science
History Publications, Boston: American Meteorological Society, 1977.
●
FERRAZ, Joaquim de Sampaio. A Meteorologia no Brasil. In: AZEVEDO, Fernando
de (org.). As Ciências no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1994.
Código: METR051
Disciplina: PALEOCLIMATOLOGIA
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Eras geológicas e processo de deriva continental. Técnicas para reconstrução dos climas do
passado: métodos de datação, testemunhos de gelo, sedimentos marítimos e corais, dendroclimatologia, registros históricos e modelos paleoclimáticos. Causas naturais das mudanças
climáticas: erupções vulcânicas, ciclos de Milankovitch, variações solares, mudanças na
circulação oceânica. O clima através das eras geológicas. O registro marinho, costeiro e
continental. Evidências e principais fatores das mudanças climáticas. Modelagem de
paleoclima.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
BRADLEY, R. S., 1999: Paleoclimatology, Reconstructing Climates of the
Quaternary. International Geophysics series, Volume 64, 613 p.
●
SUGUIO, K. 1999: Geologia do quaternário e mudanças ambientais. Paulo’s
comunicação e artes gráficas. São Paulo, 366p.
●
DE OLIVEIRA, P. E; BARRETO, A. M. F.; SUGUIO, K. Late Pleistocene=Holocene
climatic and vegetational history of the Brazilian caatinga: the fossil dunes of the middle São
Francisco River. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology, v.152, p. 319-337,
1999.
●
CRONIN, T. M. Paleoclimates. Columbia University Press, New York, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
TRENBERTH, K. E., 1992: Climate System Modeling. Cambridge University Press.
788 p.
●
GILL, A. E., 1982: Atmosphere-Ocean Dynamics. Academic Press, 662 PP.
●
MELO, M.L.D., Simulações de Clima para o Holoceno Médio com o MCGA do
CPTEC, com ênfase sobre a América do Sul / Maria Luciene Dias de Melo. – São José dos
Campos:
INPE,
2007.
●
Da SILVA, D. F.; SILVA, D F . Dendocrinologia e Snowball : Importantes Método
e Evento Paleoclimáticos. In: Josiclêda D. Galvíncio e Werônica Meira. (Org.). livro do
workshop internacional de mudanças climáticas e recursos hídricos 2015 (ISBN 978-85-4150666-3). 1ed.recife: editora ufpe, 2015, v. 1, p. 223-250.
53
Código: METR052
Disciplina: PROFISSÃO DOCENTE
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente, articulando o papel do
Estado na formação e profissionalização docente e da escola como locus e expressão desse
trabalho.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:
●
CHARLOT, B. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre:
ARTMED, 2005.
●
COSTA, M. V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto alegre: Sulina, 1996.
●
ESTRELA, M. T. (Org.) Viver e construir a profissão docente. Porto, Portugal:
Porto, 1997.
●
CURY, C. R. J. A Formação Docente e a Educação Nacional. Disponível
em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/conselheiro.pdf Acesso em 06 set 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
BARBOSA, J. I. de L. O curso de licenciatura em física na universidade federal de
Alagoas: surgimento, mudanças e formação na opinião dos egressos. 2008. Dissertação
(Mestrado em Educação Brasileira) – Programa de Pós-graduação em Educação, UFAL,
Maceió. (Capítulos 1 e 2, p. 25-80).
●
LÜDKE, M.; BOING, L. A. Caminhos da profissão E da Profissionalidade
docentes. Educação e. Sociedade., Campinas, vol. 25, n. 89, p. 1159-1180, Set./Dez. 2004.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v25n89/22616.pdf Acesso em 28 ago 2011.
●
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 3a ed. Petrópolis: Editora
Vozes, 2002.
●
MAZETTO, M. T. Didática: a aula como centro, São Paulo, FTD, 1997.
Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS DE MATEMÁTICA
Código: METR054
APLICADA
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Álgebra de números complexos; Equações diferenciais ordinárias com coeficientes
constantes; Equações homogêneas e não homogêneas; técnicas de determinação de soluções
particulares; Séries de Fourier; Integrais de Fourier; Transformadas de Fourier e suas
propriedades; Tipos de equações diferenciais parciais de segunda ordem e suas ocorrências
em Física: equação da onda (e advecção), equação da difusão de calor e equações elípicas;
Problema da difusão de calor em uma barra com o uso das séries e transformada de Fourier.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
KREISZIG, E. 1993 Advance Engineering Mathematics, 7th Ed. John Wiley, NY,
1204 pp.
●
BUTKOV, Eugene. Física matemática. Rio de Janeiro: LTC, Guanabara, c. 725 p.
ISBN 8521611455. 1988.
●
SOARES, Márcio Gomes. Cálculo em uma variável complexa. 5. ed. Rio de Janeiro,
RJ: IMPA, 196 p. (Coleção matemática universitária). ISBN 9788524401442. 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
CARMO, Manfredo Perdigão do; MORGADO, Augusto Cesar; WAGNER, E.
Trigonometria números complexos. 3. ed. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de
Matemática.
(Professor
de
matemática).
ISBN
858581808,
2005.
●
AMORIM, Jodette; SEIMETZ, Rui; SCHMITT, Tânia. Trigonometria e números
complexos: revisitando a matemática com atividades para professores. Brasília: Ed. UnB. 81
p. ISBN 8523008705. 2006.
54
Código: METR078
Disciplina: BIOMETEOROLOGIA ZOOLÓGICA
Carga Horária Semanal: 36h
EMENTA:
Introdução à Zoologia. A Biometeorologia Zoológica: Conceito e Classificação. Estudo da
ação de variáveis meteorológicas sobre: a fisiologia e patologia dos animais; a produção de
leite, abrigo e reprodução de animais; abrigo e produção de ovos de aves; surgimento de
pragas de insetos maléficos às plantas e à saúde humana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
TROMP, S. W. Biometeorology - the impact of the weather and climate on Human
sand their environment (animals and plants). Editor L.C. Thomas, Heyden & Son Ltd.
1980.
●
SILVA, R. G. da. Introdução a Bioclimatologia animal. São Paulo: Nobel, 2000
●
OLIVEIRA, José Clênio Ferreira de. (org.). Atmosfera e Sociedade: meio ambiente
e
elementos
meteorológicos.
Maceió:
EDUFAL,
2015
v.4
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
MALETTA, C. H. M. Bioestatística - saúde pública. 3 ed. Editora Independente,
2000. 228 p.
Código: METR079
Disciplina: BIOMETEOROLOGIA FITOLÓGICA
Carga Horária Semanal: 36h
EMENTA:
A Biometeorologia Fitológica: Conceito e Classificação. Introdução a Botânica; Estudo da
ação de variáveis meteorológicas sobre: a produção agrícola, as florestas, a fisiologia e as
doenças de plantas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
TROMP, S. W. Biometeorology - the impact of the weather and climate on Human
sand their environment (animals and plants). Editor L.C. Thomas, Heyden & Son Ltd.
1980.
●
MOTA, Fernando Silveira da. Meteorologia Agrícola. São Paulo, Nobel. p. ilust
(Biblioteca rural). 4. Ed. São Paulo, 1979.
●
OLIVEIRA, José Clênio Ferreira de. (org.). Atmosfera e Sociedade: meio ambiente
e elementos meteorológicos. Maceió: EDUFAL, 2015 v.4
Disciplina: COMPUTAÇÃO APLICADA À
Código: METR080
METEOROLOGIA
Carga Horária Semanal: 72h
EMENTA:
Introdução ao sistema operacional Linux; Grid Analysis and Display System (GrADS);
Introdução a linguagem de programação utilizada em Meteorologia (NCAR Command
Language-NCL, MATrix LABoratory-MATLAB, R project, outra).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
FLYNN, Ida M.; MCHOES, Ann McIver. Introdução aos sistemas operacionais. São
Paulo: CENGAGE Learning, 2008.
●
MANZANO, José Augusto N. G; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: lógica
para desenvolvimento de programação de computadores. 22. ed. São Paulo: Érica, 2009.
●
VILARIM, Gilvan de Oliveira. Algoritmo: programação para iniciantes . 2.ed. Rio
de Janeiro: Ciência Moderna, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
CISL's NCAR Command Language (NCL) Applications. Disponível em: <
http://ncl.ucar.edu/Applications/>. Acesso em 25 nov 2015.
55
●
GrADS User's Guide. Disponível em: <http://grads.iges.org/grads/gadoc
/users.html>. Acesso em: 25 nov 2015.
●
MACHADO, Francis B (Francis Berenger); MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de
sistemas operacionais. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
●
SEBESTA, Robert W; SANTOS, José Carlos Barbosa dos (Tradutor). Conceitos de
linguagens
de
programação.
5.
ed.
Porto
Alegre:
Bookman,
2003.
●
TEIXEIRA, M. S.; POGORZELSKI, V. S.; FREITAS, S. F.; REINKE, C. K. P.
Introdução ao NCAR Command Language (NCL), com aplicações em meteorologia.
Pelotas: Universidade Federal de Pelotas. Faculdade de Meteorologia, 2011. 104 p.
Disponível em : <http://www.ufpel.edu.br/prg/sisbi/bibct/acervo/ NCAR_command_
language.pdf>. Acesso em : 30 nov. 2015.
Código: METR143
Disciplina: ENERGIA EÓLICA
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Vento e circulação atmosférica. Tipos de vento. Variação do vento com a altura, rugosidade e
parâmetros aerodinâmicos. Camada Limite Atmosférica. Instrumentação e medidas de vento
para energia eólica. Tratamento estatístico de dados de vento. Métodos numéricos de
simulação de vento. Turbulência atmosférica e aproveitamento eólico. Participação da energia
eólica na matriz energética mundial e brasileira. Turbinas eólicas. Levantamento e
mapeamento do potencial eólico. Aspectos ambientais e econômicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
Barry Commoner. Energias alternativas. Traducão de Luis Paulo Rosa. Rio de
Janeiro, Record, 1986.
●
Roger A. Hinrichs, Merlin H. Kleinbach. Energia e meio ambiente. São Paulo,
Thomson Pioneira, 2003.
●
Samuel Murgel Branco. Energia e meio ambiente. Edição, São Paulo, Moderna,
2013.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR:
●
CUSTODIO, Ronaldo dos Santos. Energia eólica para produção de energia
elétrica. Rio de Janeiro, Eletrobrás, 2009.
●
FARIA, Eliane A.; Fadigas Amaral. Energia eólica. Barueri, Sp, Manole, 2011.
●
National Research Council. Enviromental Impacts of Wind-energy projects.
Washington DC, The nationakl Academy Press, 2007.
●
PINTO, Milton. Fundamentos de Energia Eólica. Rio de Janeiro, LTC, 2013.
●
VALENÇA, Daniel Arraes de Alencar. A Energia eólica no ambiente urbano. Recife,
Editora Universitária UFPE, 2011.
Código: METR082
Disciplina: ENERGIA SOLAR
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Geração e uso de energia no Brasil e no mundo. Introdução às fontes renováveis e
alternativas. Fontes tradicionais de energia. Energia solar fotovoltaica. Energia solar térmica
para geração de eletricidade. Aquecimento e refrigeração com bombas de calor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
●
Aplicações térmicas da energia solar - 4. ed. / 2001.
●
Introduction to solar energy for scientists and engineers , An / 1982..
●
Solar engineering of thermal proceses - 2nd. ed. / 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
●
Solar radiation and daylight models: [with software available from companion
56
web site] - 2nd ed. / 2004.
●
FLORENSA, Rafael Serra. Arquitectura y energía natural. Barcelona: Edicions
UPC, 2001.
●
Principles of solar engineering / c1978.
●
Solar energy applications to dwellings: proceedings of the EC contractors'
Meeting held in Brussels, 1-3 june 1983 / 1984.
●
TROPICAL architecture: critical regionalism in the age of globalization. New
York: Wiley-academy, 2001.
Disciplina: METEOROLOGIA SINÓTICA POR
Código: METR083
SATÉLITE
Carga Horária Semanal: 72h
EMENTA:
Dados de satélite. Identificação pelos dados de satélite: sistemas de grande escala (ciclones,
anticiclones, frentes, ITCZ, ZCAS, VCAN e outros), sistemas de mesoescala (CCM, linhas de
instabilidade, vórtices de ar frio e outros) e tipos das nuvens. Análise dos processos sinóticos
pelos dados de satélite. Analise alguns fenômenos adversos. Previsão de tempo pelos dados de
satélite.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
FEDOROVA, Natalia. Sinótica: material didático: sinopses, figuras, equações.
Maceió: Ex:16 EDUFAL, 2008.
●
FORSDYKE, A. G. Previsão do tempo e clima. 2.ed. São Paulo: Melhoramentos,
1978.
●
SAUCIER, Walter J. Princípios de análise meteorológica. Rio de Janeiro: Ao Livro
Ex:12 Técnico S.A., 1969.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
HOLTON, James R. An introduction to dynamic meteorology. 4th ed. Amsterdam:
Ex:2 Elsevier, 2004.
●
HOLTON, James R. An introduction to dynamic meteorology. New York: Academic
Ex:1 Press, c1972. London:
●
ATKINSON, B. W. Dynamical meteorology: an introduction selection. New York:
Ex:1 Methuen, 1981.
●
BLUESTEIN, Howard B. Synoptic-dynamic meteorology in midlatitudes. New
York: Ex:2 Oxford University Press, 1992
●
BARRETT, E. C. The use of satellite data in rainfall monitoring. New York, N.Y.:
Ex:1 Academic Press.
●
HAURWITZ, Bernhard. Dynamic meteorology. 1. ed. Estados Unidos da America:
Ex:2 Mcgraw-Hill, 1941.
Código: METR084
Disciplina: EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Carga Horária Semanal: 36h
EMENTA:
Estudo da dinâmica histórica da relação sociedade e natureza, compreendendo as tendências
recentes do movimento ambientalista, no bojo dos movimentos sociais, das teorias e das
políticas ambientais, perpassando a dimensão ambiental da educação, suas concepções,
diretrizes e ações formadoras da responsabilidade ética dos sujeitos coletivos na gestão
ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
DIAS, Genebraldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. 9. Ed. São
Paulo: Gaia, 2004.
●
CASCINO, Fábio. Educação Ambiental: princípios, história, formação
profissional. São Paulo: Eds. SENAC, 1999.
57
●
GRUN, Mauro. Ética e Educação Ambiental: a conexão necessária. Campinas, SP:
Papirus, 1996. (Coleção Magistério. Formação e Trabalho Pedagógico) 120 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
QUINTAS, José da Silva. A formação do educador para atuar no processo de
gestão ambiental. Brasília: IBAMA (Meio Ambiente em debates, 1).
●
MORAN, Emílio F. Adaptabilidade Humana: uma introdução à Antropologia
Ecológica. Tradução de Carlos E. A. Coimbra, Marcelo Soares Brandão, Fábio Larson ─ 2.
Ed. Ver. E ampl. ─ São Paulo: Editora da USP, Editora Senac São Paulo, 2010. 512 p.
●
BRASIL, Constituição Federal, 1988. Capítulo VI- do Meio Ambiente. Brasília,
Senado Federal, 1988 BRASIL, Congresso Nacional. Lei 9795/99: institui a Politica Nacional
de Educação Ambiental. Brasília, 1999.
●
MORAES, Antônio Carlos Robert. Meio Ambiente e Ciências Humanas. São Paulo,
HUCITE: 1994. 100p. MORAES, Maria Cândida. O paradigma educacional emergente.
Campinas, SP: Papirus, 1997 (Coleção Práxis) 239 p.
●
CAIRNCROSS F. Meio Ambiente: custos e benefícios. Tradução de Cid Knipel
Moreira – São Paulo: Nobel, 1992.
Código: METR085
Disciplina: HISTÓRIA AFRO BRASILEIRA
Carga Horária Semanal: 36h
EMENTA:
História da África e dos Africanos. A luta dos negros no Brasil. A cultura Negra Brasileira e o
negro na formação da sociedade nacional. A contribuição do povo negro nas áreas social,
econômica, política e cultural para a formação da nação brasileira.
BIBLIOGRAFIA:
●
CHIAVENATO, J. J. O negro no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1988.
●
RANGER, T. O. História Geral da África. São Paulo: África Unesco: 1991 ,vol. 7
●
CARDOSO, C. F.F. S. Agricultura, escravidão e Capitalismo. Petrópolis, RJ: Vozes,
1982.
●
FREYRE, G. Casa grande e senzala. São Paulo: Brasiliense, 2000.
●
DA MATTA, R. O que faz o Brasil, Brasil? São Paulo: Editora Rocco, 1984.
Disciplina: ANÁLISE AMBIENTAL E
Código: METR086
GEOPROCESSAMENTO
Carga Horária Semanal: 72h
EMENTA:
Contexto da crise ambiental; problemas ambientais; principais conferências e documentos;
conceito de desenvolvimento sustentável e as dimensões da sustentabilidade; Análise
Ambiental como instrumento para a sustentabilidade; objetos da análise: meio físico, biótico,
antrópico; Categorias fundamentais da Análise Ambiental; Ferramentas da Análise Ambiental:
AIA (EIA, RIMA, PRAD, PTRF); Planejamento ambiental; regulação, controle e fiscalização;
Licenciamento, auditoria e monitoramento; gestão, manejo e conservação dos recursos
ambientais; Cartografia Básica; Sistema de Informação Geográfica; Processos de Aquisição
de Dados; Montagem de Bases Digitais; Mapeamentos Temáticos; Análises Ambientais por
Geoprocessamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
SILVA, Jorge Xavier da; ZAIDAN, Ricardo Tavares (Org). Geoprocessamento &
análise
ambiental: aplicações. Rio
de
Janeiro:
Bertrand
Brasil,
2004.
●
SILVA, Jorge Xavier da; ZAIDAN, Ricardo Tavares (Org). Geoprocessamento &
meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.
●
PRADO, Luiz Regis. Direito penal do ambiente: meio ambiente, patrimônio
cultural, ordenação do território e biossegurança (com a análise da lei 11.105/2005). 2.
ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, c2005.
58
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
●
BATISTELLA, Mateus; MORAN, Emilio F. Geoinformação e monitoramento
ambiental na américa latina: organizado por Mateus Batistella, Emilio F. Moran. São Paulo:
Senac, 2008.
●
TAUK, Samia Maria; GOBBI, Nivar; FOWLER, Harold Gordon. Análise ambiental:
uma visão multidisciplinar. 2. ed. São Paulo: Ed. da UNESP, 1995.
●
DIAS, Marilza do Carmo Oliveira. Manual de impactos ambientais: orientações
básicas sobre aspectos ambientais de atividades produtivas. Fortaleza, CE: Banco do
Nordeste do Brasil, 1999.
●
ANDRADE, José Célio Silveira; DIAS, Camila Carneiro. Conflito e
cooperação: análise das estratégias sócio-ambientais da Aracruz Celulose S.A.. Ilhéus,
BA: Editus, 2003.
●
SILVA, Jorge Xavier da; SOUZA, Marcelo J. L. Analise ambiental. Rio de Janeiro:
Ed. da UFRJ, 1988.
Código: METR087
Disciplina: FRANCÊS TÉCNICO
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Abordagem instrumental de leitura; gêneros textuais; estudo linguístico; leitura de interesse;
leitura de temas transversais.
Código: METR088
Disciplina: GEOGRAFIA FÍSICA
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
As Bases teóricas e metodológicas da Geografia Física aplicada à análise ambiental; Os
estudos separativos e integrativos da Geografia Física aplicados aos ambientes intertropicais
no Brasil. As condições morfoestruturais e morfoclimáticas no Brasil; A ecodinâmica das
paisagens e a problemática da degradação no Brasil; A análise da paisagem no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
CHRISTOFOLETTI, A. Geografia e meio ambiente no Brasil. 2. ed. São Paulo:
HUCITEC, 1998. 397p.
●
CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (orgs.) Avaliação e perícia ambiental. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.
●
CUNHA, S. B. da.; GUERRA, A. J. T. Geomorfologia: exercícios, técnicas e
aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1996. 345p.
●
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. da. Geomorfologia: uma atualização de bases e
conceitos. 2 ed. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1995. 472p.
●
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. da. Geomorfologia e meio ambiente. Rio de
Janeiro: Bertrand do Brasil, 1996. 372p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
STRAHLER, A.N; STRAHLER, A. H. Geografia física. 3. ed. Barcelona: Omega,
1989. 550 p.
●
GUERRA, A. J. T.; VITTE, A. C. (Orgs). Reflexões sobre a geografia física no
Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. 280 p.
Código: METR089
Disciplina: INGLÊS TÉCNICO
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Abordagem instrumental de leitura; gêneros textuais; estudo linguístico; leitura de interesse;
leitura de temas transversais.
Código: METR145
Disciplina: QUÍMICA FUNDAMENTAL
Carga Horária Semanal: 54h
59
EMENTA:
Estrutura eletrônica dos átomos, propriedades periódicas, ligações químicas, estequiometria,
soluções, estados de agregação da matéria, equilíbrio iônico.
Código: METR091
Disciplina: LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Estudo dos fundamentos da língua brasileira de sinais com práticas de sinais e interpretação.
Conceito de Libras, Noções de gramática, nomenclaturas e regionalismo. História da
Educação de Surdos, Cultura Surda, legislação, intérprete. Saudações, alfabeto manual,
pronomes, numerais, dias, meses e sinais relacionados ao tempo, família e sinais relacionados
às pessoas, sinais relacionados à educação e ao curso, profissões, verbos, adjetivos,
localizações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
●
QUADROS, R. M. de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto
Alegre: Artmed, 1997.
●
QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos
linguísticos. Artmed: Porto Alegre, 2004.
●
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro,
Tempo Brasileiro, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
●
MOURA, M. C.; LODI, A. C.; PEREIRA, M. C. (Eds). Língua de sinais e educação
do surdo. Sociedade Brasileira de Neuropsicologia (SBNp). São Paulo, 1993.
Código: METR099
Disciplina: MODELAGEM ATMOSFÉRICA
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Introdução sobre Modelagem Atmosférica; Descrição Física dos Modelos Atmosféricos;
Aplicações de Modelos Atmosféricos; Análise e Visualização dos Resultados dos Modelos
Atmosféricos; Métodos Estatísticos Aplicados para Validação do Modelo Atmosférico;
Modelos Meteorológicos de Meso e Grande Escala.
BIBLIOGRAFIA:
●
Holton, James, R. An introduction to dynamic meteorology. Academic Press. Elsevier.
Fourth Edition. 2004. 535p.
●
Jacobson, Mark Z. Fundamentals of atmospheric modeling. Cambridge University Press,
1999. 656p.
●
Liou, Kuo-Nan. An introduction to atmospheric radiation. Academic Press. 1980. 392p.
●
Pielk, Roger A. Mesoscale meteorological modeling. Academic Press. 1984. 612p.
●
Randall, David A. General circulation model development: past, present and future.
Academic Press. 2000. 807p.
Código: METR100
Disciplina: EMPREENDEDORISMO
Carga Horária Semanal: 54h
EMENTA:
Investigação, entendimento e internalização da ação empreendedora. Autoconhecimento.
Perfil empreendedor. Criatividade. Desenvolvimento da visão e identificação de
oportunidades. Validação de uma ideia. Construção de um plano de negócios e negociação.
BIBLIOGRAFIA:
●
BERNARDI, L.A. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e
dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2012. 330 p.
●
DOLABELA, F., FILION, L.J. FORMICA, B. Empreendedorismo: Ciência, Técnica e
Arte. Brasília: CNI-IEL Nacional, 2000.
60
●
DOLABELA, F. A vez do sonho: com a palavra os empreendedores. São Paulo: Editora
Cultura, 2000.
61
13. ARTICULAÇÃO TEORIA-PRÁTICA
A interdisciplinaridade, compreendida enquanto estratégia conciliadora dos domínios
próprios de cada área com a necessidade de alianças entre eles, no sentido de
complementaridade e de cooperação para solucionar problemas, encontrando a melhor forma
de responder aos desafios da complexidade da sociedade contemporânea, traduz-se, na
prática, especialmente em disciplinas multi e interdisciplinares, como é o caso de
Biometeorologia, Micrometeorologia, Climatologia, entre outras. É oportuno que discentes e
docentes utilizem como forma de troca de conhecimentos científicos, o contato direto com
profissionais e pesquisadores de outras áreas.
13.1 - Integração com as redes públicas de ensino
Através do programa de extensão intitulado “Atmosfera e Sociedade”, projetos são
elaborados no sentido da divulgação da Meteorologia
no ensino de níveis Fundamental e Médio
.
13.2 - Integração com os sistemas locais, regionais de saúde e SUS.
No Curso, essa integração começa a acontecer através de um projeto que está sendo
elaborado por um grupo de pesquisadores na área de Biometeorologia, o qual envolve a
Secretaria Municipal de Saúde e a Faculdade de Medicina (FAMED/UFAL).
14. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICs
A relação da Meteorologia com as TICs é um processo natural uma vez que o seu
principal produto, previsões do tempo e do clima, só tem valor se for disseminado
rapidamente. Para isso, as tecnologias de mídia sempre foram utilizadas.
Existem 4 (quatro) salas de aulas equipadas com TVs, variando em dimensão
diagonal de 42’’ a 58”, para auxiliar nas aulas que demandam informações interativas e
expositivas. Dentre estas, consta a sala de multimeios, equipada com a maior TV disponível,
de 58”. Contamos ainda com 3 (três) projetores multimídia (datashow), armazenados na
Secretaria do Instituto e que ficam à disposição dos docentes mediante solicitação e registro
de saída temporária para cada ocasião que os requeiram. Vale destacar ainda que disciplinas
que demandam o uso da informática e internet poderão ser realizadas no Laboratório de
Informática do Instituto, no andar térreo, o qual abriga 18 computadores, nos quais estão
62
instalados programas e sistemas operacionais de emprego frequente nas atividades letivas e
de pesquisa desenvolvidas no ICAT. O laboratório fica à disposição de toda a comunidade
acadêmica do Instituto.
Todos os laboratórios de pesquisa e de informática, assim como os setores
administrativos, dispõem de pontos de conexão à internet cabeada de alta velocidade, sendo
este serviço de gestão e responsabilidade do Núcleo de Tecnologia da Informação
(NTI/UFAL). Também há internet Wi-Fi disponível em todo o prédio, com alguma variação
de intensidade de sinal e, por conseguinte, velocidade de conexão entre os espaços.
15. ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
A articulação entre ensino, pesquisa e extensão é cada vez mais fundamental no dia a
dia acadêmico e constitui-se condição essencial para a produção e disseminação do
conhecimento voltado à transformação social, além de proporcionar a integração entre as
diferentes disciplinas do curso, pois através dos ensinamentos das disciplinas, será possível
aplicá-los no desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão.
A extensão na Universidade tem como linhas prioritárias o desenvolvimento de
programas e projetos diretamente relacionados ao ensino e à pesquisa de propostas que se
caracterizem como contribuição efetiva da Universidade ao seu entorno social e aos
movimentos sociais organizados, além de projetos que incentivem a produção e difundam
cultura. Como tal, a extensão integra o projeto pedagógico institucional e está orientada pelos
seguintes objetivos:
1. A caracterização das atividades de extensão em consonância com o entendimento mais
atual sobre o tema, conforme discussões levadas a cabo pelos fóruns de discussão em caráter
nacional;
2. O estímulo a atividades que impliquem relações multi, inter ou transdisciplinares e
interprofissionais com setores da Universidade e da sociedade;
3. O incentivo a novos meios e processos de produção, inovação e transferência de
conhecimentos, ampliando o acesso ao saber e o desenvolvimento tecnológico e social do
país;
4. O fortalecimento dos núcleos interdisciplinares;
5. O relacionamento bidirecional entre Universidade e sociedade;
63
6. O incentivo às atividades voltadas para o desenvolvimento, a produção e a preservação
cultural, artística e tecnológica para a afirmação do caráter nacional e de suas manifestações
regionais;
7. O apoio a programas de extensão interinstitucionais, sob a forma de consórcios, redes ou
parcerias, bem como atividades voltadas para o intercâmbio nacional e internacional;
8. A construção e a alocação de espaços físicos destinados a atender projetos de extensão,
atividades multiculturais e de socialização;
9. A implementação das políticas que incentivem ações de empreendedorismo entre os
estudantes;
10. A avaliação institucional permanente das atividades de extensão universitária como um
dos parâmetros de avaliação da própria Universidade.
Desta forma, a Extensão, como via de integração entre a Universidade e a sociedade,
constitui-se como elemento capaz de operacionalizar a relação teoria e prática. As atividades
de extensão no ICAT são coordenadas pela Coordenação de Extensão e incluem diversos
projetos responsáveis pela transferência dos conhecimentos desenvolvidos pela Universidade
para a comunidade extramuros além das disciplinas Atividades Cuticulares de Extensão
(ACEs) 1-5.
A pesquisa é uma das marcas importantes do desenvolvimento acadêmico da
ICAT/UFAL, tornando-a uma referência nacional e internacional na produção de
conhecimento. Integra o projeto pedagógico institucional em estreita vinculação com os
processos de ensino e de extensão (Plano de Desenvolvimento Institucional, 2019-2023da
UFAL).
1. O desenvolvimento de pesquisa básica e aplicada dentro dos níveis de excelência
estabelecidos pela Universidade;
2. A integração com a graduação e a pós-graduação, através de um projeto didático-
pedagógico institucional;
3. A integração com a extensão, desenvolvendo os processos de interação com a sociedade e
incentivando a produção e difusão da cultura;
4. O atendimento a demandas sociais como reflexo da busca do desenvolvimento humano
através da transformação da realidade social e econômica;
64
5. A criação de uma política de pesquisa que confira agilidade na mobilização institucional
para a criação de centros ou áreas de excelência com forte potencial de interação a partir da
prospecção de demandas da sociedade;
6. O engajamento institucional em programas de inovação tecnológica objetivando a
eficiência do processo produtivo;
7. A interação como o setor produtivo, através de empresas incubadas, para a transferência
da tecnologia produzida na Universidade;
8. O aperfeiçoamento da política de transferência de tecnologia, objetivando a valoração, o
registro e a comercialização de patentes produzidas pela Universidade, tanto no âmbito
nacional como internacional;
9. A valorização dos grupos de pesquisa consolidados de alta qualidade por sua importância
na busca da excelência;
10. O reconhecimento e o apoio a estruturação de novos grupos em áreas de pesquisa
estratégica para a sociedade;
11. O incentivo ao desenvolvimento de tecnologias sociais;
12. O incentivo a criação de grupos de pesquisa interdisciplinares, tanto pela articulação entre
grupos já existentes, quanto pela criação de grupos novos;
13. O fomento a intensificação da prática de laboratórios interdisciplinares, visando a
eficiência da utilização da infraestrutura aliada à articulação entre áreas de conhecimento;
14. A atração de pesquisadores qualificados para atuar com os grupos de pesquisa da
Universidade e do ICAT, articuladamente com a política de institucionalização da oferta de
pós-doutorados;
15. A criação de uma política de desenvolvimento de recursos humanos voltada aos
laboratórios de pesquisa multiusuários;
16. A avaliação institucional permanente das atividades de pesquisa como um dos
parâmetros de avaliação da própria Universidade.
Em relação às pesquisas realizadas no Instituto de Ciência Atmosféricas, as principais linhas
de pesquisa são:
1) Climatologia;
2) Modelagem Atmosférica;
3) Sensoriamento Remoto;
4) Biometeorologia;
5) Meteorologia Sinótica;
6) Micrometeorologia;
65
7) Agrometeorologia;
8) Dinâmica da Atmosfera;
9) Poluição Atmosférica;
Em relação aos discentes do curso de Meteorologia do ICAT/UFAL, a articulação
entre ensino, pesquisa e extensão acontece através da participação dos alunos em atividades
de Monitoria, de Iniciação Científica e projetos de extensão, entre outras, oportunizadas pela
Universidade em cooperação com os órgãos de fomento como o CNPq, CAPES e a FAPEAL.
A extensão universitária será computada em pelo menos 10% da carga horária do
curso, nas seguintes formas:
a) participação do estudante em programa de extensão Institucionalizado da Unidade
Acadêmica articulando disciplinas obrigatórias e eletivas para sua execução;
b) participação em estágio curricular obrigatório e não obrigatório;
c) como trabalho de conclusão de curso;
d) participação do estudante em projetos integradores (licenciaturas);
e) atividades complementares (cursos de extensão, eventos científicos e culturais e outros
projetos oriundos da universidade e de outros setores da sociedade), devidamente
homologadas pelo Colegiado do Curso de Graduação.
15.1- Programa de Extensão da Unidade
A Extensão Universitária consiste na interação que deve existir de forma permanente
entre a Universidade e os diversos setores da Sociedade. Portanto, as Atividades Curriculares
de Extensão do Curso de Bacharelado em Meteorologia estão inseridas: 04 (quatro)
modalidades de atividades (Projeto de Extensão 1 e 2, Evento e/ou Curso de Extensão),
subdivididas em 05 (cinco) Atividades Curriculares de Extensão (ACE).
Portanto, as ações de extensão no Curso de Meteorologia se dão principalmente
através dos programas de extensão existentes na universidade, visando a relação acadêmica
com a sociedade. Em atendimento a Resolução Nº 04/2018 - CONSUNI/UFAL, a carga
horária de extensão é superior a 10% da carga horária total, e em conformidade com o PNE
2011-2020 (Projeto Lei nº 8.035/2010). As resoluções acima citadas estão sendo
contempladas através de suas ACE, para a formação do Bacharel em Meteorologia.
Nos últimos anos foram desenvolvidas ações de extensão como, por exemplos,
eventos para comemoração da Semana da Meteorologia (Semana de Meteorologia - A
Atmosfera e os Impactos Sócio-Econômico), visita à escolas de Ensino Médio, pública e
66
privada (Meteorologia e conhecimento popular: A Meteorologia mais perto de você),
pesquisas na área de Meteorologia com envolvimento da sociedade (Captação da água da
chuva para o uso consciente, Sistema de Radar Meteorológico de Alagoas-SIRMAL), entre
outros.
15.1.1 - Título do Programa
Atmosfera e Sociedade.
15.1.2 - Unidades Envolvidas e Parceiros Institucionais
As unidades da UFAL envolvidas são a Faculdade de Medicina (FAMED), Centro de
Tecnologia (CTEC), Instituto de Química e Biotecnologia (IQB), Instituto de Geografia,
Desenvolvimento e Meio Ambiente (IGDEMA).
Os parceiros institucionais são a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de
Alagoas (FAPEAL), Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH),
Secretaria Municipal de Saúde, Defesa Civil do Estado de Alagoas e Ministério da
Aeronáutica.
15.1.3 - Justificativa Fundamentada
Neste sentido, é urgente a adoção de políticas públicas que, interagindo com a
sociedade alagoana e os resultados dos trabalhos e das pesquisas científicas realizadas nesta
área de conhecimento, possam auxiliar na solução dos problemas supramencionados.
15.1.4 - Abrangência do Programa de Extensão
67
O programa abrange todo o Estado de Alagoas, incluindo a Zona da Mata, Agreste,
Sertão e Litoral, devendo ser executado na própria UFAL, em seus diversos campi, escolas,
áreas rurais e urbanas, públicas ou privadas do Estado.
15.1.5 - Público-Alvo
O Público-alvo do programa são:
• Agricultores;
• Empresas públicas e privadas;
• Órgãos públicos;
• Escolas e Universidades;
• Comunidades rurais e urbanas;
• Outros identificados com os temas e problemas trabalhados no âmbito da
Meteorologia.
15.1.6 - Áreas Temáticas do Programa
1. Tecnologia e Produção.
2. Educação.
3. Meio Ambiente.
15.1.7 - Linhas de Extensão do Programa
●
Desenvolvimento tecnológico;
●
Desenvolvimento urbano;
●
Formação de professores;
●
Gestão do trabalho urbano e rural;
●
Inovação tecnológica
●
Patrimônio cultural, histórico e natural;
●
Questões ambientais;
●
Recursos hídricos.
15.1.8 - Objetivo do Programa
Geral:
-Interagir com a sociedade alagoana e o poder público, na busca de resultados de pesquisas
que possam identificar melhorias para a saúde dos seres vivos e desenvolvimento social com
equidade, como fatores prioritários para uma boa qualidade de vida humana.
68
Específicos:
-Desenvolver estudos que possam auxiliar na mitigação da ação de catástrofes e de eventos
meteorológicos adversos sobre a população de maneira geral;
-Realizar eventos, como forma de comunicação dos trabalhos realizados e de intercâmbio de
experiências com a sociedade de maneira geral;
-Buscar e estabelecer outros meios de comunicação e de interação com a sociedade alagoana
visando direcionar estudos e pesquisas em prol de melhorias na sua qualidade de vida.
-Informar e instruir os cidadãos urbanos e de zonas rurais sobre resultados de estudos e
pesquisas que identificam ações benéficas e maléficas das variações do tempo e do clima nos
seres vivos.
16. TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO – TCC
Regulamentação do trabalho de conclusão de curso, que atende a regulamentação
prevista na RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007, do Ministério da
Educação.
CAPÍTULO I
DOS OBJETIVOS
Art. 1º - É objetivo do presente regulamento normatizar todas as atividades referentes ao
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), no sentido de estabelecer regras de conduta dos
discentes para elaboração e apresentação pública do TCC.
CAPÍTULO II
DA NATUREZA, OBRIGATORIEDADE E CARGA HORÁRIA
Art. 2º - O TCC, para o Curso de Meteorologia da UFAL, se constituirá por uma monografia
de pesquisa científica, podendo em casos especiais, tratar-se de pesquisa bibliográfica, de
acordo com as recomendações do Colegiado do Curso.
Art. 3º - É requisito obrigatório a apresentação pública (duração de 30 a 40 minutos) e a
entrega de 2 (duas) cópias da versão final do TCC. Sendo 1 (uma) na versão capa dura, e 1
(uma) cópia digital em CD no formato PDF.
69
Parágrafo único - A versão final que trata o artigo 3 refere-se à monografia corrigida com a
Folha de Aprovação, devidamente preenchida pela Banca Examinadora do TCC, e pelo
Coordenador do Curso.
Art. 4º – A carga horária atribuída ao TCC será em número de 72 (setenta e duas) horas.
Parágrafo único - As monografias serão consideradas reprovadas se não atingirem a nota
mínima obrigatória de 7,0 (sete).
CAPÍTULO III
DA COORDENAÇÃO
Art. 5º - A supervisão e coordenação das atividades inerentes ao TCC serão exercidas pelo
Colegiado do Curso:
I - No cumprimento das normas aprovadas;
II - No estabelecimento de normas, quanto ao plano de trabalho.
CAPÍTULO IV
DA ORIENTAÇÃO E VAGAS
Art. 6º - A todo aluno é garantida a orientação para o desenvolvimento do seu TCC.
Art. 7º - Poderão ser professores orientadores, todos aqueles que ministrarem disciplinas da
grade curricular do Curso de Graduação em Meteorologia da UFAL.
Art. 8º - Poderão ser coorientadores, docentes ou profissionais desvinculados do Curso de
Meteorologia com a aprovação do Colegiado.
Art. 9º - Os professores de que trata o artigo 7º, serão obrigados a oferecer orientação aos
alunos matriculados no TCC, pelo tempo mínimo de 01 (um) semestre.
Parágrafo único - O aluno poderá iniciar o seu TCC em qualquer época do Curso, de acordo
com seu orientador, porém, sua apresentação se dará no último semestre do curso.
CAPÍTULO V
DA INSCRIÇÃO E SELEÇÃO
Art. 10 - Os alunos farão suas inscrições no TCC, na Coordenação do Curso, encaminhando
o pedido em duas (02) vias, uma destinada ao orientador e outra ao coordenador do curso.
Art. 11 - No caso da impossibilidade de aceitar o pedido, o orientador deverá fazer uma
justificativa ao colegiado.
Art. 12 - A aceitação da inscrição será efetuada pelo coordenador e comunicada ao estudante
em até 2 (dois) dias letivos da entrega do pedido de inscrição.
70
Art. 13 - Havendo existência de alunos e negativa de orientação por parte do orientador, o
colegiado deverá se reunir com o(s) aluno(s) para garantir orientação.
CAPÍTULO VI
DA CONDUÇÃO DO TRABALHO
Art. 14 – No caso de mudança de linha de pesquisa pelo orientador, esse deverá comunicar
ao Coordenador do Curso, apresentando a nova proposta.
Art. 15 – Para o caso de mudança de orientação, o aluno deverá informar ao Coordenador do
Curso sugerindo o nome do novo orientador, que por sua vez será apreciado pelo Colegiado
do Curso. Caso o aluno não apresente sugestão, o Colegiado indicará automaticamente um
novo nome para orientação.
Art. 16 – Na condução dos trabalhos, caso o orientando não siga as recomendações de seu
orientador, quanto ao cronograma de atividades preestabelecidas, o orientador poderá
informar ao Coordenador do Curso a sua recusa em continuar orientando o aluno.
Art. 17 – O aluno poderá pedir substituição do orientador ao Coordenador do Curso, no caso
deste negligenciar a orientação ou se ausentar da responsabilidade dessa, devendo o aluno
comprovar a uma das referidas situações.
CAPÍTULO VII
DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO
Art. 21 - O orientador encaminhará ao Coordenador do Curso uma solicitação, na qual
deverá conter a indicação de 3 (três) nomes que irão compor a Banca Examinadora (B.E.) que
deverá julgar a apresentação pública do TCC. Neste documento, deverá conter ainda a data da
apresentação pública do TCC, nome do aluno e do orientador, e título da monografia.
Art. 22 - A solicitação de que trata o artigo 21 deverá ser acompanhada de 3(três) cópias da
monografia (TCC), em versão definitiva com encadernação provisória, ao coordenador do
curso, que as entregará no prazo máximo de 3 (três) dias letivos aos membros da B.E.
§1º – O prazo máximo para à apresentação pública do TCC será até a penúltima semana de
aulas do período letivo em curso.
§2º- Somente as monografias entregues dentro do prazo estabelecido conforme o artigo 22,
parágrafo 1º, que serão apreciadas pelo Colegiado no respectivo semestre letivo.
Art. 23 - O julgamento do TCC será realizado mediante a Banca Examinadora de que trata o
art. 21.
71
Art. 24 - A versão final da monografia, com as correções efetuadas pela B.E., deverá ser
encaminhada pelo orientador à coordenação do curso, conforme o artigo 3º, até o último dia
de aula do período letivo em curso.
Parágrafo único - O coordenador se responsabilizará pela colocação da nota do TCC no
sistema acadêmico; divulgação da versão digital nos meios disponíveis.
CAPÍTULO VIII
DA BANCA EXAMINADORA E AVALIAÇÃO DO TCC
Art. 25 - Cada membro da B.E. julgará:
a) A apresentação pública do TCC;
b) O conteúdo da monografia apresentada;
c) O domínio do conteúdo apresentado.
§1º - A B.E. será composta por no mínimo 3(três) e no máximo 4(quatro) membros, sendo o
orientador o presidente da B.E. e os demais membros com formação comprovada em
Meteorologia ou áreas afins.
§2º - Após o julgamento, a B.E. atribuirá uma nota de 0 (zero) a 10 (dez) a cada item acima
descrito e, como nota final, será atribuída ao aluno, a média aritmética das notas obtidas.
Art. 26 - Ao final do julgamento do TCC, o presidente da B.E. entregará ao Coordenador do
Curso a Ata de Apresentação pública devidamente preenchida; ao formando, as cópias das
monografias para a inclusão das sugestões dos membros da B.E (caso haja), a fim de obter a
sua monografia final que trata o artigo 24.
Art. 27 – O orientador ficará responsável por averiguar as correções finais sugeridas pela
B.E. antes da entrega ao coordenador da versão final.
CAPÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
Art. 28 - Tanto o orientador como o orientado terá o direito de desistir do trabalho em
qualquer uma de suas fases.
Art. 29 - Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado.
Art. 30 - Este regimento poderá ser modificado a critério do Colegiado no exercício de suas
funções.
Art. 31 - Anualmente o Coordenador do Curso divulgará o calendário de atividades do TCC.
72
17. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O documento “Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do curso de graduação em
Meteorologia, bacharelado” – parecer CNE/CES Nº 4/2008, aprovado em 06/08/2008 –
estabelece no Art. 7º que o Estágio Supervisionado é componente curricular obrigatório,
indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais desejados, inerentes ao perfil do
formando, devendo cada instituição, por seus colegiados próprios, aprovar o correspondente
regulamento, com suas diferentes modalidades de operacionalização.
O Estágio de que trata este artigo poderá ser realizado na própria instituição, e deverá
estar estruturado e operacionalizado de acordo com a regulamentação própria, aprovada pelo
conselho competente, podendo, também, contemplar convênios com outras entidades ou
instituições, importando, em qualquer caso, na supervisão das atividades e na elaboração de
relatórios que deverão ser encaminhados à Coordenação de Estágio das IES, para a avaliação
pertinente.
As atividades do Estágio Supervisionado deverão ser reprogramadas e reorientadas de
acordo com os resultados teórico-práticos gradualmente revelados pelo aluno, até que os
responsáveis pelo estágio curricular possam considerá-lo concluído, resguardando, como
padrão de qualidade, os domínios indispensáveis ao exercício da profissão.
O Estágio Curricular do Curso de Graduação em Meteorologia é componente
obrigatório, indispensável à consolidação do desempenho profissional. Proporciona a
complementação do ensino e da aprendizagem, através de atividades práticas, concedendo a
oportunidade de vivenciar problemas em situações reais de trabalho nas áreas temáticas do
curso e aplicar os conhecimentos adquiridos, ampliando a formação do estudante.
O estágio supervisionado terá uma jornada de trabalho de no máximo 4 horas diárias
ou 20 (vinte) horas semanais, compatível com o horário escolar, sendo sua duração de 72
(setenta e duas) horas, a partir do 7º semestre (diurno) e 9º semestre (noturno).
O estágio curricular pressupõe planejamento, acompanhamento, avaliação e validação pela
instituição de ensino, em comum acordo com a instituição ou órgão concedente.
A supervisão do estágio será realizada por um profissional com formação e
experiência comprovada na área de concessão do estágio, indicado pela instituição ou órgão
concedente e por um professor do curso que orientará o aluno de forma a obter um melhor
desempenho possível na execução das atividades previstas no plano de trabalho.
O estágio supervisionado obedecerá a um plano de atividades elaborado pelo aluno
em conjunto com o orientador e o supervisor e entregue ao Coordenador de Estágio.
73
Após a conclusão do estágio, o aluno deverá elaborar um relatório final, onde registrará as
atividades e ações vivenciadas na instituição ou órgão onde permaneceu, acompanhada da
ficha de avaliação do estagiário, conforme norma de elaboração aprovada pelo Colegiado do
Curso. O relatório final deverá ser aprovado pelo supervisor e pelo orientador, de modo a
atender a legislação do MEC (CNE/CES Nº 4/2008).
18. POLÍTICA DE INCLUSÃO
Com base no PDI 2019-2023, o ingresso na Ufal é efetivado por meio de processo
seletivo, sendo a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) o meio de seleção e a
plataforma do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) o meio de inscrição, respeitados os
critérios de cotas em vigor. A partir da entrada no semestre 2019.1, a Universidade adota a
sistemática de bancas de validação de autodeclarações para as vagas reservadas aos/às
candidatos/as negros/as de cor parda ou preta no processo do Sisu/Ufal, além de análise dos
candidatos que se autodeclaram pessoas com deficiência. No exercício de sua autonomia, a
Universidade poderá adotar outros processos de seleção, simplificados ou não, para o
preenchimento de vagas ociosas ou em casos de convênios firmados no interesse público.
Dentre outros, aqueles que dizem respeito à formação de docentes que atuam na rede pública
de ensino e à formação de gestores públicos. Em todos os casos, a igualdade de oportunidade
de acesso é garantida por meio de editais.
No sentido de política de inclusão o curso de Meteorologia bacharelado tem a sua
disposição sala de aula e Secretaria da Coordenação no pavimento térreo, o que facilita o
acesso de alunos com dificuldades de locomoção e cadeirantes.
Existe também o Núcleo de Acessibilidade da UFAL, que tem como objetivo
identificar os alunos com algum tipo de deficiência para prestar um tratamento diferenciado a
esse aluno. O Núcleo atua de forma a oferecer Atendimento Educacional Especializado –
AEE - aos estudantes que fazem parte do público-alvo, tais como, pessoas com deficiência,
pessoas com Transtornos Globais de Desenvolvimento e pessoas com Altas Habilidades. Esse
atendimento tanto pode ser feito através de acompanhamento nas salas de aulas que os alunos
frequentam, quanto em atividades na sala do NAC em horário oposto ao das aulas, para
assessorar na confecção de trabalhos acadêmicos. O curso de Meteorologia já promoveu a
adaptação de material didático para atendimento a aluno com baixa visão, com o auxílio do
NAC.
74
O Núcleo presta capacitação para o uso de tecnologias assistivas, como por exemplo,
recursos de informática para transformar textos em áudio para pessoas cegas. O NAC
também promove cursos sobre recursos didáticos e assistência educacional a pessoas com
deficiência, além de eventos sobre Educação Inclusiva abertos a toda a comunidade
acadêmica. Em parceria com a Pró-reitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho – PROGEP,
promove cursos para corpo técnico e docentes da universidade. Atua em parceria com o
Grupo de Estudo e Extensão em Atividade Motora Adaptada – GEEAMA e o Núcleo de
Estudos em Educação e Diversidade – EEDI. No Curso de Meteorologia, as adequações das
tecnologias assistivas serão feitas mediante as devidas necessidades, onde Professores e
técnicos serão capacitados para que a execução das atividades ensino, pesquisa e extensão
aconteçam em sua plenitude, de acordo com o Art. 59 da Lei nº 9394/96.
Em conformidade com o Decreto nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005, da
Presidência da República, fica previsto na Matriz Curricular a disciplina LIBRAS (Língua
Brasileira de Sinais) como disciplina optativa. Deste modo será ofertada de forma regular a
disciplina de LIBRAS com carga horária equivalente a 3 (três) créditos ou 54h semestrais.
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para as necessidades do seu
corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos
portadores de necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo
MEC e à legislação pertinente.
O dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial, haja vista a
forma atual de identificação dos alunos: autodeclaração. Por outro lado, a UFAL tem
investido na capacitação técnica de seus servidores para estabelecer competências para
diagnosticar, planejar e executar as ações voltadas para essas necessidades.
Há um esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, juntandose ao cuidado de fazer cumprir as demais exigências adotadas pela Política de Acessibilidade,
quais sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para Lei nºº 9.394, de 20 de
dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e bases para a educação), que afirma: Os sistemas de
ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: currículos, métodos, técnicas,
recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março
de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial,
recomenda que os PPCs contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros
75
individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de
cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido;
Para tal atendimento, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva,
cognitiva ou autista sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma,
não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e
metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do curso.
Neste sentido o Núcleo de Assistência Educacional (NAE) oferece o apoio
pedagógico necessário de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas demandas
específicas de forma a promover a integração de todos ao ambiente acadêmico.
No Curso de Meteorologia são propostas ações institucionais, onde os coordenadores,
professores e estudantes do curso vem sendo estimulados a participar de capacitações
pedagógicas e humanísticas relacionadas às políticas de inclusão da pessoa com deficiência
na educação, eventos aos quais os estudantes também têm acesso.
19. PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE (PAD)
19.1 - Apresentação
O PAD será implementado para aprimorar o trabalho desenvolvido pelos acadêmicos,
no sentido de promover o sucesso de ensino-aprendizagem e a integração de sua vida
acadêmica.
O objetivo do PAD é propiciar uma nova relação entre alunos, diretoria, coordenação,
professores e colaboradores, buscando o atendimento individual ao aluno, buscando
identificar os obstáculos estruturais e funcionais ao pleno desenvolvimento do processo
educacional, prestando informações aos órgãos competentes, aos quais solicita providências e
propõe soluções. Esses atendimentos são prestados por professores designados para compor
um plantão de atendimento junto ao PAD.
O PAD é um programa de apoio acadêmico previsto no item 4.1.3 do PDI 2013-2017
da UFAL, decorrente da Política Institucional de Ensino, prevista no Projeto Pedagógico do
Curso (PPC), que é parte integrante do Projeto Pedagógico Institucional (PDI) vigente,
recomendado pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESu/
MEC).
76
Foram implementadas no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) as disciplinas
Fundamentos de Matemática e Fundamentos de Física, com o objetivo de suprir possíveis
necessidades de nivelamento dos conhecimentos dos alunos ingressantes.
19.2 - Atribuições
●
Identificar e minimizar as lacunas que os alunos trazem do ensino médio, promovendo
mecanismos de nivelamento e oferecendo condições para aprendizagens significativas;
●
Identificar e minimizar os problemas de ordem psicopedagógico que interfiram na
aprendizagem;
●
Encontrar alternativas para os problemas de ordem financeira e outros que
impossibilitem a permanência no curso, reduzindo os casos de evasão;
●
Oferecer acolhimento especial aos novos alunos, viabilizando a sua integração ao meio
acadêmico;
●
Propor atividades extraclasse que envolvam cultura, criatividade, esporte e lazer;
●
Realizar encaminhamento psicológico/médico em casos que exijam tratamento
específico;
●
Propor atividades, reflexões e aperfeiçoamento ao docente quanto à compreensão de
comportamentos advindos de condições adversas, as quais possam influenciar no processo de
ensino-aprendizagem.
19.3 - Serviços oferecidos
Nivelamento
O Programa de Nivelamento (PN) é um dos programas de apoio aos discentes do
ICAT, que propicia aos alunos com deficiência na sua formação de base o acesso ao
conhecimento básico em disciplinas de uso fundamental na Meteorologia.
O principal objetivo do nivelamento é oferecer aos participantes uma revisão de
conteúdos, proporcionando a apropriação de conhecimentos esquecidos ou não aprendidos.
O PN é um procedimento de apoio ao estudo e uma atividade pedagógica de
fundamental importância para a formação dos alunos. Por meio do PN visa-se contribuir para
a superação das lacunas herdadas do ensino médio, de modo que os acadêmicos realizem um
curso superior de qualidade.
O Nivelamento propõe como atividades pós-avaliação: aulas em grupo, exercícios e
monitoria especializada.
77
O programa será oferecido especialmente aos alunos do 1º período do curso, podendo
se estender aos alunos de outros períodos, caso sejam identificadas situações especiais que
necessitem de tal acompanhamento.
19.4 - Apoio Pedagógico
O Coordenador de Curso é naturalmente o principal orientador acadêmico dos alunos,
orientando-os tanto em questões acadêmicas gerais, como seus interesses e dificuldades no
curso; motivação para pesquisa e extensão; possibilidades de atividades complementares etc;
questões pedagógicas mais específicas, a exemplo da orientação da matrícula; dificuldades
com professores e colegas; problemas de acompanhamento em disciplinas; dificuldades de
aprendizagem, dentre outras.
O papel da Coordenação junto ao PAD tem como objetivo apoiar e acompanhar o
desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem dos alunos, bem como assessorar o
corpo docente quanto às práticas pedagógicas adequadas ao processo de ensinoaprendizagem.
19.5 - Apoio Psicopedagógico
O principal objetivo do apoio psicopedagógico é orientar e auxiliar os alunos para a
resolução de problemas acadêmicos e de relacionamento interpessoal que interferem no
processo de aprendizagem, desenvolvimento pessoal e profissional.
A orientação pedagógica propõe trabalhar as dificuldades de aprendizagem e a
diversidade de fatores que contribuem para tal, podendo ser de origem orgânica, cognitiva,
emocional, social ou pedagógica. Desta forma, para se conhecer as causas do problema, é de
grande valia a busca pela atenção diferenciada ao aluno.
Através deste processo realizar-se-á junto ao indivíduo uma coleta de informações
utilizando-se de técnicas específicas. Estas informações proporcionarão o entendimento das
reais causas que interferem no processo de ensino-aprendizagem.
20. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Considerando as determinações contidas na Portaria MEC nº. 147/2007, de
02/02/2007, bem como a Resolução CONAES nº. 01/2010 e o Parecer nº. 04/2010, de
17/06/2012, da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES, que
78
tratam da normatização, dos princípios, da criação e da finalidade do Núcleo Docente
Estruturante; considerando os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL, que tratam da
composição e das atribuições dos Colegiados dos Cursos de Graduação da UFAL, o Núcleo
Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo e propositivo em matéria acadêmica, de
apoio e assessoramento ao Colegiado, sendo formado por docentes da respectiva Unidade
Acadêmica para acompanhar e atuar no processo de concepção, consolidação, avaliação e
contínua atualização do Projeto Político Pedagógico do Curso.
O NDE tem as seguintes atribuições:
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes no currículo;
III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e consoantes
com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação.
A composição do NDE deverá observar as seguintes proporções, e serão designados em
Portaria do Reitor:
I. Ser constituído por um mínimo de 05 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do
curso, preferencialmente graduados na área do respectivo curso;
II. Ter pelo menos 60% (sessenta por cento) de seus membros com titulação acadêmica
obtida em programas de pós-graduação Stricto Sensu;
III. Ter pelo menos 20% (vinte por cento) de seus membros em regime de trabalho de tempo
integral.
Os membros do NDE devem ter mandato de, pelo menos, 03 (três) anos, sendo adotadas
estratégias de renovações parciais, de modo a assegurar a continuidade no pensar pedagógico
do curso. O Coordenador do NDE será escolhido por seus pares, cabendo-lhe as seguintes
atribuições:
I. Convocar e presidir as reuniões, com direito a voto, inclusive o de qualidade;
II. Encaminhar as propostas do NDE;
III. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser tratada pelo NDE;
IV. Designar um representante do NDE para secretariar e lavrar as atas.
79
O NDE deverá reunir-se, ordinariamente, ao menos uma vez a cada bimestre e,
extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu Coordenador, por dois terços dos seus
membros ou pelo Colegiado de Curso.
Atualmente o NDE é composto pelos seguintes membros:
Tabela 06: Composição do Núcleo Docente Estruturante, conforme Portaria nº 201/2019 do
ICAT/UFAL, de 12 de julho de 2019.
Membros Titulares
Titulação
Regime de trabalho
Glauber Lopes Mariano
Doutor
Dedicação Exclusiva
Ericka Voss Chagas
Doutora
Dedicação Exclusiva
Heliofábio Barros Gomes
Doutor
Dedicação Exclusiva
Maria Luciene Dias de Melo
Doutora
Dedicação Exclusiva
José Clênio Ferreira de Oliveira
Mestre
Dedicação Exclusiva
Membros Suplentes
Titulação
Regime de trabalho
Vladimir Levit
Doutor
Dedicação Exclusiva
Ricardo Ferreira Carlos de Amorim
Doutor
Dedicação Exclusiva
Natalia Fedorova
Doutora
Dedicação Exclusiva
Fabricio Daniel dos Santos Silva
Doutor
Dedicação Exclusiva
Humberto Alves Barbosa
Doutor
Dedicação Exclusiva
21. COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO
O Curso de Meteorologia Bacharelado (Diurno e Noturno) é conduzido pelo
Colegiado de Graduação, através de reuniões ordinárias dos seus membros, participação nas
instâncias do Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT), como o Conselho da Unidade e a
Câmara Acadêmica, participação no Fórum dos Colegiados da Ufal, organizado pela PróReitoria de Graduação (PROGRAD), ações de apoio ao estudante, sobretudo no ingresso da
universidade, como o curso de nivelamento, entre outros. Cabe destacar que a Direção do
ICAT dá o suporte necessário ao bom funcionamento do Instituto, procurando proporcionar
uma excelente condição estrutural e de recursos humanos, no sentido de beneficiar os
Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Meteorologia. Cabe destacar também a estreita
relação entre a Pós-Graduação e a Graduação, haja vista que a maioria dos professores estão
envolvidos nos dois cursos. Contudo existe a política entre os Colegiados de Graduação e
Pós-Graduação no sentido de não sobrecarregar o professor na carga horária semestral.
Outro exemplo da relação estreita é o de que a maioria dos alunos do curso de Meteorologia
possuem bolsa de iniciação científica, estão inseridos em projetos de pesquisa da PósGraduação.
O Colegiado do Curso de Graduação, nos termos do Art. 25 do Regimento Geral da
UFAL, está vinculado ao Instituto de Ciências Atmosféricas que tem por objetivo coordenar
80
o funcionamento acadêmico do curso, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo
compostos de:
I – Cinco (5) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes, que
estejam no exercício da docência, eleitos em consulta efetivada com a comunidade
acadêmica, para cumprir mandato de dois (2) anos, admitida uma única recondução;
II. Um (1) representante do Corpo Discente e seu respectivo suplente, escolhido em processo
organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir mandato de 1(um)
ano, admitida uma única recondução;
III. Um (1) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente,
escolhidos dentre os Técnicos da Unidade Acadêmica, eleito pelos seus pares, para cumprir
mandato de dois (2) anos, admitida uma única recondução.
O Coordenador e seu suplente, serão escolhidos pelo Colegiado dentre os docentes
que o integram, e designados por ato do Reitor.
São atribuições do Colegiados do Curso de Graduação:
I. Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento dos Projetos Pedagógicos dos
Cursos, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional desejado e
nas características e necessidades da área de conhecimento e regionais, tendo em vista as
necessidades do mercado de trabalho e da sociedade em geral;
II. Coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração docentediscente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os planos de
ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III. Coordenar o processo de avaliação dos Cursos, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem
necessárias;
IV. Colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. Emitir parecer sobre pedidos de aproveitamento de disciplina por equivalência,
trancamento de matrícula, transferência de alunos e de desligamento de alunos do curso;
VI. Colaborar com o cumprimento das decisões dos órgãos superiores sobre matérias
relativas ao corpo discente;
VII. Analisar e emitir parecer sobre os processos e requerimentos que lhe forem submetidos;
VIII. Exercer outras atribuições compatíveis.
O Colegiado do Curso de Graduação atuará de forma articulada com os Colegiados
dos Programas de Pós-graduação e de Extensão.
81
É incumbência do Conselho do Instituto de Ciências Atmosféricas aprovar as normas
gerais para o processo de eleição dos membros do Colegiado do Curso de Graduação.
O Colegiado do Curso irá se reunir ordinariamente uma vez por trimestre ou,
extraordinariamente, sempre que convocado pelos seus Coordenadores ou pela maioria
simples de seus membros.
;
Atualmente, de acordo com a Portaria nº 54 -; PROGRAD/UFAL, publicada
em 17 de maio de 2021, o Colegiado do Curso é composto pelos seguintes membros:
Tabela 07: Composição do Colegiado do Curso de Graduação em Meteorologia.
Membros
Prof. Glauber Lopes Mariano
Profa. Maria Cristina Lemos da Silva
Prof. Heliofábio Barros Gomes
Profa. Djane Fonseca da Silva
Prof. Fabrício Daniel dos Santos Silva
Bruna Cynthia Silva Queiroz Cruz
Dhiego Rafael Farias Luna
Suplentes
Profa. Maria Luciene Dias de Melo
Prof. Rosiberto Salustiano da Silva Júnior
Prof. Helber Barros Gomes
Profa. Ericka Voss Chagas
Prof. José Clênio Ferreira de Oliveira
Reinaldo de Lima Oliveira Junior
Moseane Karolayne da Silva Santo
Titulação
Regime de trabalho
Doutor
Dedicação Exclusiva
Doutora
Dedicação Exclusiva
Doutor
Dedicação Exclusiva
Doutora
Dedicação Exclusiva
Doutor
Dedicação Exclusiva
Representante Técnicos-Administrativos
Representante Discentes
Doutora
Doutor
Doutor
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Doutora
Dedicação Exclusiva
Doutor
Dedicação Exclusiva
Representante Técnicos-Administrativos
Representante Discente
22. AVALIAÇÃO
22.1 - Avaliação da aprendizagem
A avaliação é realizada através de provas escritas, exercícios realizados em sala de
aula, exercícios extra sala de aula, seminários com apresentação pública, monografias sobre
conteúdo das disciplinas, estudos individuais, estudos em grupos, avaliação do desempenho
do aluno em aulas práticas e trabalho de campo.
22.2 - Avaliação do ensino
A Direção do Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT) se encarregará em compor
uma comissão interna que terá como objetivo executar o trabalho anual de autoavaliação do
Curso de Graduação em Meteorologia. Fica ainda a referida comissão com o compromisso
82
de apresentar um relatório final à Coordenação do Curso, apontando os pontos positivos e
negativos para conhecimento e devidas providências.
A avaliação do ensino e aprendizagem será feita através do preenchimento de
formulários, por parte de alunos, professores e técnicos administrativos. Estes formulários
serão elaborados pelo ICAT ou pela comissão de autoavaliação, podendo ser aplicados por 1
(um) de seus representantes, na Secretaria ou sala de aula. Além dessa forma, a avaliação do
ensino também é efetuada por meio da comunicação entre o Centro Acadêmico (ou
diretamente pelos alunos envolvidos) e o Colegiado do Curso, na figura do Coordenador do
Curso, sobre eventuais condutas acadêmicas impróprias ao processo do ensino.
22.3 - Avaliação Externa
As visitas periódicas da comissão designada pelo Ministério da Educação (MEC)
quando necessárias, serão a principal avaliação externa.
Os resultados finais das avaliações externas serão analisados em reuniões do Colegiado do
Curso de Graduação e Núcleo Docente Estruturantes, no sentido de tomada de decisão para
tentar sanar as fragilidades detectadas pelos avaliadores externos. As deliberações frutos das
reuniões serão enviadas para os órgãos competentes dentro da UFAL.
23. CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO
23.1 - Infraestrutura
O Curso dispõe de 6 (seis) salas de aula, localizadas no prédio do ICAT, todas
climatizadas e com lousa, contando com sistema de TVs LCD nas salas 6C e 6D. Ademais,
projetores multimídia são disponibilizados aos docentes na Secretaria do Instituto.
A área das salas varia entre 30,9 m 2 a 77,8 m2 (tabela 1). A sala denominada
“Multimeios” é usada para seminários, palestras, minicursos, defesa de Dissertação de
Mestrado e Trabalho de Conclusão de Curso, dentre outras atividades. Há ainda uma sala de
aula no Sistema de Radar Meteorológico de Alagoas (SIRMAL), climatizada e equipada com
lousa e projetor multimídia , também utilizada para atividades acadêmicas.
As salas dos docentes estão equipadas com computadores, notebooks, impressora e
são todas climatizadas. A maioria delas é constituída por dois ambientes que servem de
laboratório para alunos de Graduação, PIBIC e Pós-Graduação, dependendo da quantidade de
alunos por docente.
Tabela 08: Salas de aula do curso de Meteorologia/ICAT.
LOCAL
Mesa
Ponto de
PC
Projetor
TV
Área
83
Rede
1
0
1
0
1
2
(m2)
37,8
39,8
37,7
43,1
30,9
77,8
Sala de aula - 6A
2
0
0
0
Sala de aula - 6B
1
0
0
0
Sala de aula - 6C
1
0
0
1
Sala de aula - 6D
1
0
0
0
Sala de aula - 6E
1
0
0
0
Sala de aula (multimeios)
2
1
1
0
Sala de aula (multimeios)
2
2
1
1
1
30,0
SIRMAL
Quanto aos técnicos, o Instituto dispõe de dois Secretários; uma Secretária do Curso
de Graduação; um Secretário do Curso de Pós-Graduação. O Curso de Graduação funciona
nos turnos matutino, vespertino e noturno e a Pós-Graduação no diurno.
Gabinetes de Trabalho para Professores em Tempo Integral (TI) e laboratórios
O curso dispõe de 15 gabinetes para os professores com área total de 487,1m 2 o que
dá em média 32,47m2 por gabinete. Dois destes gabinetes estão localizados no bloco 9,
anexo, dentro do Campus A. C. Simões.. Dos 13 gabinetes que funcionam no ICAT, 4 são
ocupados por 2 docentes cada (compartilhados). O espaço ocupado por cada professor
geralmente é dividido em dois ambientes. Um que funciona como gabinete do professor e o
outro como laboratório de pesquisa e para fins didáticos.
Tabela 09: Gabinetes de trabalho dos docentes do curso de Meteorologia lotados no ICAT.
Área (m2)
Nome
Sala de Reuniões
Helber Barros Gomes
Fabrício Daniel dos Santos Silva
Ricardo Ferreira Carlos de Amorim
Heliofábio Barros Gomes
Humberto Alves Barbosa
José Clênio Ferreira de Oliveira
Marcos Antonio Lima Moura*
Geórgenes Hilário Cavalcante Segundo
Rosiberto Salustiano da S. Junior
Djane Fonseca da Silva
José Francisco de Oliveira Junior
Maria Luciene Dias de Melo
Maria Cristina Lemos da Silva
Natalia Fedorova
Vladimir Levit
Gabinete
Laboratório
Total
20,0
0,0
20,0
12,0
7,9
19,9
7,8
8,6
12,3
11,3
20,2
20,1
19,9
19,6
7,0
42,1
20,1
29,2
9,7
39,4
20,2
10
10
19,6
7,0
24,5
7,8
10,2
9,7
19,7
20,0
0,0
17,6
12,3
19,0
0,0
19,7
26,7
46,7
84
12,2
32,8
45,0
Roberto Fernando da Fonseca Lyra
Ericka Voss Chagas
9,0
11,2
20,2
Glauber Lopes Mariano
108,0
Espaço no prédio do Radar Meteorológico
36,0
72,0
264,2
232,9
497,1
TOTAL
* - fora das dependências do ICAT
Espaço de trabalho para a Coordenação
Uma sala para Coordenação com 18m2, além da Secretaria do ICAT, devidamente
equipada com material de expediente e computador.
Espaço de trabalho para atuação dos órgãos administrativos
Uma sala de aproximadamente 20m² destinada a reuniões. Com dimensões similares,
uma sala para a Coordenação de Extensão e uma sala para a Coordenação da Unidade
Acadêmica.
23.2 - Docentes
O Curso de Graduação em Meteorologia da UFAL apresenta um
corpo docente de 19 (dezenove
) professores, todos com Pós-Graduação, a maioria deles (17) com Doutorado,
conforme Tabela 10.
Tabela 10: Docentes do curso de Graduação em Meteorologia, titulação máxima e instituição
da qual obteve a titulação.
Instituição
de
Nome
Titulação
Formação
Djane Fonseca da Silva
Doutora
UFCG
Ericka Voss Chagas
Doutora
INPE
Fabrício Daniel dos Santos Silva
Doutor
UFCG
Geórgenes Hilário Cavalcante Segundo
Doutor
UFF
Glauber Lopes Mariano
Doutor
INPE
Helber Barros Gomes
Doutor
USP
Heliofábio Barros Gomes
Doutor
UFCG
Humberto Alves Barbosa
Doutor
UA/USA
José Clênio Ferreira de Oliveira
Mestre
UFPB
José Francisco de Oliveira Junior
Doutor
UFRJ
Marcelo Queiroz de Assis Oliveira
Mestre
UFAL
Marcos Antônio Lima Moura
Doutor
UNESP
Maria Cristina Lemos da Silva
Doutora
USP
Maria Luciene Dias de Melo
Doutora
INPE
Natalia Fedorova
Doutor
CHM/RUSSIA
85
Ricardo Ferreira Carlos de Amorim
Doutor
UNESP
Roberto Fernando da Fonseca Lyra
Doutor
UPS/FR
Rosiberto Salustiano da Silva Junior
Doutor
USP
Vladmir Levit
Doutor
IFM/RUSSSIA
23.3 Técnicos Administrativos
A Unidade Acadêmica dispõe de 7 (sete) técnicos administrativos, dos quais 1 técnico
é destinado especificamente às atividades de Graduação.
23.4 - Instalações
Os laboratórios estão contemplados no item Infraestrutura (23.1), tabelas 1, 2, 3.
23.5 - Recursos materiais
Os recursos materiais são abordados no item Infraestrutura (23.1), tabelas 1, 2, 3.
24. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Será obrigatório o cumprimento de 72 (setenta e duas) horas de atividades
complementares,
tendo
como
principal
objetivo
complementar
a
formação
e
aperfeiçoamento dos alunos de Meteorologia. Tais atividades podem ser cumpridas com
monitoria, iniciação científica, cursos diversos, participação em congresso, seminário e
outros, sendo computadas na carga horária da parte flexível, desde que aprovada pelo
colegiado do curso, conforme proposta abaixo.
Subgrupo
1
2
Subgrupo
1
GRUPO 1 - ATIVIDADES DE ENSINO – FLX 001
Atividade
Aproveitamento
Aproveitamento integral da carga horária, desde
Disciplina eletiva da grade
que o aluno tenha sido aprovado. Discriminar
curricular do Curso de
no Histórico Escolar código e nome das
Meteorologia.
Disciplinas e as notas obtidas
Aproveitamento máximo da carga horária da
disciplina objeto da monitoria, mediante
relatório do professor orientador. Deverá
constar no Histórico Escolar a atividade, o
nome da Disciplina e a carga horária
Monitoria, Bolsa de Trabalho.
consignada. Por decisão do Colegiado do Curso
de Meteorologia, as Bolsas e Estágios nas áreas
de concentração do curso terão aproveitamento
integral, fora da área,
terão apenas 20% da carga horária total.
GRUPO 2 - ATIVIDADES DE EXTENSÃO – FLX 002
Atividade
Aproveitamento
Disciplinas ofertadas por Consignação integral da carga horária, desde
outros cursos da UFAL, que que o aluno tenha sido aprovado.
não integrem a grade
86
curricular do Curso, sob
forma de disciplina isolada.
Aproveitamento da carga horária pelo
Colegiado do Curso, mediante certificado de
frequência e tipo de participação. Por decisão
do colegiado do curso de Meteorologia, terão
2
aproveitamento integral apenas aqueles que
apresentarem trabalhos ou coordenarem
eventos, os demais participantes com frequência
comprovada, terão 50% da carga horária total.
Aproveitamento da carga horária pelo
Colegiado de Curso, mediante certificado de
participação. Por decisão do colegiado do curso
Feiras, Exposições e outras de Meteorologia, terão aproveitamento integral
3
atividades de extensão.
apenas aqueles que coordenarem estes eventos
ou apresentarem trabalhos, os demais
participantes com frequência comprovada, terão
50% da carga horária total.
GRUPO 3 - ATIVIDADES DE PESQUISA – FLX 003
Subgrupo
Atividade
Aproveitamento
Aproveitamento da carga horária pelo
Colegiado de Curso, mediante Relatório de
1
Iniciação Científica e PET.
desempenho
do
Professor
Orientador,
responsável pela atividade.
2
Outras atividades de pesquisa. Aprovada pela Coordenação de Pesquisa.
GRUPO 4 – ATIVIDADES DE REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL – FLX 004
Subgrupo
Atividade
Aproveitamento
Aproveitamento da carga horária pelo
Participação em Entidades
Colegiado de Curso, mediante relatório ou
1
Estudantis.
declaração da atividade realizada. (1 hora para
cada mês de atividade no Centro Acadêmico).
2
Colegiado de Curso.
Aproveitamento da carga horária pelo
3
Câmaras Departamentais
Colegiado de Curso, mediante relatório ou
declaração (1 hora para cada reunião
4
Conselhos de Centro
participada).
5
Conselhos Superiores
Participação em Simpósios,
Congressos,
Seminários,
Encontros,
Palestras,
Conferências,
Debates,
Mesas-Redondas, Jornadas,
Mini-Cursos, Workshops e
outros.
OBS.: O colegiado do curso de Meteorologia somente analisará os processos nos quais, aos certificados
dos eventos, estejam anexados os programas ou declaração contendo a carga horária total de participação
do aluno em cada evento.
25 – DISCIPLINAS ELETIVAS
Componente curricular obrigatório , previsto na Matriz Curricular do Curso,
previsto
para o último semestre letivo, com carga horária mínima de 36 (trinta e seis) horas, podendo
o aluno cumprir tal exigência em qualquer momento do curso, contanto que atenda os prérequisitos da(s) disciplina(s) escolhida(s). Será atribuição do Colegiado do Curso a
viabili dade do cumprimento desta obrigatoriedade, ofertando de forma regular disciplinas
eletivas de acordo com a demanda do Curso. Fica definido ainda que os alunos podem
87
solicitar a oferta de disciplinas eletivas à Coordenação do Curso, de acordo com as ementas
de disciplinas eletivas e, ainda, a depender da disponibilidade de professores.;
88
26 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
;;
Portaria Nº 460, de 13 de agosto de 1987, publicada no DOU de 17 de agosto de 1987
(Reconhecimento)
Portaria Nº 41, de 5 de fevereiro de 2014, publicada no DOU de 6 de fevereiro de 2014
(Renovação).
Resolução nº 63/2014-CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. Disponível em
https://ufal.br/resolucoes/2014/resolucao-no-63-2014-de-03-11-2014/view.
Acesso
em
26/01/2022.
Resolução nº 81/2014-CONSUNI/UFAL, de 01 de dezembro de 2014. Disponível em
https://ufal.br/resolucoes/2014/resolucao-no-81-2014-de-01-12-2014/view.
Acesso
em
26/01/2022.
Resolução nº 32/2009-CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009. Disponível em
https://ufal.br/resolucoes/2009/resolucao-no-32-2009-de-21-05-2009/view.
Acesso
em
Disponível
em
26/01/2022.
Decreto
nº
7.824,
de
11
de
outubro
de
2012.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/decreto/d7824.htm.
Acesso
em
26/01/2022.
Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do curso de graduação em Meteorologia,
bacharelado. Disponível em http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2008/rces004_08.pdf.
Acesso em 26/01/2022.
Lei
nº
6.385,
de
14
de
outubro
de
1980.
Disponível
em
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1980-1988/l6835.htm. Acesso em 26/01/2022.
Lei
nº
9.795,
de
27
de
abril
de
1999.
Disponível
em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm. Acesso em 26/01/2022.
Decreto
nº
4.281,
de
25
de
junho
de
2002.
Disponível
em
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/d4281.htm. Acesso em 26/01/2022.
Resolução
nº
1,
de
30
de
maio
de
2012.
Disponível
em
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp001_12.pdf. Acesso em 26/01/2022.
Constituição
Federal.
Disponível
em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em 26/01/2022.
em seus Art. 5º , I, Art. 210, Art. 206, I, §$1º do Art. 242, Art. 215 e Art. 216 e os Art. 26,
26A e 79B da
89
Lei
nº
9394/96,
de
20
de
dezembro
de
1996.
Disponível
em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em 26/01/2022.
Parecer
CNE/CP
3/2004.
Disponível
em
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/cnecp_003.pdf. Acesso em 26/01/2022.
Lei nº 9131/95. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9131.htm. Acesso
em 26/01/2022.
Plano
de
Desenvolvimento
Institucional
2019-2023.
Disponível
em
Disponível
em
https://pdi.ufal.br/documentos/pdi-2019-2023. Acesso em 26/01/2022.
Plano
de
Desenvolvimento
Institucional
2013-2017.
https://ufal.br/transparencia/institucional/plano-de-desenvolvimento/2013-2017/view. Acesso
em 26/01/2022.
Resolução
Nº
04/2018
-
CONSUNI/UFAL.
Disponível
em
https://ufal.br/resolucoes/2018/rco-n-04-de-19-02-2018.pdf/view. Acesso em 26/01/2022.
PNE 2011-2020 (Projeto Lei nº 8.035/2010) Transformado na
Lei
nº
13.005;2014,
de
25
de
junho
de
2014.
Disponível
em
Acesso
em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm.
26/01/2022.
Resolução nº 2, de 18 de junho de 2007, do Ministério da Educação. Disponível em
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=16872-rescne-ces-002-18062007&category_slug=janeiro-2015-pdf&Itemid=30192.
Acesso
em
Disponível
em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm. Acesso
em
26/01/2022.
Decreto
nº
5.626,
de
22
de
dezembro
de
2005.
26/01/2022.
Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março de 2013. Disponível em
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=13287nt24-sistem-lei12764-2012&Itemid=30192. Acesso em 26/01/2022.
Portaria
MEC
nº.
147/2007,
de
02
de
fevereiro
de
2007.
Disponível
em
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/portaria147.pdf. Acesso em 26/01/2022.
Resolução CONAES nº. 01/2010, de 17 de junho de 2010. Disponível em
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=6885resolucao1-2010-conae&category_slug=outubro-2010-pdf&Itemid=30192.
26/01/2022.
Acesso
em
90
Regimento
Geral
da
UFAL.
Disponível
em
https://ufal.br/transparencia/institucional/Estatuto_Regimento_Ufal.pdf. Acesso em 26/01/2022.
Portaria Normativa nº 40 de 12 de dezembro de 2007, do INEP. Disponível em
https://download.inep.gov.br/educacao_superior/censo_superior/legislacao/2007/
portaria_40_12122007.pdf. Acesso em 26/012022.
91
ANEXO 1: INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO APRENDIZAGEM
QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO
RELACIONE AS DISCIPLINAS EM CURSO
LEGENDA
Disciplina 1:
Cód.:
Turma:
Disciplina 2:
Cód.:
Turma:
Disciplina 3:
Cód.:
Turma:
Disciplina 4:
Cód.:
Turma:
Disciplina 5:
Cód.:
Turma:
Disciplina 6:
Cód.:
Turma:
Disciplina 7:
Cód.:
Turma:
Disciplina 8:
Cód.:
Turma:
AVALIAÇÃO DA DIDÁTICA DO PROFESSOR
1. Comunica o programa e os objetivos da
disciplina no início do Curso?
2. Cumpre o programa e os objetivos da
disciplina?
3. Há coerência entre os objetivos proposto e
conteúdo das aulas?
4. Os conteúdos são ministrados de forma clara?
5. Mantém continuidade lógica dos conteúdos
ministrados?
6. Demonstra possuir domínio do conteúdo
ministrado?
7. A forma de ensinar estimular o interesse pela
matéria?
8. As indicações bibliográficas ajudam no
cumprimento do conteúdo ministrado?
9. Utiliza outros instrumentos de avaliação além
de exercícios e provas?
10. Os conteúdos das avaliações são compatíveis
com as aulas ministradas?
11. Os trabalhos propostos contribuem para a
aprendizagem do conteúdo?
12. As aulas estimulam a participação dos
alunos?
13. Mostra-se disposto a resolver dúvidas dos
alunos em sala de aula?
14. É acessível para atendimento dos alunos fora
do horário das aulas?
15. É assíduo?
16. Respeita os horários estabelecidos?
AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA
1
1. A carga horária atribuída à disciplina é
adequada?
2. Você considera esta disciplina importante
para a sua formação?
AVALIAÇÃO DO ALUNO
1
1. Você é assíduo às aulas?
2. Em que níveis estão as suas notas?
3. Como você avalia a sua dedicação às
A-MUITO FRACO/MUITO POUCO
B-FRACO/POUCO
C-REGULAR
D-BOM/BEM
E-MUITO BOM/MUITO BEM
F-NÃO SEI/NÃO SE APLICA
G-SIM
H-NÃO
1
2
3
4
5
6
7
2
3
4
5
6
7
8
2
3
4
5
6
7
8
8
92
atividades nesta disciplina?
AVALIAÇÃO DO CURSO
1. Qual seu nível de expectativa em relação ao Curso de Meteorologia? (para
alunos dos semestres 1 a 5)
2. O Curso atendeu às suas expectativas? (para alunos dos semestres 6 a 10)
SUGESTÕES:
......................................................................................................................................................
......................................................................................................................................................
......................................................................................................................................................
......................................................................................................................................................
......................................................................................................................................................
......................................................................................................................................................
......................................................................................................................................................
......................................................................................................................................................
......................................................................................................................................................
......................................................................................................................................................
......................................................................................................................................................
.........................................
;